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Projeto de reforma administrativa à Câmara foi enviado hoje pela Prefeitura de Goiânia

O secretário de Finanças de Goiânia, Jeovalter Correia, enviou à Câmara Municipal, na tarde desta quinta-feira (26), o projeto para reforma administrativa da prefeitura. No total, a medida prevê a exoneração de 419 servidores comissionados, o corte de 883 gratificações, e a redução de secretarias, que devem passar de 27 para 17. Com as mudanças, segundo o secretário, a economia mensal será de quase R$ 7 milhões, chegando a R$ 83,4 milhões por ano.

O projeto deve ser lido em plenário na sessão da próxima terça-feira (31). O secretário ressaltou que as despesas da administração cresceram acima da receita e que, por isso, a reforma é importante para equilibrar as contas. "A cidade cresce,  há uma demanda enorme e as receitas não sobem na mesma proporção. Por isso, é normal que os governos se otimizem para fazer face a essas demandas e possam fazer mais com menos", disse.

Em fevereiro deste ano, quando o prefeito Paulo Garcia (PT) anunciou que a reforma seria realizada, ele disse que a medida foi motivada pela não aprovação do projeto de atualização da Planta de Valores do Imposto Predial Territorial Urbano (IPTU) no legislativo. Outro ponto que contribuiu foi a atual crise financeira mundial.

Em oito meses, esta é a segunda reforma administrativa na prefeitura. A primeira ocorreu em julho do ano passado, quando a prefeitura fez uma reestruturação da Companhia Municipal de Urbanização de Goiânia (Comurg).

Questionado se ainda havia desperdícios na administração, Correia negou e disse que o objetivo da nova medida é tornar o serviço público mais eficiente. "Nós queremos gerar uma estrutura que possa gerar resultados positivos para a sociedade. Por isso, um dos pontos do projeto é a eficientização do governo. Da outra vez o prefeito achou necessário fazer ajustes para cortar gastos. Desta vez, também haverá cortes, mas o viés é o de dar fluidez para o trabalho", disse.

Após ser aprovado pelos vereadores, o projeto será enviado para sanção do prefeito. Ainda não há previsão de quando ele entrará na pauta da Câmara.

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