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Sem notícias família tenta encontrar Pedreiro que desapareceu, em Trindade

O pedreiro Paulo Rodrigues Andrade, de 58 anos, foi visto pela última vez na quinta-feira 4 de julho deste ano e depois disso não deu mais notícias a família. Casada com Paulo há 20 anos, com quem tem um filho, Elisângela de Moraes Noronha, de 47, contou em entrevista à um jornal local, que o marido saiu de moto às 6h40 e por volta das 17h quando saiu do trabalho informou aos familiares que estava em um bar próximo a residência da família, no Maísa 1, em Trindade.

Elisângela conta que o marido ligou para ela e disse que já estava indo embora, entretanto por volta das 20h a esposa de Paulo tornou a ligar para o companheiro e ele informou à esposa que dentro de cinco minutos estaria em casa, mas depois disso não deu mais notícias à família.

Conforme a mulher do pedreiro, o dono do bar afirmou que Paulo esteve no estabelecimento bebeu apenas uma cerveja e saiu por volta das 20h. De acordo com o periódico, a mulher voltou a lugar em outras três oportunidades para o marido, todavia o telefone do companheiro estava desligado.

Amiga do Casal viu o pedreiro na sexta-feira e fez ele chamar um motorista de aplicativo para voltar pra casa

Na sexta-feira (5/7) uma conhecida do casal contou para Elisângela que o Paulo passou no bazar beneficiente e comprou três calças e uma camiseta masculina e ainda disse a dona do estabelecimento que iria fazer uma surpresa para a companheira. De acordo com o relato da amiga do casal, o pedreiro não estava de moto e teria dito que ia pegar um ônibus, mas que sugeriu ao pedreiro que ele pedisse um carro de transporte, através de um aplicativo no celular, ideia que foi aceita por Paulo.

Conforme a dona do bazar por volta das 11h, o pedreiro entrou no veículo com destino ao Setor Palmares, em Trindade, onde Paulo trabalhava há menos de dois meses. Elisângela revelou que após receber essa informação da amiga do casal, ela não teve mais notícias do marido. A mulher do pedreiro lembrou que o companheiro bebe apenas socialmente e que não teve nenhum problema para ter desaparecido. “Penso que ele possa ter surtado ou perdido a memória, não sei o que houve”, conta Elisângela.

O DM Online entrou em contato com o delegado Daniel José do 2º Departamento de Polícia (DP) situado no setor onde o pedreiro reside com a família. Conforme o delegado essa não foi a primeira vez que o pedreiro deixou a casa. "Houve outra oportunidade que Paulo saiu voluntariamente da residência e sumiu por 6 anos", explica Daniel José.

De acordo com o delegado, a equipe policial segue investigando o caso, para poder identificar o paradeiro do pedreiro.

*Com informações do G1

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