Superintendentes de GO e PR são exonerados por envolvimento na Carne Fraca

Ministério da Agricultura anunciou a destituição de 33 servidores citados na operação

Postado por Elisa Manuela Cardoso em 20 de Março de 2017 às 13h25
Atualizado em 20 de Março de 2017 às 14h53

O Ministério da Agricultura dois superintendentes suspeitos de participarem do esquema criminoso deflagrado pela Operação Carne Fraca da Polícia Federal, que investiga o suborno que os frigoríficos pagavam aos fiscais públicos para a liberação de alimentos irregulares.

Gil Bueno de Magalhães e Júlio César Carneiro ocupavam o cargo de superintendente federal de Agricultura, Pecuária e Abastecimento do Paraná (PR) e de Goiás (GO), respectivamente. Nesta segunda-feira (20), foram publicadas no Diário Oficial da União as portarias de exoneração assinadas pelo secretário executivo do Ministério da Agricultura, Eumar Novacki.

Outros 33 servidores do Ministério da Agricultura do Paraná, Goiás e Minas Gerais foram destituídos dos cargos, na última sexta-feira (17), todos citados como suspeitos na operação. Além da dispensa de nove funcionários que exerciam funções gratificadas. No decorrer da semana, a dispensa do restante dos servidores será oficializada.