Opinião
Redação DM
Publicado em 12 de maio de 2016 às 02:19 | Atualizado há 10 anos
Estou muito aborrecido com este governo. Sito em primeiro lugar nosso Estado com as altas taxações e impostos, como por exemplo o Ipasgo com aproximadamente 11% de aumento a cada ano que se passa, chegando agora a R$ 535,52 por mês para idoso com mais de 59 anos. Isso soma por ano R$ 6.426,24 de contribuição. Com uma importâncias deste valor compensa fazer uma poupança, ou outras aplicações, ou ainda outros planos de saúde bem mais compensadores. Os impostos sobre nossa soja a uma alíquota de 17%, isto é aproximadamente R$10,00 por saco, sendo que no estado do Mato Grosso é praticamente livre deste imposto. As novas taxas do IPVA também estão nas nuvens, e além disso ampliaram as cobranças onde antes os carros usados a partir de 10 anos não precisavam pagar o imposto mas a partir de agora aumentaram para 15 anos de uso para então começar a isenção. E as nossas estradas cada vez piores.
Outros absurdos ocorrem com os aferidores do Inmetro, que até 2009 praticavam aferições com valores cobrados pela tabela de verificação inicial e em 2010 mudaram para a tabela subsequente, três vezes mais cara, passando assim de R$ 503,00 para R$ 1.524,00 por uma balança rodoviária que pesa acima de 81 toneladas. Outro absurdo é com nossos comerciantes em geral e principalmente com os pequenos comerciantes que possuem balança que pesa até 5 kg, que cobrava-se pela primeira aferição R$ 64,60 e estão cobrando hoje R$ 195,40 por esta balança que se consegue comprar no comércio por menos de R$ 30,00. Além disso tudo estão com um novo aumento de 39% sobre estas taxações que estão sendo muito rentáveis para os aferidores. Além destas vantagens e aumentos abusivos, como ninguém reclama começaram a aferir até três vezes no ano onde antes era uma vez.
Por que tudo isso? A culpa é nossa porque não reclamamos. Os grandes subsidiam estes aferidores.
(Arno Bruno Weis, agropecuarista, presidente do Sindicato Rural de Cabeceiras e conselheiro Fiscal da Faeg)