Opinião | 28 de Agosto de 2008 | Edição nº 7601
Milton Coelho da Graça
Hoje acaba a fase dos exercícios e começa pra valer a batalha eleitoral pela presidência dos Estados Unidos. Barack Obama ainda tem ligeira vantagem. A eleição, como se sabe, é indireta. O vencedor leva todos os votos de cada Estado em que vencer e são necessários 270 para obter a maioria absoluta. Segundo as pesquisas mais recentes, Barack teria hoje uns 210 certos e outros 50 inclinados a seu favor. E haveria uns 80 ainda indefinidos.
Embora a diferença tenha diminuído nos últimos dias, Barack só poderá perder nas urnas por um destes três motivos: o racismo ainda enrustido em uns 25 a 35% dos americanos brancos; se a situação no Cáucaso ou no Oriente Médio se agravar, porque, em geral, o povo americano tende a confiar mais em republicanos para comandá-los em guerras do que em democratas; ou se Barack Obama fizer ou disser uma grande besteira.
O país está a um passo da recessão, milhares de pessoas já perderam ou vão perder suas casas nos próximos meses; os números do desemprego e do endividamento das famílias são cada vez piores; o dólar vem melhorando um pouco sua posição em relação ao euro e outras moedas, mas está longe de recuperar a confiança necessária como moeda de referência. Sem as três hipóteses acima, a economia ainda deverá ser o fator decisivo, da mesma forma como foi na eleição de 1992, quando Clinton derrotou Bush.

EUA gastar o dobro do Brasil c/ a saúde de seus concidadões (estatísitcamente ) é fato, o que não é fato é o Brasil, gastar o que estatisitcamente apresenta, pois é sabido que metade dessa verba apresentada no orçamento sai pelo ralo da corrupção que nossos políticos promovem, dai vem apadrinhados políticos, funcionários corruptos e por ai vai.
Manoel Messias - Goiânia - GO Cód: 14313


