Cidades | 01 de Dezembro de 2008 | 13h58
A segurança no Complexo Prisional de Aparecida de Goiânia ganha reforço diário de 25% no número de policiais militares a partir de hoje, durante todo mês de dezembro. A idéia é prevenir crises no ambiente prisional, como tentativas de fuga, brigas e morte entre presos. Serão empregados 310 policiais militares para ficar a postos nas guaritas dos estabelecimentos penitenciários do Complexo.
De acordo com o superintendente do Sistema de Execução Penal, Edílson de Brito, o Governo de Goiás liberou na última sexta-feira, 28, R$ 23 mil para pagamento de horas extras para os policiais que vão trabalhar no reforço da segurança prisional. Edílson informa que o investimento significa maior tranqüilidade para o sistema, principalmente nessa época do ano. “Chega fim de ano há uma exaltação dos ânimos da população carcerária devido à expectativa de saída, comutação de pena e indulto. Boa parte não consegue nenhum desses benefícios, o que contribui para o aumento da tensão interna e surgimento de possíveis atritos entre presos”, explica o superintendente.
A Polícia Militar faz a guarda externa dos presídios, sob o comando da 8ª Companhia da PM, responsável pela segurança no Complexo Prisional de Aparecida de Goiânia. O comandante da 8ª CIAPM, major Aylon José Oliveira Júnior, informou que todas as guaritas do Complexo estarão ativadas a partir do reforço de policiais militares. “A maior preocupação, claro, é em relação à Casa de Prisão Provisória (CPP) e à Penitenciária Coronel Odenir Guimarães (POG)”, ressalta o comandante.
O Complexo Prisional de Aparecida de Goiânia abriga cerca de 4 mil presos na Casa de Prisão Provisória (CPP); Penitenciária Coronel Odenir Guimarães (POG); Núcleo de Custódia; Centro de Inserção Social Consuelo Nasser, o Presídio Feminino; Colônia Agrícola e Industrial de Aparecida de Goiânia, o regime semi-aberto; e Módulo de Segurança Máxima.
Fonte: Agecom


