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Em São Paulo, Bolsonaro fala que vai entregar um Brasil 'muito melhor em 2022 ou 2026'

É a terceira vez que o presidente sinaliza uma possível reeleição. Durante campanha presidencial, Bolsonaro disse que acabaria com o "instituto da reeleição".

diario da manha
Bolsonaro na abertura de evento da Fenabrave em São Paulo. Foto/reprodução: Vídeo TV Brasil

O presidente Jair Bolsonaro (PSL) discursou nesta terça-feira (6/8) na cerimônia de abertura de evento da Fenabrave em São Paulo. Em seu discurso, o presidente garantiu que irá entregar um “Brasil muito melhor em 2022 ou 2026”. Essa é a terceira vez que Bolsonaro sinaliza uma possível reeleição no cargo.

Durante sua campanha presidencial, Bolsonaro disse que iria propor o fim da reeleição e que, caso aprovada, a medida começaria por ele próprio. Já em junho, o presidente mudou seu discurso. Quando questionado se tentaria uma reeleição, afirmou que poderia disputar caso não tenha acontecido uma “boa reforma política” no Brasil, ou “se o povo quiser”. No final de julho, em um evento em Anápolis, Bolsonaro sinalizou sua intenção de permanecer no cargo até 2025.

“Temos tudo para ser uma grande nação. Tenho certeza de que em 2022, ou 26, entregarei o Brasil, dada a confiança que tenho de grande parte da população, muito melhor do que encontrei agora no começo desse ano”, afirmou durante seu discurso no 29º Congresso ExpoFenabrave, no Transamérica Expo Center, na Zona Sul da capital paulista.

Bolsonaro afirma estudar mudanças nas legislações ambientais e de armas

Jair Bolsonaro afirmou também que estuda transferir as legislações ambientais e de armas para os estados. Hoje, essas legislações são definidas em âmbito federal.

“Pretendo e estamos estudando uma coisa que acho maravilhosa. O Congresso vai decidir, passar muitas atribuições do Estado, Estado Brasil, para os estados, por exemplo, na questão do desarmamento”, afirmou. “A questão [ministro do Meio Ambiente Ricardo] Salles, que talvez você vai concordar, de licenças ambientais. O que nós de São Paulo temos a ver com a questão ambiental de Roraima?”, questionou.

“Se eu fosse rei de Roraima, com tecnologia, em 20 anos teria uma tecnologia próxima à do Japão. Lá tem tudo, por isso que 60% do território está inviabilizado com territórios indígenas e outras questões ambientais. Temos tudo para desenvolver a Amazônia”, finalizou.

Com informação do G1

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