Cidades

Vigilantes temporários suspeitos de estuprar detentas em Pontalina são indiciados

Detentas foram ameaçadas pelos vigilantes.

diario da manha
Foto: Reprodução

A Polícia Civil do Estado de Goiás (PCGO) indiciou dois vigilantes prisionais temporários, suspeitos de estuprar detentas no presídio de Pontalina, região sul do estado. O caso foi registrado no mês passado, mas as investigações tiveram início no dia 5 deste mês, após o diretor da unidade prisional informar à delegacia da cidade o ocorrido.

Em entrevista à um jornal local, o delegado do caso Patrick Carniel afirmou que os vigilantes Túlio Rosa da Silva e Leandro Rezende Chaves tiveram a prisão preventiva decretada e estão foragidos. Conforme a publicação, Túlio violentou sexualmente uma custodiada, enquanto Leandro abusou de outra detenta da unidade prisional.

Por sua vez a Diretoria Geral de Administração Penitenciária (DGAP) informou que os dois vigilantes foram demitidos após a denúncia e que providenciou atendimento psicológico para as vítimas.

Vigilantes chamaram as vítimas para conversar devido a um desentendimento entre elas e cometeram o crime

O delegado contou que no dia 15 de junho por volta das 23 horas os dois vigilantes chamaram as vítimas com idades entre 25 e 30 anos e afirmaram que precisavam conversar com elas separadamente, devido a um desentendimento que as duas tiveram no dia. Conforme Patrick Carniel eles foram para salas diferentes onde cometeram o crime.

O investigador afirmou que o tomou conhecimento do caso no início do mês e desde então investiga o crime, as vítimas foram ouvidas e relataram terem sido ameaçadas pelos vigilantes caso elas contassem sobre os abusos a alguém.

Conforme as investigações os colegas de trabalho dos vigilantes temporários foram os responsáveis por descobrir o crime e informaram a direção do presídio que denunciou o caso à polícia. De acordo com o delegado as vítimas foram encaminhadas ao Instituto Médico Legal (IML) de Morrinhos para os exames que comprovaram os abusos sexuais.

Patrick Carniel afirmou ao periódico que tentou intimar os autores do crime, entretanto após eles tomarem conhecimento das investigações, os dois fugiram e seguem foragidos.

*Com informações do G1

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