Cidades

Morte de vendedora é investigada como feminicídio no DF

De acordo com a PMDF, eles receberam uma ligação informando que um corpo de mulher havia sido encontrado no Assentamento 26 de Setembro

diario da manha
Foto: Reprodução

A Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF), investiga a morte da vendedora, Noélia Rodrigues de Oliveira, de 38 anos, como feminicídio. O corpo dela foi encontrado com um tiro no rosto por volta do meio-dia da última sexta-feira (18/10), em uma estrada de terra em Vicente Pires, no Distrito Federal.

Segundo a delegada-chefe da 38ª Delegacia de Polícia, Adriana Romana, a polícia mudou a tipificação do crime, que inicialmente foi registrado como homicídio. Se o caso for confirmado, esse será o 27º caso de feminicídio em 2019.

“Nós vamos adotar o protocolo de feminicídio. Caso seja outro crime mudaremos a tipificação”, afirma a delegada. A vendedora é mãe de três filhos, com cinco, nove e 14 anos, trabalhava em um shopping da Asa Norte e foi vista pela última vez quando fechava a loja, às 22h de quinta-feira (17/10).

Vendedora que tem a morte investigada como feminicídio ia de carona para casa

Policiais estiveram na loja, conversaram com funcionários e analisaram imagens de câmeras de segurança. De acordo com a delegada, além de um tiro no rosto, a vendedora também tinha ferimentos na cabeça. O corpo dela foi encontrado com roupas, sem sinal aparente de violência sexual.

“A polícia está iniciando as investigações. Nós estamos seguindo todos os passos dela para chegar ao autor do crime”, ressalta Adriana Romana. De acordo com colegas de Noélia, que preferiram não se identificar, a vendedora foi a última a sair do shopping no dia que desapareceu.

Segundo uma colega da vendedora, ela havia falado que ia de carona para casa. O marido de Noélia registrou o desaparecimento na manhã de sexta-feira (18/10). Ele procurou a 5ª DP, na Asa Norte, às 9h45.

De acordo com a Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF), eles receberam uma ligação informando que um corpo de mulher havia sido encontrado no Assentamento 26 de Setembro.

A família da vendedora chegou a divulgar um pedido de ajuda em redes sociais para tentar encontrar a vítima.

Com informações do G1

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