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ProUni afirma que falhas foram solucionadas

Governo federal concedia bolsas para estudantes “mortos”: 107 benefícios foram cancelados

diario da manha

Pós-auditoria da Controladoria-Geral da União (CGU) detectar falhas no controle de concessão de bolsas do Programa Universidade Para Todos (ProUni), o Ministério da Educação (MEC) informou, em nota, que solucionou os problemas. O MEC acrescentou que está fazendo “aprimoramentos” no controle do sistema.

O ProUni é um programa do Ministério da Educação que concede bolsas de estudo integrais e parciais em instituições privadas de ensino superior a estudantes brasileiros sem diploma de nível superior.

Entre as falhas apontadas em relatório da CGU, há a concessão de bolsas a beneficiários mortos e a estudantes com renda superior ao teto exigido pelo programa. Quarenta e seis estudantes identificados pela CGU como mortos, após serem beneficiados com a bolsa, tiveram o benefício cancelado. De acordo com o MEC, o beneficiário que aparecia como falecido, antes de entrar na universidade, estava na verdade vivo. A informação de que o aluno estava morto – que se revelou incorreta – se deve a erro no cadastramento do estudante.

O MEC informou que, desde 2009, vem monitorando o mecanismo de supervisão dos bolsistas, visando a identificar os que não atendem aos requisitos do programa.

Segundo a nota, dos bolsistas identificados pela CGU com irregularidades, “apenas” 1.043 não estavam com a bolsa encerrada após a supervisão do MEC.

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