Carolina do Sul tem 19 grupos de ódio

Da Ku Klux Klan a neoconfederados e neonazistas

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A Carolina do Sul é um dos cinco estados americanos que não têm uma lei contrária a crimes de ódio. Os cidadãos, no entanto, contam com a proteção de leis federais.

Segundo o centro, uma organização que presta assistência legal em direitos civis, mais de uma dezena desses grupos se baseiam em preconceito racial. Apesar de a Guerra de Secessão ter sido travada no século XIX, há seis organizações neoconfederadas, incluindo duas filiais da Liga do Sul, que prega a separação dessa região do restante do país.

Outros, como o Conselho de Cidadãos Conservadores, se manifestam abertamente contra a integração racial e a política de cotas, afirmando que essas ações “denigrem a herança dos EUA”, segundo mostra uma reportagem da emissora americano NBC.

Há ainda três células neonazistas, um ramo do movimento skinhead Confederate Hammerskins, um da organização separatista negra Nação do Islã, o grupo antiimigração Americans Have Had Enough e uma espécie de igreja contrária aos homossexuais.

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