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Recrutados do Estado Islâmico são obrigados a cometer crimes contra homossexuais

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Pessoas que vão à Europa na tentativa de recrutar novos integrantes para combates junto ao Estado Islâmico (EI), obrigam os candidatos a cometerem atos de terrorismo contra homossexuais, para que mostrem sua capacidade de lutar na Síria. A informação foi divulgada pela agência de notícias espanhola EFE.

A denúncia sobre os ataques contra os homossexuais, foi feita na Bélgica, país da Europa Ocidental, por um dos combatentes jihadita, menor de idade, que foi detido no país.

O preso afirma que as ações de terrorismo, relacionadas ao homossexualismo, ocorrem desde o segundo semestre do ano passado e servem para demonstrar que os recrutados são “bons e corajosos” o suficiente para fazer parte dos confrontos na Síria.

A Justiça Belga divulgou que o menor confessou seis ataques contra homossexuais, juntamente com outros candidatos que se juntariam posteriormente ao EI, além de ainda ter confessado que se não tivesse sido detido estaria na Síria.

Os ataques tiveram maior incidência em Bruxelas, capital da União Europeia, onde existem vários bairros “gays”. Os candidatos ao terrorismo atraiam as vítimas, iam para casa delas, onde as torturavam até que mostrassem onde haveria dinheiro e outros objetos de valor.

As investigações sobre os casos, afirma que os ataques também serviam para arrecadar fundos aos combatentes na Síria.

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