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Trio é preso por tráfico de cocaína em Goiânia e Brasília

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Foto:Divulgação/Polícia Civil

Após dois meses de investigação, policiais da Delegacia Estadual de Repressão a Narcóticos (Denarc) desarticularam na noite de quarta-feira, 13, uma quadrilha investigada pela distribuição de cocaína na Grande Goiânia e em Brasília. Na ocasião, três homens foram presos suspeitos de traficar o entorpecente que tinha até “selo de qualidade”.

Dois dos envolvidos foram abordados em uma casa no Jardim Clarissa, na capital, e com eles a polícia encontrou 24 kg da droga pronta para consumo, avaliada em R$ 960 mil, além de uma prensa industrial.

Segundo a Polícia Civil, no momento em que foram presos, os homens confessaram o crime, mas em depoimento negaram qualquer participação no esquema.

No imóvel, foram presos Wanderly dos Santos Freire, de 39 anos e Luciano da Silva, de 43. Eles foram surpreendidos pelos policiais no momento em que davam início ao processo de prensagem da cocaína, para a comercialização no atacado.

O terceiro suspeito, Thiago Bernardes Garcia, de 29 anos, foi preso em flagrante no Setor Bela Vista. Segundo as investigações, ele era responsável pela comercialização do entorpecente e vendia cada quilo por R$ 20 mil.

Lucros

A polícia informou que no varejo, o lucro dos traficantes era dobrado, uma vez que cada grama da droga era comercializado por R$ 40, o que no total chegaria a R$ 960 mil.

Foto:Divulgação/Polícia Civil

A delegada responsável pelo caso, Mila Vilela Junqueira informou que as investigações seguem para identificar e prender outros membros da organização criminosa.

Ela afirma que os investigadores trabalham para descobrir quem é o dono da droga e possível líder do grupo.

Reincidência

Junqueira ainda acrescentou que Thiago já tem vários registros criminais por tráfico de drogas, uso de documento falso, ameaça, estelionato e receptação.
Já Wanderly, tem passagens por tráfico de drogas.

Agora, todos os envolvidos vão responder por tráfico, associação para o tráfico de drogas, além de posse de petrechos para produção de drogas. Se condenados, a pena pode chegar a 25 anos de prisão.

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