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Funcionário da Comurg que morreu ao podar árvore não estava com usando os equipamento de segurança correto, aponta perícia

diario da manha

De acordo com a perícia, o funcionário da Companhia de Urbanização de Goiânia (Comurg), Mauri Nunes Costa, de 38 anos, que morreu enquanto fazia a poda de uma árvore, não estava com o cinto de segurança preso ao cesto do caminhão. Para podar a árvore, ele chegou a subir nos galhos, de onde caiu de uma altura de cerca de 30 metros.

A Comurg disse que só irá se pronunciar sobre o caso quando tiver acesso ao laudo da perícia da polícia.

O funcionário morreu nesta quarta-feira (08/05). Mauri estava em um caminhão com um cesto que o suspenderia até a árvore. Companheiros de trabalho contam que a estrutura chega só a 17 metros de altura e que, para atingir a parte mais alta, ele passou para os galhos.

A perícia identificou que ele não estava preso ao cesto do caminhão. “Se esse cinto de segurança estiver ancorado no local fixo, seguro, que seria o cesto, com certeza ele ficaria pendurado ou seria atingido pelo galho, mas ficaria pendurado sim”, disse o perito criminal Tarcísio Valentino.

Segundo o pai do servidor, que trabalha na Comurg, as ferramentas de segurança estão velhas e não estão funcionando de maneira eficaz. Ele também informou que não há supervisão das equipes durante o trabalho e que os equipamentos para as atividades de risco não são suficientes.

Foto: Reprodução/TV Anhanguera

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