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Travestis são presas por aplicar golpes em clientes

De acordo com a Polícia Civil, o grupo criminoso ameaçava as vítimas com filmagens íntimas ou as roubava mediante grave ameaça ou violência.

diario da manha
Foto: Reprodução

Na última quarta-feira (14), quatro travestis foram presas após extorquirem clientes que contratavam serviços sexuais por meio de sites, em Goiânia. Seguindo informações da Polícia Civil, as vítimas foram ameaçadas com filmagens íntimas ou eram roubadas mediante grave ameaça ou violência.

Anita (nome de registro: Yago Pereira), Stephany (Eduardo Souza Luz), Samuel Junio Nápole e Marcelo Dias Moreira tiveram a prisão preventiva decretada.

Enquanto, outra integrante do grupo, Paulo Rogério Marques Vasconcelos, terá prisão decretada após retornar ao Brasil, já que foi presa na Espanha por estar incluída na lista de foragidos da Interpol.  

De acordo com as investigações, as vítimas contratavam serviços sexuais e eram levadas até um hotel. No local, a criminosa contratada fazia check-in regularmente, enquanto as outras adentravam ao quarto de forma clandestina. Já no aposento, o grupo chantageava a vítima com filmagens da relação sexual ou extorquia mediante grave ameaça ou violência.

As prisões

O 1º DP de Goiânia investiga dois casos que envolvem a participação das suspeitas e, por isso, o delegado responsável, Paulo Ribeiro, representou pela prisão dos investigados.

No entanto, a Polícia Civil do Distrito Federal realizava uma operação para prender a mesma quadrilha, que também agia naquela unidade federativa, a qual resultou na prisão de três dos investigados, na capital goiana.

Os dois casos de conhecimento do 1º DP, ocorreram em um mesmo hotel, no Centro de Goiânia. Os proprietários do estabelecimento colaboraram com as investigações.

Nas duas oportunidades, Anita, Stephany e Samuel agrediram e obrigaram as vítimas a desbloquear os aparelhos telefônicos, fazendo transferências bancárias que somaram mais de R$ 20 mil. Marcelo Dias participou de uma das ações, enquanto Paulo Rogério agiu em um segundo crime.

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