Cultura

Cinco discos para celebrar o Dia Mundial do Rock

diario da manha
GERMANY - SEPTEMBER 14: Photo of Jim Morrison, Sept. 1968; Frankfurt, Germany. (Photo by Michael Ochs Archives/Getty Images)

Amigo roqueiro, amigo boêmio, neste sábado é comemorado o Dia Internacional do Rock. É claro que a data não poderia passar em branco. E para saudar este gênero que mudou a história da música, nada melhor do que abrir aquela gelada e botar aquele vinil na vitrola. Pode ser “Are You Experience”, do guitarrista norte-americano Jimi Hendrix, ou “Abbey Road”, da maior banda de todos os tempos, The Beatles. 

Lembre-se, caro (a) leitor (a): hoje está liberado chamar aquela mina, ou aquele cara, e curtir a dois os grandes sucessos românticos do rock. Roqueiros também são pessoas que amam, e, no embalo desse sentimento que mexe com a cabeça da galera, canções do calibre de “Something”, dos Beatles, e “She´s Rainbow”, da banda inglesa Rolling Stones, foram escritas e são ainda hoje verdadeiros hinos da paixão.

Daí a vocação deste cronista roqueiro conservado em barris de destilado vagabundo para a famigerada dor de cotovelo nos botecos do glorioso bastião do alcoolismo, Setor Criméia Leste. Foram várias noites, no interior do Paraná, com a cabeça cheia de Presidente, conhaque barato e popular entre a galera do sul, curtindo o som e velho rock and roll. 

Enfim, amigo leitor, chega de blá, blá, blá e vamos ao que interesse: ligue o som, coloque aquele LP que te marcou e curta o bom e velho rock and roll. 

After School Session, 1957 – O segundo disco do guitarrista norte-americano Chuck Berry é considerado um dos precursores rock. Berry, que é tido como um dos melhores instrumentistas da história do gênero, dá aula neste trabalho. Se você é fã do estilo musical mais rebelde de todos, a audição de “After School Session” é obrigatória.  

The Doors, 1967 – Primeiro disco da banda de rock psicodélico californiana de mesmo nome, The Doors está com o nome gravado na história da música. Com clássicos como “Light My Fire”, “Break On Through” e “Back Door Man”, logo de cara nos deparamos com o som celestial do tecladista Ray Manzarek, com a batida em estilo jazz de John Desmonre, com a guitarra flamenca de Robby Krieger e com a voz em barítono de Jim Morrison. Obrigatório. 

Exile on Main St, 1972 – Misturando funk, soul, country e blues, Exile é até hoje considerado por muitos fãs o melhor trabalho dos Rolling Stones (ou apenas Stones, para os mais chegados). O disco, gravado numa mansão no sul da França, mostra uma banda que flertava perigosamente com os excessos, porém a sonoridade era impecável. Pelo contrário: o disco, da primeira à última música, é descaralhante. 

Barão Vermelho, 1982 – Este cronista que vos escreve jamais escondeu o gosto pelo rock visceral da banda carioca. Primeiro trabalho do grupo, “Barão Vermelho” mostra todo o lado enérgico deles. Cazuza, à época ainda um poeta ao estilo Allen Ginsberg, começava a selar famosa parceria com o guitarrista Roberto Frejat, uma das mais criativas do rock brasileiro e responsável por inúmeros sucessos, como “Pro Dia Nascer Feliz”, “Bete Balanço”, “Maior Abandonado”, entre outros. Barão é foda. 

Nação Zumbi, 1996 – Tantas outras bandas poderiam ocupar este lugar, berra o leitor, mas eu digo: não! Nação Zumbi, especialmente em seu primeiro disco homônimo, é considerado um divisor de águas no rock brasileiro. Neste disco, guitarras distorcidas se fundem com o maracatu, dando um ar diferenciado a um álbum fora do comum. Isso nem falar nas letras de Chico Science.  

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