Cultura

Fotógrafo retrata força da natureza em imagens

A beleza de um dos países com maior atividade sísmica do Planeta pelas lentes de Dody Kusuma

diario da manha
Foto: Dody Kusuma/ Reprodução

Leon Carelli (DMRevista)

A Indonésia é o quarto país mais populoso do planeta. Abriga 3,5% de toda a população mundial, com 265 milhões de habitantes (50 milhões a mais que o Brasil). Apesar desse dado expressivo, pouco se fala sobre o país em grandes meios de comunicação brasileiros, o que cria certo distanciamento cultural entre as duas nações.

Nos últimos meses, o país tem passado por vários desastres naturais, devido à região onde se encontra, conhecida como Anel do Fogo, onde a atividade sísmica é constante. Em setembro, um tsunami atingiu o país, deixando mais de 2.200 mortos, 1.075 desaparecidos, 10 mil feridos e 70 mil desabrigados. A catástrofe aconteceu na ilha de Celebes, que abriga cerca de 18 milhões de moradores.

Na matéria de hoje, o leitor conhecerá o trabalho do fotógrafo indonésio Dody Kusuma, um dos vencedores do concurso National Geographic Traveler de 2013. Seus trabalhos estão bastante presentes em várias revistas de turismo. Kusuma é natural da cidade de Blitar, mas hoje vive em Jacarta, capital da Indonésia, e tem como primeira profissão um cargo de consultor de segurança.

Em maio de 2017, o site Culture Trip publicou um artigo informativo sobre fotógrafos indonésios. o Texto “10 Indonesian Photographers You Need to Know About”, da autora Edira Putri, tem ajudado a divulgar mundialmente os grandes nomes da fotografia daquele país, que é formado por um conjunto de grandes ilhas e tem extensão transcontinental, pegando parte do sudeste asiático e da Oceania.

“Como um belo país de fascinante cultura e povo, não é surpresa que a Indonésia tenha criado tantos grandes fotógrafos. De viajantes à românticos especialistas de imagens, trata-se de um nicho que merece ser conhecido pelos amantes da fotografia”, introduz a autora, que além de Kusuma cita outros nomes importantes como Rio Wibowo e Diera Bachir.

A última última postagem no Instagram de Kusuma (datada de 20 de julho) mostra que o artista tem se dedicado cada vez mais à fotografia. Atualmente ele está na Islândia, país no extremo norte da Europa. Ele também esteve recentemente em Bergen, na Noruega, e em Amsterdam, capital da Holanda.

“Dody Kusuma não baixará sua câmera tão cedo. Depois de ter ganhado o concurso da National Geographic em 2013, continua explorando ativamente o mundo, coletando cada vez mais momentos em forma de imagens de tirar o fôlego”, comentou Edira Putri do Culture Trip, em uma analogia entre a arma de fogo e a câmera, ambos instrumentos de trabalho de Kusuma. Além de registrar momentos típicos do modo de vida indonésio, também se dedica a fotografias fashion em estúdio.

Polícia

Uma das grandes curiosidades que envolvem o nome de Dody Kusuma é seu primeiro ofício, o de consultor de segurança em uma empresa particular da cidade de Jacarta. “Fora de meu trabalho diário, encontro satisfação criativa através da fotografia”, conta o fotógrafo em seu site oficial, onde também expõe alguns veículos que já usufruíram de suas imagens.

“Meu trabalho tem sido publicado na mídia internacional: The Times, The Telegraph, The Guardians, Daily News, Huffington Post, Garuda Indonesia, etc”. Seu grande momento de reconhecimento foi em 2013, no National Geographic Traveler Photo contest, quando venceu na categoria Escolha do Público, desbancando outros 15 mil concorrentes de todas as partes do mundo.

Em sua conta no Instagram, Dody Kusuma compartilha fotos e vídeos com seus mais de 23 mil seguidores um diário de viagens. Em sua última aparição, no dia 7 de janeiro, registrou um chimpanzé. Através da página, somos apresentados a uma visão mais informal do policial-fotógrafo, bem como da própria Indonésia.

As imagens percorrem por feiras, espaços sagrados, fauna, flora, culinária, e até mesmo por paisagens subaquáticas. Em sua página do Twitter, onde é ativo desde 2010, Kusuma mantém o hábito de passar mensagens motivadoras para seus seguidores. “Toda boa oportunidade nunca será a mesma, e só será mesmo boa sorte se estivermos em condições de aceitar e se de trabalhá-la com todos os nossos recursos humanos”, publicou o fotógrafo no dia 30 de dezembro. 

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