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Nissan faz expedição pela história no Sul do País

Segunda edição do projeto desenvolvido pela Nissan terá mais duas etapas

diario da manha
Expedição Nissan

Uma viagem pela história, natureza e cultura do sul do País. Assim pode ser definida a primeira etapa da “Expedição Nissan: Na Rota dos Patrimônios do Brasil”. Depois de três dias de viagem e cerca de 1.000 km rodados, o comboio chegou no último dia 28, em Foz do Iguaçu, no Paraná. O ponto de partida foi Passo Fundo, no Rio Grande do Sul.

Participamos da expedição a convite da Nissan. A experiência de integrar a etapa de abertura da segunda edição do ousado projeto da marca japonesa contamos aqui.

O objetivo da Expedição Nissan é mostrar um pouco de tudo que a história do Brasil relata. Só que poucos têm acesso à origem, aos pontos físicos de lutas, desejos, desafios, coragem, sacrifícios, etc. A Nissan vai lá na origem.

A Nissan faz esse desafio na sua proposta de percorrer os pontos mais distantes do País, onde a história de povos, cultura, tradições e a natureza não se perderam totalmente no tempo.

Conservação e preservação como palavras de ordem

Preservação e conservação são as palavras de ordem. Objetivo é fazer com que a rica herança dos antigos, culturas e a vida selvagem em extinção possam fazer parte de forma permanente da vida conteporânea e das gerações futuras. Não basta que a história seja contadas em páginas de livros ou escritos mais remotos. É preciso preservá-la na sua origem.

Pessoas abnegadas preservam parte de construções centenárias e reconstroem a história. Elas seguem os passos e os hábitos dos povos que habitaram a região centenas de anos passados e buscam garantir que sejam preservadas.

Ruínas de São Miguel das Missões

Outros cuidam da fauna e da flora e garantem, mesmo que de forma mais tímida, a sequência da vida animal e vegetal. É preciso reconhecer a importância do trabalho de cada uma dessas pessoas.

Imersão no passado

A Expedição Nissan: Na Rota dos Patrimônios do Brasil começa a fazer uma nova imersão no passado. Para percorrer trechos de difícil acesso, foram utilizadas nesta etapa 14 unidades da picape Nissan Frontier 4×4, turbodiesel, de 190 cv, modelo que agora é fabricado na Argentina.

Assim foi na primeira edição do projeto, no final de 2017 e começo de 2018, batizado de “Expedição Nissan: À procura do início do Brasil”. A diferença entre as picapes empregadas nessa edição da Expedição Nissan é que aquelas eram produzidas no México.

 Na primeira edição do projeto a Nissan percorreu as regiões Norte, Nordeste, Centro-Oeste e Sudeste. Nessas localidades enfrentou os mais difíceis e remotos acessos a bordo da picape Frontier. Tudo para ir de encontro às riquezas das artes rupestres encrustadas em paredões de pedras nos mais longínquos e inóspitos ambientes naturais.

Foi nessa oportunidade nossa primeira participação no projeto, que acabou sendo premiado mundialmente pelos objetivos da sua proposta.

Ponto de partida

O ponto de partida da “Expedição Nissan: Na Rota dos Patrimônios do Brasil” foi a cidade de Passo Fundo, no Rio Grande do Sul. Dali foram percorridos os Estados de Santa Catarina e Paraná, com uma passagem pela Argentina, em especial pelo interior do Parque Nacional do Iguaçu, naquele País. O ponto final foi Foz do Iguaçu, diante das belezas das Cataratas.   

A expedição começou com uma visita ao Museu do Automobilismo Brasileiro, ainda em Passo Fundo. Desta cidade o grupo de jornalistas convidados, em duplas na Frontier, partiu para os primeiros 300 km da aventura.

No primeiro dia, os expedicionários tiveram uma imersão em duas importantes ruínas das missões jesuíticas do Rio Grande do Sul. O grupo visitou as ruínas de São João Batista e São Miguel das Missões. Ambas são consideradas patrimônios históricos e são geridas pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN).

Ruínas de São Miguel das Missões

O segundo dia da “Expedição Nissan: Na Rota dos Patrimônios do Brasil” foi dedicado ao deslocamento do Rio Grande do Sul à Santa Catarina. O destino era o Parque Nacional do Iguaçu, no Paraná. Foram percorridos 500 km em trechos asfaltados e de fora de estrada do entre os dois Estados.

Nissan Frontier

O deslocamento colocou à prova as qualidades e toda a tecnologia da picape argentina. O veículo não foi polpado de ter que transpor os mais variados obstáculos.

A Nissan Frontier atravessou córregos e enfrentou lama, pedra e barro ao longo estradas vicinais por onde a  expedição passou para alcançar seus objetivos. Quando foi mais exigida, a tração 4×4 do modelo resolveu fácil a situação.

Em seu terceiro dia na estrada, os expedicionários saíram de Dionísio Cerqueira, em Santa Catarina, em direção ao Parque Nacional do Iguaçu, na região da tríplice fronteira. A expedição passou pela Argentina, onde percorreu mais de 150 km para chegar a um dos patrimônios mais importantes do Brasil.

Lá, além conhecerem mais sobre a fauna, a flora e também sobre o trabalho de preservação das onças-pintadas realizado dentro do parque. O projeto “Expedição Nissan: Na Rota dos Patrimônios do Brasil” prossegue em 2020, com mais duas etapas.

“Expedição Nissan”

A Expedição Nissan voltou às estradas seguindo o mesmo conceito da primeira edição do projeto, realizada em 2017 e 2018. Ou seja: o compromisso da Nissan de estar cada vez mais presente no dia a dia dos brasileiros, unindo os produtos da marca com ações que contribuam com o país.

Não é um passeio para falar do produto. É sim uma expedição temática para contribuir com a divulgação de patrimônios e aspectos históricos, culturais e naturais do Brasil.

A nova edição da Expedição Nissan está percorrendo estradas e trilhas com um novo tema. Se na primeira o foco foram as pinturas rupestres, agora os expedicionários irão seguir na “Rota dos Patrimônios do Brasil”.

Pesquisadores e especialistas

Mas as características que tornaram o projeto um sucesso para a divulgação das riquezas do país estão todas mantidas. Além de irem aos locais que ressaltam o tema do projeto, há o acompanhamento de pesquisadores e especialistas em cada lugar. Há também imersão na rica cultura e tradições das regiões por onde passa a frota de picapes Nissan Frontier.

Outra novidade está exatamente ligada à Nissan Frontier. A expedição está formada por uma frota de 14 picapes produzidas na fábrica de Córdoba, na Argentina. As novas picapes argentinas têm ainda mais versões. Elas ganharam mais equipamentos e evoluções mecânicas.

A Nissan Frontier é mais do que força, por isso uma combinação de tecnologias permite extrair o máximo em desempenho no fora-de-estrada e garantir uma condução confortável, fundamental para superar os longos trechos percorridos pela expedição.

O conceito diferenciado, que valoriza a divulgação histórica e cultural e destaca o dia a dia das regiões visitadas, ao mesmo tempo que garante uma experiência real de condução de um veículo, fez a “Expedição Nissan” receber inúmeros reconhecimentos.

Dois reconhecimentos foram o Prêmio Aberje 2018, na categoria Eventos, e Certificate of Excellence do SABRE Awards Latin America 2018. E o livro que resume a primeira edição do projeto acaba de receber o Prêmio Aberje 2019 na categoria Publicação Especial.

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