Economia

FCO: aprovado R$ 191,5 milhões em investimentos

Reunião ordinária foi realizada na SED. Ao todo, foram 100 cartas-consulta para as áreas empresarial e rural

diario da manha

 

Da Assessoria

O Fundo Constitucional de Financiamento do Centro-Oeste (CDE/FCO) aprovou, em reunião ordinária realizada na quinta-feira (21) na Secretaria de Desenvolvimento Econômico – comandada pelo vice-governador José Eliton –, 100 cartas-consulta para as áreas empresarial e rural, que vão proporcionar investimentos na ordem de R$ 191,5 milhões para o setor produtivo goiano.

A assembleia foi presidida pelo superintendente-executivo da SED, Luiz Maronezi, e contou com a coordenação do secretário-executivo do CDE/FCO, Orcino Gonçalves Júnior. Também participaram, pela SED, os superintendentes executivos de Indústria, Victor Hugo de Queiroz, de Agricultura, Antônio Flávio de Lima, e o superintendente de Comércio Exterior, Luiz Medeiros.

Do total dos recursos, R$ 144,4 milhões foram destinados para empresas de porte pequeno, R$ 23,1 milhões; pequeno-médio, R$ 11,9 milhões; médio, R$ 41,3 milhões; e de grande porte, 68 milhões. A área rural receberá aportes de R$ 47,1 milhões, subdivididos nos grupos: Mini, R$ 9 milhões; Pequeno, 27 milhões; Pequeno-Médio 5,5 milhões; e Médio, R$ 5,4 milhões. As empresas contempladas estão instaladas em 22 municípios goianos. Elas atuam no segmento industrial, de comércio e serviços, infraestrutura, turismo, rural e integração rural e vão gerar 878 novos empregos em Goiás.

Maronezi ressaltou a importância do FCO como instrumento de desenvolvimento do Estado: “Nesse momento delicado da economia é que precisamos injetar recursos no setor produtivo, para que os efeitos da crise sejam amenizados”. O superintendente Antônio Flávio de Lima disse que entende a importância dos demais segmentos, mas defendeu o fortalecimento da cadeia do agronegócio: “O Brasil foca muito no setor automobilístico. Entendemos que todos os segmentos precisam de apoio, mas devemos dar especial atenção no que somos mais competentes”, ponderou.

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