Economia

Melhora a confiança do empresário industrial

diario da manha

O Índice de Confiança do Empresário Industrial (ICEI) alcançou 56,9 pontos em junho. A alta de 0,4 pontos em relação a maio interrompe uma série de quatro quedas consecutivas do indicador, que está 2,4 pontos acima da média histórica, de 54,5 pontos. As informações são da pesquisa divulgada nesta quarta-feira, 19 de junho, pela Confederação Nacional da Indústria (CNI). Os indicadores do ICEI variam de zero a cem pontos. Quando estão acima dos 50 pontos indicam empresários confiantes.

Conforme o levantamento, o índice deste mês é 7,3 pontos superior ao de junho do ano passado, quando o otimismo dos empresários foi fortemente afetado pela greve dos caminhoneiros. “A expectativa de aprovação da reforma da Previdência deve ter provocado o ajuste nas expectativas e na confiança do empresário. De todo modo, é necessário uma melhora das condições efetivas dos negócios para alavancar a confiança dos agentes”, afirma o economista da CNI Marcelo Azevedo. O ICEI é importante porque antecipa tendências da economia. Empresários confiantes tendem a fazer investimentos, aumentar a produção e criar empregos, fatores decisivos para o crescimento da economia.

O aumento da confiança em junho é resultado da melhora das perspectivas dos empresários em relação ao desempenho das empresas e da economia nos próximos seis meses. O indicador de expectativas subiu 0,9 pontos frente a maio e ficou em 61,7 pontos em junho. No entanto, o índice de condições atuais caiu para 47,6 pontos, 0,2 ponto abaixo do registrado em maio, e continua abaixo da linha divisória dos 50 pontos, que separa percepção de piora das condições atuais da percepção de melhora. “Ainda que os empresários percebam piora nas condições correntes de seus negócios, as perspectivas para os próximos seis meses tornaram-se mais otimistas”, afirma a a CNI.

SETORES E REGIÕES – De acordo com a pesquisa, o otimismo é maior nas grandes empresas, segmento em que o ICEI de junho ficou estável em 57,6 pontos. Nas médias, o índice subiu um ponto em relação a maio e alcançou 56,7 pontos. Nas pequenas, o ICEI cresceu 0,7 pontos e ficou em 55,8 pontos.  Na avaliação por segmento da indústria, o ICEI é menor na indústria extrativa. Nesse setor, a confiança caiu 2,2 pontos em relação a maio e ficou em 54,3 pontos neste mês e está 0,5 ponto abaixo do registrado em junho do ano passado. “O ICEI da indústria extrativa também é o único que aponta queda da confiança na comparação com junho do ano passado”, informa a pesquisa. Na indústria de transformação, o ICEI deste mês alcançou 57,1 pontos e o da construção ficou em 57 pontos.

O aumento da confiança em junho é resultado da melhora das perspectivas dos empresários em relação ao desempenho das empresas e da economia nos próximos seis meses. O indicador de expectativas subiu 0,9 pontos frente a maio e ficou em 61,7 pontos em junho. No entanto, o índice de condições atuais caiu para 47,6 pontos, 0,2 ponto abaixo do registrado em maio, e continua abaixo da linha divisória dos 50 pontos, que separa percepção de piora das condições atuais da percepção de melhora. “Ainda que os empresários percebam piora nas condições correntes de seus negócios, as perspectivas para os próximos seis meses tornaram-se mais otimistas”, afirma a a CNI.

SETORES E REGIÕES – De acordo com a pesquisa, o otimismo é maior nas grandes empresas, segmento em que o ICEI de junho ficou estável em 57,6 pontos. Nas médias, o índice subiu um ponto em relação a maio e alcançou 56,7 pontos. Nas pequenas, o ICEI cresceu 0,7 pontos e ficou em 55,8 pontos.  Na avaliação por segmento da indústria, o ICEI é menor na indústria extrativa. Nesse setor, a confiança caiu 2,2 pontos em relação a maio e ficou em 54,3 pontos neste mês e está 0,5 ponto abaixo do registrado em junho do ano passado. “O ICEI da indústria extrativa também é o único que aponta queda da confiança na comparação com junho do ano passado”, informa a pesquisa. Na indústria de transformação, o ICEI deste mês alcançou 57,1 pontos e o da construção ficou em 57 pontos.

tags:

Comentários

Mais de Economia