Entretenimento

13 de dezembro na História

diario da manha
Quadro ‘Batalha do Avaí’, representando a Guerra do Paraguai, pintado por Pedro Améric

EVENTOS HISTÓRICOS:

1865 — Guerra do Paraguai: o Pa­raguai declara guerra ao Brasil. A Guerra do Paraguai foi o maior con­flito armado internacional ocorrido na América do Sul. Foi travada entre o Paraguai e a Tríplice Aliança, com­posta pelo Brasil, Argentina e Uru­guai. A guerra estendeu-se de de­zembro de 1864 a março de 1870. É também chamada Guerra da Trípli­ce Aliança (Guerra de la Triple Alian­za), na Argentina e no Uruguai, e de Guerra Grande, no Paraguai.

1962 — Tanzânia: o Tanganhica se torna independente da Inglaterra.

1968 — O governo brasileiro, em uma ditadura militar, decreta o Ato Institucionalnº 5(AI-5), instrumen­to de abuso e perseguição aos civis. O Ato Institucional Número Cinco (AI-5) foi o quinto de dezessete gran­des decretos emitidos pela ditadu­ra militar nos anos que se seguiram ao golpe de estado de 1964 no Brasil. Os atos institucionais foram a maior forma de legislação durante o regi­me militar, dado que, em nome do “Comando Supremo da Revolução” (liderança do regime), derrubaram até a Constituição da Nação, e fo­ram aplicadas sem a possibilidade de revisão judicial. O AI-5, o mais se­vero de todos os Atos Institucionais, foi emitido pelo presidente Artur da Costa e Silva em 13 de dezembro de 1968. Isso resultou na perda de man­datos de parlamentares contrários aos militares, intervenções ordena­das pelo presidente nos municípios e estados e também na suspensão de quaisquer garantias constitucio­nais que eventualmente resultaram na institucionalização da tortura, co­mumenteusadacomoinstrumento pelo Estado. Somente em 13 de ou­tubro de 1978, no governo Ernesto Geisel, foi promulgada a emenda constitucional nº 11, cujo artigo 3º revogava todos os atos institucionais e complementares que fossem con­trários à Constituição Federal. Diz a emenda: “ressalvados os efeitos dos atos praticados com bases neles, os quais estão excluídos de apreciação judicial”, restaurando o habeas cor­pus. A emenda constitucional en­trou em vigor no dia 1 de janeiro de 1979, como parte da abertura polí­tica iniciada em 1974. Alguns dos pontos presentes no AI-5: A permissão para o gover­no federal, sob pretexto de “se­gurança nacional”, para intervir em estados e municípios, sus­pendendo as autoridades locais e nomeando interventores fe­derais para dirigir os estados e os municípios;

A censura prévia de música, ci­nema, teatro e televisão (uma obra poderia ser censurada até mesmo por motivos vagos, como subver­são da moral ou dos bons costumes) e a censura da imprensa e de outros meios de comunicação;

A ilegalidade das reuniões po­líticas não autorizadas pela polícia; houve também diversos toques de recolher em todo o país.

A suspensão do habeas corpus por crimes de motivação política.

O poder do presidente da re­pública de destituir sumariamen­te qualquer funcionário público, in­cluindo políticos oficialmente eleitos e juízes, se eles fossem subversivos ou não-cooperativoscomoregime. Este podereraamplamenteutilizadopara desocuparosassentosdosmembros da oposição no poder legislativo, de modoqueaseleiçõesfossemrealiza­das como de costume, mas a com­posição do legislativo resultante das eleições seria dramaticamente alte­rada pela cassação de mandatos de parlamentares da oposição, efetiva­mentetransformandoaslegislaturas federais, estaduais e municipais em corpos subordinados aos militares.

Opoderdopresidentededecre­tar a suspensão dos direitos políticos dos cidadãos considerados subversi­vos, privando-os por até dez anos da capacidade de votação ou de eleição;

A legitimidade instantânea de certos tipos de decretos emi­tidos pelo Presidente, que não fo­ram sujeitos a revisão judicial. De acordo com essas disposições, os Atos Institucionais, e qualquer ação baseada em um Ato Institucional (como um decreto que suspen­de direitos políticos ou remove al­guém do cargo), não estavam su­jeitas a revisão judicial.

AI – 5: a ditadura militar no Brasil perseguiu, prendeu, torturou e matou centenas de civis ao longo de 21 anos

 

1974 — Malta torna-se uma re­pública.

1981 – O Clube de Regatas do Fla­mengo conquista a Copa Européia/ Sul-Americanasagrando-secampeão mundialapósvencerem3–0oLiver­pool Football Club.

1992– OclubebrasileiroSãoPaulo Futebol Clube conquista a Copa Eu­ropéia/Sul-Americana após vencer , por 2×1 o Fútbol Club Barcelona.da Espanha de virada

2001— Lançamentodacédulado Brasil: 2 reais.

2003 — Depois de vários meses sem paradeiro conhecido, o ex-pre­sidenteiraquianoSaddamHusseiné localizadoescondidodastropasalia­das num abrigo subterrâneo.

2007–O jornalista e escritor Cícero Sandroni assume a presidência da Academia Brasileira de Letras.

2013— BeyoncéKnowlesliberaseu novo álbum de surpresa no iTunes, quebrando recordes, dominando a mídiaemarcandoaindústriamusical.

2016 — Aprovada pelo Sena­do brasileiro a PEC 55, conheci­da como PEC do Teto.

 

 

MORTES:

1204 — Maimónides (n. 1138).

1466 — Donatello, escultor italiano (n. 1386).

1603 — François Viète, mate­mático francês (n. 1540).

1721 — Alexander Selkirk, marinheiro escocês (n. 1676). Ele foi um marinheiro escocês que passou quatro anos como náufrago após ser abandona­do em uma ilha deserta. Su­põe-se que suas aventuras te­nham inspirado Daniel Defoe a compor o clássico da litera­tura Robinson Crusoe.

1769 — Christian Fürchte­gott Gellert, escritor alemão (n. 1715).

1784 — Samuel Johnson, le­xicógrafo inglês (n. 1709).

1840 — Louis de la Bour­donnais, enxadrista francês (n. 1797).

1926 — Simões de Almeida, escultor português (n. 1884).

1930 — Fritz Pregl, químico austríaco (n. 1869).

1931 — Gustave Le Bon, psi­cólogo francês (n. 1841).

1934 — Thomas Augustus Watson, inventor norte-ame­ricano (n. 1854).

1935 — Victor Grignard, quí­mico francês (n. 1871).

1944 — Wassily Kandinsky, pintor russo (n. 1866). Ele foi um artista plástico russo, pro­fessor da Bauhaus e introdu­tor da abstração no campo das artes visuais. Apesar da origem russa, adquiriu a na­cionalidade alemã em 1928 e a francesa em 1939.

1988— María TeresaLeónGoyri, escritora espanhola (n. 1903).

1994 — Olga Rubtsova, enxa­drista russa (n. 1909).

2001 — Chuck Schuldiner, músico estadunidense (n. 1967).

2008 — Horst Tappert, ator alemão (n. 1923).

2009 — Paul Samuelson, econo­mista norte-americano (n. 1915).

Escultura em homenagem ao marinheiro e náufrago escocês Alexander Selkirk

 

EVENTOS ESPECIAIS

Dia do Cego e do oculista

Dia do Marinheiro

Dia do Pedreiro

Dia do engenheiro avaliador e perito de engenharia

Dia Nacional do Forró

Feriado municipal em Luziâ­nia e Ourinhos – dia de Santa Lu­zia e aniversário dessas cidades

Feriado municipal em Ibi­pitanga, Mossoró, Passa Quatro e dezenas de outros municípios – dia de Santa Luzia, padroeira dessas cida­des. A relação de cidades que comemora-se o dia da pa­droeira Santa Luzia é longa e atinge dezenas de cidades

 

NASCIMENTOS:

1807 — Almirante Tamandaré, pa­trono da Marinha do Brasil (m. 1897).

1814 — Ana Nery, precursora da en­fermagem no Brasil (m. 1880).

1797 — Heinrich Heine, poeta ale­mão(m. 1856). Elefoiumpoetaromân­tico alemão, conhecido como “o últi­mo dos românticos”. Boa parte de sua poesia lírica, especialmente a sua obra de juventude, foi musicada por vários compositores notáveis como Robert Schumann, FranzSchubert, FelixMen­delssohn, Brahms, Hugo Wolf, Richard Wagner e, já no século XX, por José Ma­ria Rocha Fereira, Hans Werner Henze e Lord Berners. O Brasil também se en­contra presente na obra de Heine. No poema O Navio Negreiro, do original alemão Das Sklavenschiff, de 1853/54, oescritoralemãoretrataacondiçãodos prisioneirosdeumnavionegreiroapor­tado no Rio de Janeiro. O poema foi base de inspiração para o escritor brasileiro Castro Alves, em seu poema também intituladodeONavioNegreiro. NoBra­sil, Heine foi admirado por diversos es­critoresbrasileiros, entreelesMachado deAssis. AlémdeMachado, muitosou­tros também traduziram o escritor ale­mão, comooseucontemporâneoGon­çalves Dias e também Raul Pompéia, Alphonsus de Guimaraens, Fagundes Varela, ManuelBandeiraeAndré Valias.

1816 — Werner von Siemens, in­ventor e industrial alemão (m. 1892). Ele foi um inventor e industrial alemão responsávelpordiversasinvenções, tais comootelégrafodeponteiro, oelevador elétrico, o fotômetro de selênio, o gera­dor elétrico e o dínamo elétrico de cor­rentealternada. Foiaindaoconstrutordas primeiraslinhasdetelégrafodaEuropa eum dosfundadores doconglomerado Siemens AG. Seu nome–siemens (sím­bolo: S)–é uma unidade do Sistema In­ternacionaldeUnidades(SI) quemede a condutância elétrica e a admitância.

1839 — Pedro Luís Pereira de Sou­sa, poeta, advogado e político brasilei­ro (m. 1884).

1902— TalcottParsons, sociólogoes­tadunidense (m. 1979).

1908— PlinioCorrêadeOliveira, jor­nalista, pensador e líder católico brasi­leiro, fundador da TFP (Sociedade Bra­sileira de Defesa da Tradição, Família e Propriedade) (m. 1995).

1910 — Van Heflin, ator norte-ame­ricano (m. 1971).

1912 — Luiz Gonzaga, músico bra­sileiro, conhecido como “rei do baião” (m. 1989). Elefoiumcompositorecan­tor brasileiro. Conhecido como o Rei do Baião, ele foi uma das mais com­pletas, importantes e inventivas figu­ras da música popular brasileira. Can­tando acompanhado de sua sanfona, zabumba e triângulo, levou as festas juninas e os forrós pé-de-serra, bem como o relato sobre a pobreza, as tris­tezas e as injustiças de sua árida terra, o sertão nordestino, ao resto do país, numa época em que a maioria des­conhecia o baião, o xote e o xaxado. Admirado por músicos como Dori­val Caymmi, Gilberto Gil, Raul Seixas, Caetano Veloso, o genial instrumen­tista e sofisticado criador de melodias e harmonias ganhou notoriedade com as antológicas canções “Baião” (1946), “Asa Branca” (1947), “Siridó” (1948), “Juazeiro” (1948), “Qui Nem Jiló” (1949) e “Baião de Dois” (1950).

1925 — Dick Van Dyke, ator esta­dunidense.

1934–Tião Carreiro, cantor, compo­sitor e violeiro sertanejo brasileiro (m. 1993). Elefoiumcantoreinstrumentis­tabrasileirodemúsicasertanejaderaiz que influenciou muitas duplas com o seu estilo. Tião Carreiro foi o precursor do “Pagode”, ritmo que ousou em criar com base na viola e em seu ponteado. As letras de seu pagode contemplam a magiadavidanaroçaenalabutacaipi­ra. Morreuem15deoutubrode1993aos 58 anos por complicações da diabetes.

1934–Adélia Prado, poetisa e contista brasileira. Elaéumapoetisa, professora, filósofa e contista brasileira ligada ao Mo­dernismo. Seustextosliteráriosretratam ocotidianocomperplexidadeeencan­to, norteadospelafécristãepermeados peloaspectolúdico, umadascaracterís­ticasdeseuestiloúnico. Em1976, enviou omanuscritodeBagagemparaAffonso Romano de Sant’Anna, que exercia na imprensacríticaliteráriaassinandouma coluna no Jornal do Brasil. Admirado, aca­bou por repassar os manuscritos a Car­losDrummonddeAndrade, queincen­tivou a publicação do livro pela Editora Imago em artigo do mesmo periódico. Professora por formação, ela exerceu o magistério durante 24 anos, até que a carreira de escritora tornou-se a ativi­dade central. Em termos de literatura brasileira, o surgimento da escritora re­presentou a revalorização do feminino nasletrasedamulhercomoserpensan­te, tendo-se em conta que Adélia incor­pora os papéis de intelectual e de mãe, esposa e dona-de-casa.

1949–Tom Verlaine, guitarristadaban­da estadunidense Television.

1949–Flora Gomes, cineasta gui­neense.

1957— SteveBuscemi, ator, roteirista e diretor de cinema norte-americano.

1960 — José Eduardo Agualusa, es­critor angolano.

1967–Jamie Foxx, ator e músico es­tado-unidense.

1979 — Eduardo Costa, cantor bra­sileiro.

1981 — Amy Lee, cantora estaduni­dense (Evanescence).

1989 — Taylor Swift, cantora, com­positora, produtora musical, instru­mentista e atriz norte-americana.

 

O poeta alemão Christian Johann Heinrich Heine

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