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Ópera do Malandro visa romper limites entre erudito e popular

diario da manha

 

As produções musicais do Itego em Artes Basi­leu França não param. A tradicional Ópera do Malan­dro, de Chico Buarque, coroa a programação musical no dia 12 de dezembro, às 20 horas, no Teatro Basileu França (Av. Universitária, 1750, Setor Uni­versitário). Os ingressos ante­cipados custam R$ 10 e podem ser adquiridos na Produção Cultural da escola. Na bilhete­ria o valor será de R$ 20 no dia do espetáculo.

Ópera do Malandro é uma apresentação de formatura dos alunos do curso Técnico em Música do Basileu França, cuja exibição mescla orques­tra, canto popular e diversos tipos de instrumentos musi­cais. A releitura do musical de Chico Buarque, com arranjos de Marcos Rossetti e Marco Antônio Izzo, envolve música, teatro e dança. O Coletivo Ba­sileu é um grupo formado por professores e alunos de música do Itego em Artes Basileu Fran­ça, com direção geral de Na­taly Brum, direção musical de Marcos Rossetti, direção vocal de Marco Antônio Izzo e pre­paração de atores (direção cê­nica) de Lourenzo Silva, além da direção de produção coor­denada pelo Departamento de Música do Basileu França.

As canções da Ópera do Ma­landro foram escritas por Chico Buarque no final dos anos 70 e têm como pano de fundo o sub­mundo de crime e exploração humana em um período de di­tadura. Estão no repertório mú­sicas como Geni e o Zepelim, Vi­ver do Amor, O Casamento dos Pequenos Burgueses, Doze Anos, Uma Canção Desnaturada, Te­rezinha, Folhetim, Se eu Fosse o teu Patrão, Pedaço de Mim, Ho­menagem ao Malandro, entre outras.

Neste espetáculo o Coletivo Ba­sileu tem como cantores/atores: Guto Rocha, Jôicy Salgado, Vere Lima, Alex Nascimento, Marcos Leibniz, Janaína Perillo, Kelves Vi­nícius, Lindalva Oliveira, Ricardo Machado, Lizz Miranda, Hérika Biases e Helder Naasson.

Segundo o diretor musical e professor de Prática de Conjun­to do Basileu França, Marcos Rossetti, a proposta do Coletivo Basileu é de “romper limites en­tre músicas eruditas e popula­res, numa abordagem minima­lista, com arranjos e concepção musical coletivos”.

 

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