Entretenimento

Hoje na História

diario da manha
Revolução de 25 de Abril de 1974 em Portugal, conhecida como Revolução dos Cravos

ACONTECIMENTOS HISTÓRICOS:

404 a.C. – Atenas se rende a Espar­ta pondo fim à Guerra do Peloponeso (431-404 a.C.)

387 – Santo Agostinho, recebe o ba­tismo das mãos de Ambrósio, Bispo de Milão (340-397)

775 – Batalha de Bagrevande põe fim a uma rebelião armênia contra o Califado Abássida. O controle mu­çulmano sobre a Transcaucásiaé solidificado e começa a sua islami­zação, enquanto várias grandes fa­mílias naxarar armênias perdem o poder e seus remanescentes fogem para o Império Bizantino.

799 – Papa Leão III é atacado en­quanto se dirigia a cavalo de Latrão para San Lorenzo in Lucina para pre­sidir a uma procissão.

1185 – Batalha de Dan-no-u­ra: maior batalha naval da Guerra de Genpei, no Japão, onde a frota do clã Genzi, comandada por Minamoto no Yoshitsune, derrota a frota do clã Taira.

1512 – Selim I, assumiu o trono do Império Otomano derrubando seu pai Bayezid II, que morreu pouco depois.

1607 – Batalha de Gibraltar, episó­dio da Guerra dos Oitenta Anos, onde a frota holandesa destrói a armada es­panhola.

1707 – Batalha de Almansa: defen­sores do Burbons, sob o comando do Duque de Berwick, derrotam segui­dores dos Habsburgos, sob a lideran­ça do Conde de Galway, para assegu­rar o trono da Espanha.

1719 – É publicado o romance Ro­binson Crusoe de Daniel Defoe.

1792 – “La Marseillaise” (hino nacional francês) é composta por Claude Joseph Rouget de Lisle. – La Marseillaise (A Marselhesa, em portu­guês) é o hino nacional da França. Foi composto pelo oficial Claude Joseph Rouget de Lisle em 1792, da divisão de Estrasburgo, como canção revolucio­nária. A canção adquiriu grande popu­laridade durante a Revolução France­sa, especialmente entre as unidades do exército de Marselha, ficando conheci­da como A Marselhesa. Seu título era originalmente Canto de Guerra para o Exército do Reno. O hino foi composto por Rouget de Lisle, oficial do exército francês e músico autodidata, a pedido do prefeito de Estrasburgo, Philippe­-Frédéric de Dietrich, dias depois da declaração de guerra ao imperador da Áustria, em 25 de abril de 1792. O canto deveria ser um estímulo para encorajar os soldados no combate de fronteira, na região do rio Reno. A canção obteve su­cesso imediato e em pouco tempo, por intermédio de viajantes, chegou à Pro­vença, no sudeste da França. Um mês depois, a canção chegava a Paris com os soldados federados marselheses, que a cantaram durante todo o percur­so. Desde então, passou a ser associada à cidade de Marselha. No dia 4 de agos­to o jornal La Chronique de Parisevo­cou o canto dos marselheses, e seis dias depois ele seria entoado durante a fa­mosa tomada do Palácio das Tulherias. Em 20 de setembro de 1792, o exérci­to revolucionário, comandado pelo ge­neral Dumouriez, venceu a Batalha de Valmy, travada contra a nobreza fran­cesa e seus aliados austríacos e pru­ssianos, que tentavam derrubar o re­gime instaurado em 1789. Na ocasião, Servan de Gerbey, ministro da Guer­ra da França, escreveu a Dumouriez: “O hino conhecido pelo nome de La Marseillaise é o Te Deum da Repúbli­ca”. Em 1795, foi instituída pela Conven­ção como hino nacional. Claude-Jose­ph Rouget de Lisle (Lons-le-Saunier, 10 de maio de 1760 – Choisy-le-Roi, 26 de junho de 1836) foi oficial do exérci­to francês em Estrasburgo. Era um re­publicano moderado, o que quase le­vou-o à guilhotina durante o perído da Revolução Francesa conhecido como Terror. Rouget de Lisle é o autor da letra e da música do Chant de guerre pour l’armée du Rhin, composto em Estras­burgo na noite do 25 de abril ao 26 de abril de 1792, e que se tornou o hino na­cional francês sob o nome de “la Mar­seillaise” (A Marselhesa). O sucesso de sua composição acabou salvando-o. Morreu em Choisy-le-Roi em 1836. An­tes de sua morte, foi imortalizado em bronze pelo renomado escultor fran­cês Pierre Jean David[1] Os seus restos mortais encontram-se depositados no Hôtel des Invalides.

1804 – O reino georgiano ociden­tal de Imerícia aceita a suserania do Império Russo.

1859 – Início da construção do Canal do Suez.

1915 – Primeira Guerra Mundial: início da Campanha de Galípoli: a inva­são da península turca de Galípoli por tropas britânicas, francesas, indianas, da Terra Nova, da Austrália e da Nova Zelândia começa com o desembarque na enseada Anzac e no cabo Helles.

1916

Revolta da Páscoa: o Reino Unido declara lei marcial na Irlanda.

Dia Anzac é comemorado pela pri­meira vez o aniversário do desembar­que na enseada Anzac.

1920 – Na Conferência de San Remo, os principais Aliados da Pri­meira Guerra Mundial adotam uma resolução para determinar a alocação dos mandatos da Sociedade das Na­ções da Classe “A” para a administra­ção das antigas terras governadas pelo Império Otomano no Oriente Médio.

1945

Cinquenta nações se reúnem em São Francisco para iniciar a Conferên­cia das Nações Unidas sobre Organiza­ção Internacional.

As últimas tropas alemãs se retiram do solo finlandês na Lapônia, termi­nando a Guerra da Lapônia. Atos mili­tares da Segunda Guerra Mundial ter­minam na Finlândia.

1954 – A primeira célula solar prá­tica é demonstrada publicamente pela Bell Telephone Laboratories.

1956 – Fundação da Usiminas, uma empresa brasileira do setor si­derúrgico.

1959 – É aberta a navegação do ca­nal de São Lourenço, que une os Gran­des Lagos com o Atlântico.

1961 – Concedido a patente do cir­cuito integrado para Robert Noyce.

1974 – A Revolução dos Cravos derruba o estado novo comanda­da na altura por Marcello Caetano, abrindo assim as portas à democra­cia em Portugal. – A Revolução de 25 de Abril, também conhecida como Revolução dos Cravos, refere-se a um evento da história de Portugal resul­tante do movimento político e social, ocorrido a 25 de abril de 1974, que de­pôs o regime ditatorial do Estado Novo, vigente desde 1933, e que iniciou um processo que viria a terminar com a implantação de um regime democrá­tico e com a entrada em vigor da nova Constituição a 25 de abril de 1976, mar­cada por forte orientação socialista. Esta ação foi liderada por um movi­mento militar, o Movimento das For­ças Armadas (MFA), composto na sua maior parte por capitães que tinham participado na Guerra Colonial e que tiveram o apoio de oficiais milicianos. Este movimento surgiu por volta de 1973, baseando-se inicialmente em reivindicações corporativistas como a luta pelo prestígio das forças arma­das,[10] acabando por atingir o regi­me político em vigor. Com reduzido poderio militar e com uma adesão em massa da população ao movimento, a reação do regime foi praticamente inexistente e infrutífera, registando-se apenas quatro civis mortos e quaren­ta e cinco feridos em Lisboa, atingidos pelas balas da DGS. O movimento con­fiou a direção do País à Junta de Salva­ção Nacional, que assumiu os poderes dos órgãos do Estado. A 15 de maio de 1974, o General António de Spínola foi nomeado Presidente da República. O cargo de primeiro-ministro seria atri­buído a Adelino da Palma Carlos.[14] Seguiu-se um período de grande agita­ção social, política e militar conhecido como o Prec (Processo Revolucioná­rio Em Curso), marcado por manifes­tações, ocupações, governos provi­sórios, nacionalizações e confrontos militares que terminaram com o 25 de novembro de 1975. Estabilizada a conjuntura política, prosseguiram os trabalhos da Assembleia Constituin­te para a nova constituição democrá­tica, que entrou em vigor no dia 25 de abril de 1976, o mesmo dia das primei­ras eleições legislativas da nova Repú­blica. Na sequência destes eventos foi instituído em Portugal um feriado na­cional no dia 25 de abril, denominado como “Dia da Liberdade”. O cravo ver­melho tornou-se o símbolo da Revolu­ção de abril de 1974. Segundo se conta, foi Celeste Caeiro, que trabalhava num restaurante na Rua Braancamp de Lis­boa, que iniciou a distribuição dos cra­vos vermelhos pelos populares que os ofereceram aos soldados. Estes coloca­ram-nos nos canos das espingardas. Por isso se chama ao 25 de abril de 74 a “Revolução dos Cravos”.

1976 – Entrada em vigor da Cons­tituição portuguesa de 1976 que con­sagra a Democracia em Portugal. – A Constituição da República Portugue­sa de 1976 é a atual constituição por­tuguesa. Foi redigida pela Assembleia Constituinte eleita na sequência das primeiras eleições gerais livres no país em 25 de abril de 1975, 1º aniversário da Revolução dos Cravos. Os seus de­putados deram os trabalhos por con­cluídos em 2 de abril de 1976, data da sua aprovação, tendo a Constituição entrado em vigor a 25 de abril de 1976– na sua origem, tinha forte pendor so­cializante, arrefecido porém nas su­cessivas revisões constitucionais que adequaram Portugal aos princípios da economia de mercado vigentes no Velho Continente. Até ao momento, a Constituição de 1976, é a mais longa constituição portuguesa que alguma vez entrou em vigor, tendo mais de 32 000 palavras (na versão atual). Estan­do há 40 anos em vigor e tendo recebi­do 7 revisões constitucionais (em 1982, 1989, 1992, 1997, 2001, 2004 e 2005), a Constituição de 1976 já sofreu mais re­visões constitucionais do que a Carta Constitucional de 1826, a constituição portuguesa que mais tempo esteve em vigor: durante 72 anos (a qual, com cerca de 7 000 palavras na versão origi­nal, recebeu somente quatro revisões).

1982 – Acordos de Camp David: Is­rael devolve ao Egito o controle da penín­sula de Sinai após 15 anos de ocupação.

1983 – Pioneer 10 viaja além da órbita de Plutão. – Pioneer 10, son­da interplanetária norte-americana, foi uma missão interplanetária desenvol­vida a partir do Programa Pioneer, que consistiu no desenvolvimento e gestão de oito missões interplanetárias (Pio­neer 6, 7, 8, 9, 10, 11, Venus Orbiter e Venus Multiprobe). Também conhe­cida como Pioneer F, foi desenhada juntamente com a Pioneer 11 (ou G) para o cumprimento dos objetivos de­finidos no Pioneer Jupiter Mission. As Pioneer 10 e 11 receberam em seu cor­po principal placas de ouro caracteri­zando uma mensagem com a imagem humana, caso a Pioneer 10 ou 11 sejam interceptadas por seres extraterrestres.

1990 – Violeta Chamorro é empos­sada como nova presidente da Nicará­gua, derrotando o anterior presidente Daniel Ortega e tornou-se a primeira mulher a ocupar o cargo.

1996 – Os 34 países da Organiza­ção dos Estados Americanos (OEA) declaram guerra total contra o terro­rismo e aprovam um plano de ação para combatê-lo.

O Obelisco de Axum em 2009

2005 – A última peça do Obelisco de Axum é devolvida à Etiópia depois de ser roubada pelo exército italia­no invasor em 1937. – O Obelisco de Axum é um grande obelisco de grani­to, com 24 metros de altura, e 800 to­neladas de peso. É decorado com duas portas falsas na base, e decorações se­melhantes a janelas em todos os lados. O obelisco termina em uma parte se­micircular superior, que costumavam ser fechadas por armações metálicas. O monumento encontra-se na cida­de de Axum, na Etiópia. Foi erguido há aproximadamente 1700 anos, no auge do Império de Axum.

2007 – Funeral de Boris Iéltsin: o primeiro a ser sancionado pela Igre­ja Ortodoxa Russa para um chefe de Estado desde o funeral do Imperador Alexandre III em 1894.

2015 – Aproximadamente 9 100 pessoas morrem após um sismo de magnitude 7,8 graus atingir o Nepal. – Sismo do Nepal de 2015 foi um sismo de magnitude 7,8 na escala de Richter, ocorrido em 25 de abril de 2015, que resultou em milhares de feridos e mor­tos no Nepal, Índia, Bangladesh, Pa­quistão e China. O mais atingido foi o Nepal, sendo este o mais violento ter­remoto a atingir o país em 81 anos.[4] O governo nepalês declarou estado de emergência e mais de 4,6 milhões de pessoas foram afetadas pela tragé­dia. A duração do tremor variou entre 30 segundos e 2 minutos e ele foi sen­tido também na Índia, Bangladesh e no Tibet (China), além de ter provo­cado uma avalanche no Monte Eve­rest, onde causou a morte de dezoito alpinistas. Um segundo grande terre­moto ocorreu em 12 de maio de 2015, com uma magnitude de momento de 7,3. Mw. O epicentro foi perto da fron­teira com a China, entre a capital Cat­mandu e o Monte Everest. Mais de 65 pessoas foram mortas e mais de 1.200 ficaram feridas por conta deste tremor.

NASCIMENTOS:

1917 – Ella Jane Fitzgerald (Ne­wport News, 25 de abril de 1917 – Beverly Hills, 15 de junho de 1996) mundialmente conhecida como a “Primeira Dama da Canção” e “Lady Ella”, foi uma consagrada atriz, can­tora e compositora de jazz norte-a­mericana. Com uma extensão vocal que abrangia três oitavas, era notória pela pureza de sua tonalidade, sua dicção, fraseado e entonação impe­cáveis, bem como uma habilidade de improviso “semelhante a um ins­trumento de sopro”, particularmente no scat. Considerada uma das intér­pretes supremas do chamado Great American Songbook, teve uma car­reira que durou 59 anos, venceu 14 prêmios Grammy e recebeu a Me­dalha Nacional das Artes do presi­dente americano Ronald Reagan, bem como a Medalha Presidencial da Liberdade, do sucessor de Rea­gan, George H. W. Bush. Não raro, é apontada por críticos e músicos es­tadunidenses, como a maior canto­ra do século XX. No dia 25 de abril de 2013, o Google, fez uma home­nagem à Ella Fitzgerald criando um Doodle (um logotipo que homena­geia artistas, datas comemorativas, etc) e o colocando na página prin­cipal do site.

MORTES:

1988 Lygia Clark, pseudôni­mo de Lygia Pimentel Lins (Belo Horizonte, 23 de outubro de 1920 – Rio de Janeiro, 25 de abril de 1988) foi uma pintora e escultora brasileira contemporânea que se autointitula­va “não artista”. Em 1986, realiza-se, no Paço Imperial do Rio de Janeiro, o IX Salão de Artes Plásticas, com uma sala especial dedicada a Hé­lio Oiticica e Lygia Clark. A exposi­ção constitui a única grande retros­pectiva dedicada a Lygia Clark ainda em atividade artística. Em 25 abril de 1988, Lygia Clark faleceu de ataque cardíaco. Ela não se casou. Teve três filhos com Aluísio Clark Ribeiro: Ál­varo, Eduardo e Elisabeth.

Destruição após o Sismo do Nepal de 2015

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