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Hoje na História

diario da manha
A Primeira Missa no Brasil, quadro de Victor Meirelles

ACONTECIMENTOS HISTÓRICOS:

1336 — Francesco Petrarca sobe até ao cimo do Monte Ventor.–Fran­cesco Petrarca (Arezzo, 20 de julho de 1304 — Arquà, 19 de julho de 1374) foi um intelectual, poeta e humanista italiano, famoso, principalmente, de­vido ao seu romanceiro. É considera­do o inventor do soneto, tipo de poe­ma composto de 14 versos. Foi baseado no trabalho de Petrarca (e também de Dante e Boccaccio) que Pietro Bembo, no século XVI, criou o modelo para o italiano moderno, mais tarde adotado pela Accademia della Crusca. Pesqui­sador e filólogo, divulgador e escritor, é tido como o “pai do Humanismo”.[1] Mas esse grande latinista deve sua fama principalmente a seus poemas, redigi­dos em língua italiana.

1500 — Realizada a primeira missa no Brasil, pelo Frei Henrique de Coim­bra, O.F.M.–A primeira missa no Brasil foi celebrada por Henrique de Coim­bra, frade e bispo português, no dia 26 de abril de 1500 (6 de maio, no calen­dário atual), um domingo, na praia da Coroa Vermelha, em Santa Cruz Ca­brália, no litoral sul da Bahia.

1917 — Assinado o Acordo de Saint-Jean-de-Maurienne, sobre a futu­ra partilha do Império Otomano entre alguns dos Aliados da Primeira Guer­ra Mundial.

1933 — Fundação da Gestapo, a força policial secreta oficial da Alema­nha nazista.–Gestapo é o acrônimo em alemão de Geheime Staatspolizei, sig­nificando “polícia secreta do Estado”. Sob a administração geral da SS (Schut­zstaffel, em português “Tropa de Prote­ção”), era supervisada pela RSHA (Rei­chssicherheitshauptamt, em português Escritório Central de Segurança do Rei­ch) e considerada uma organização dual da Sicherheitsdienst e até 1939 uma parte da Sicherheitspolizei. Rei­nhard Heydrich foi o principal chefe de operações, sendo substituído por Heinrich Müller após o atentado con­tra a vida de Heydrich.

1937 — Guerra Civil Espanhola: Guernica é bombardeada pela Luftwaf­fe (força aérea alemã).–O Bombardeio de Guernica em 26 de abril de 1937 foi um ataque aéreo por aviões alemães da Legião Condor durante a Guerra Civil Espanhola no País Basco. Coordena­do por Wolfram von Richthofen e com suporte do Corpo Truppe Volontarie o ataque destruiu a maior parte da locali­dade, na época com 5 000–7 000 habi­tantes, causando centenas de vítimas. Foi considerada um ataque terrível na época e usado como uma propaganda amplamente difundida no Ocidente, levando a acusações de “atentado ter­rorista” e de que 1 654 pessoas tinham morrido no ataque. Estimativas moder­nas avaliaram o número de mortos em de 300 a 400. Alguns estudos espanhóis recentes, porém, limitam a não mais de 160 o número de mortos. O ataque, que serviu também para testar aviões de guerra e ganhar experiências no com­bate aéreo, apoiou as forças de Fran­cisco Franco que invadiram a cidade poucos dias depois do bombardeio. O painel Guernica, pintado por Pablo Picasso em 1937, é normalmente tra­tada como representativa do bombar­deio sofrido pela cidade de Guernica.

1952 — Publicada a primeira edi­ção da Revista Manchete, da Bloch Edi­tores.

1954 — Começa a Conferência de Genebra, um esforço para restaurar a paz na Indochina e na Coreia.

1960 — Forçado pela Revolução de Abril, o presidente sul-coreano Syng­man Rhee renuncia após doze anos de governo ditatorial.

1962 — A sonda da NASA, Ranger 4, se espatifa no lado oculto da Lua.–A Ranger 4 foi a terceira sonda do Pro­grama Ranger. Lançada em 23 de abril de 1962, tinha a finalidade de transmi­tir imagens da superfície da Lua antes de atingi-la. Uma falha no computa­dor de bordo, impediu a correta distri­buição dos painéis solares e o funcio­namento dos sistemas de navegação. Com isso, a sonda se espatifou no lado oculto da Lua, sem retornar nenhum dado científico. O lado oculto da Lua (também chamado de lado negro da Lua ou lado escuro da Lua) é o hemis­fério lunar que não pode ser visto da Terra em decorrência da Lua estar em rotação sincronizada com a Terra. Toda a superfície da Lua recebe iluminação do Sol durante duas semanas, seguida de duas semanas de noite, sendo que o por muitos denominado lado escuro recebe luz durante a fase da lua nova. A Lua fica totalmente escura apenas em períodos de eclipse total lunar, quando a sombra da Terra impede que os raios solares iluminem o satélite. Coloca-se, desta maneira, que a Lua na verdade é toda escura, uma vez que não tem luz própria. Toda face iluminada se deve à luz solar. O “lado escuro” é, na verda­de, um lado não visível da Lua, o “lado oculto”, quando observada da superfí­cie terrestre. Cerca de 18% deste hemis­fério é visível da terra em determina­dos períodos devido ao fenômeno de libração. Este hemisfério foi fotografado pela primeira vez pela sonda espacial soviética Luna 3 em 1959, e primeira­mente observado por olhos humanos durante a missão Apollo 8 na órbita da Lua em 1968[1]. O hemisfério possui di­versas crateras, resultado de vários im­pactos na sua superfície, inclusive uma das maiores do sistema solar, a Bacia do Polo Sul-Aitken.

1964 — Tanganica e Zanzibar fun­dem-se para formar a Tanzânia.

1965 — Inaugurada no Rio de Ja­neiro a TV Globo, que se tornaria a Rede Globo de Televisão.

1970 — Entra em vigor a Conven­ção para o Estabelecimento da Or­ganização Mundial da Propriedade Intelectual.–Convenção para o Esta­belecimento da Organização Mundial da Propriedade Intelectual é um tra­tado internacional que rege o funcio­namento da Organização Mundial da Propriedade Intelectual (OMPI). Foi assinado em 14 de julho de 1967 e en­trou em vigor em 26 de abril de 1970. A Organização Mundial de Proprie­dade Intelectual (OMPI) é uma organi­zação intergovernamental com matriz na cidade de Genebra, Suíça. Ela é uma das agências especializadas das Orga­nizações das Nações Unidas. A OMPI é composta por 180 países membros e, além da proteção da propriedade intelectual, é responsável pela admi­nistração dos vários tratados multila­terais que versam sobre aspe(c)tos le­gais e administrativos da propriedade intelectual. A Organização Mundial de Propriedade Intelectual (OMPI) é uma organização internacional cujo objeti­vo é zelar pela proteção dos direitos dos criadores e titulares da propriedade in­telectual em âmbito mundial e,conse­quentemente, contribuir para que se reconheça e recompense o talento dos inventores, autores e artistas.

1986 — Ocorre o acidente nuclear de Chernobil.–O desastre de Cherno­bil foi um acidente nuclear catastrófi­co que ocorreu em 26 de abril de 1986 na central eléctrica da Usina Nuclear de Chernobil (então na República So­cialista Soviética da Ucrânia), que es­tava sob a jurisdição direta das auto­ridades centrais da União Soviética. Uma explosão e um incêndio lança­ram grandes quantidades de partículas radioativas na atmosfera, que se espa­lhou por boa parte da União Soviéti­ca e da Europa Ocidental. O desastre é o pior acidente nuclear da história em termos de custo e de mortes resul­tantes, além de ser um dos dois únicos classificados como um evento de ní­vel 7 (classificação máxima) na Esca­la Internacional de Acidentes Nuclea­res (sendo o outro o Acidente nuclear de Fukushima I, no Japão, em 2011). A batalha para conter a contaminação ra­dioativa e evitar uma catástrofe maior envolveu mais de 500 mil trabalhado­res e um custo estimado de 18 bilhões de rublos. Durante o acidente em si, 31 pessoas morreram e longos efeitos a longo prazo, como câncer e defor­midades ainda estão sendo contabili­zados. O acidente fez crescer preocu­pações sobre a segurança da indústria nuclear soviética, diminuindo sua ex­pansão por muitos anos, e forçando o governo soviético a ser menos secre­to. Os agora separados países de Rús­sia, Ucrânia e Bielorrússia têm suporta­do um contínuo e substancial custo de descontaminação e cuidados de saú­de devidos ao acidente de Chernobil. É difícil dizer com precisão o número de mortes causadas pelos eventos de Chernobil, devido às mortes esperadas por câncer, que ainda não ocorreram e são difíceis de atribuir especificamente ao acidente. Um relatório da Organiza­ção das Nações Unidas de 2005 atribuiu 56 mortes até aquela data – 47 traba­lhadores acidentados e nove crianças com tumor da tiroide – e estimou que cerca de 4000 pessoas morreriam de doenças relacionadas com o acidente. O Greenpeace, entre outros, contes­ta as conclusões do estudo. O governo soviético procurou esconder o ocorri­do da comunidade mundial, até que a radiação em altos níveis foi detectada em outros países. Segue um trecho do pronunciamento do líder da União So­viética, na época do acidente, Mikhail Gorbachev, quando o governo admitiu a ocorrência: “Boa tarde, meus camara­das. Todos vocês sabem que houve um inacreditável erro – o acidente na usina nuclear de Chernobil. Ele afetou dura­mente o povo soviético, e chocou a co­munidade internacional. Pela primei­ra vez, nós confrontamos a força real da energia nuclear, fora de controle.”

2005 — Ocupação do Líbano pela Síria: sob pressão internacional, a Síria retira os últimos 14 000 militares do Lí­bano, terminando assim com 29 anos de ocupação militar desse país.

2012 – Ex-presidente liberiano Charles Taylor é condenado por cri­mes de guerra durante a Guerra Civil de Serra Leoa.

 

O quadro “Guernica” de Pablo Picasso
A sonda Ranger 4
Cidade fantasma de Pripyat com a central nuclear de Chernobil ao fundo

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