diario da manha
Banco do Brasil foi fundado em 1808, quando a família real veio ao Brasil

EVENTOS HISTÓRICOS

1492–Cristóvão Colombo chega à ilha de São Salvador, nas Bahamas, convencido de que atingira a Índia. Cristóvão de Colombo foi um navegador e explorador italiano, responsável por liderar a frota que alcançou o continente americano em 12 de Outubro de 1492, sob as ordens dos Reis Católicos de Espanha, no chamado descobrimento da América. Empreendeu a sua via­gem através do Oceano Atlânti­co com o objectivo de atingir a Índia, tendo na realidade des­coberto as ilhas das Caraíbas (Antilhas) e, mais tarde, a costa do Golfo do México na América Central.Seu nome em italiano é Cristoforo Colombo, em latim Christophorus Columbus e em espanhol, Cristóbal Colón. Este antropónimo inspirou o nome de, pelo menos, um país, Colôm­bia e duas regiões da América do Norte: a Colúmbia Britânica no Canadá e o Distrito de Colúmbia nos Estados Unidos. Entretanto o Papa Alexandre VI escreven­do em latim sempre chamou ao navegador pelo nome de Chris­tophorum Cólon com significa­do de Membro e nunca pelo la­tim Columbus com significado de Pombo. Colombo é credita­do como o primeiro explorador europeu a estabelecer e docu­mentar rotas comerciais para as Américas, apesar dele ter sido precedido por uma expedição viquingue liderada por Leif Erik­son no século XI.

1717–Encontro Milagroso da Imagem da Imaculada Concei­ção de Aparecida, no Rio Paraíba do Sul, sendo proclamado anos depois Padroeira do Brasil. Nos­sa Senhora da Conceição Apa­recida, popularmente chamada de Nossa Senhora Aparecida, é a padroeira do Brasil.Venerada na Igreja Católica,Nossa Senho­ra Aparecida é representada por uma pequena imagem de terra­cota da Virgem Maria, atualmen­te alojada na Basílica de Nossa Senhora Aparecida, localizada na cidade de Aparecida, em São Paulo. Sua festa litúrgica é cele­brada em 12 de outubro, um fe­riado nacional no Brasil desde 1980, quando o Papa João Paulo II consagrou a Basílica, que é o quarto santuário mariano mais visitado do mundo, capaz de abrigar até 45.000 fiéis. Há duas fontes sobre o achado da ima­gem, que se encontram no Ar­quivo da Cúria Metropolitana de Aparecida (anterior a 1743) e no Arquivo da Companhia de Jesus, em Roma: a história regis­trada pelos padres José Alves Vi­lela, em 1743, e João de Morais e Aguiar, em 1757, cujos docu­mentos se encontram no Primei­ro Livro de Tombo da Paróquia de Santo Antônio de Guaratin­guetá. Segundo os relatos, a apa­rição da imagem ocorreu na se­gunda quinzena de outubro de 1717, quando Pedro Miguel de Almeida Portugal e Vasconce­los, conde de Assumar e gover­nante da capitania de São Paulo e Minas de Ouro, estava de pas­sagem pela cidade de Guaratin­guetá, no vale do Paraíba, du­rante uma viagem até Vila Rica.

1807–Napoleão Bonaparte dá ordem a Junot para entrar em Espanha. Napoleão Bonaparte foi um líder político e militar du­rante os últimos estágios da Re­volução Francesa. Adotando o nome de Napoleão I, foi Impera­dor dos Franceses de 18 de maio de 1804 a 6 de abril de 1814, po­sição que voltou a ocupar por poucos meses em 1815 (20 de março a 22 de junho). Sua refor­ma legal, o Código Napoleônico, teve uma grande influência na legislação de vários países. Atra­vés das guerras napoleônicas, ele foi responsável por estabele­cer a hegemonia francesa sobre maior parte da Europa.Napoleão nasceu na Córsega, filho de pais com ascendência da nobreza italiana e foi treinado como ofi­cial de artilharia na França con­tinental. Em 2011, um exame de DNA de costeletas de Napoleão que eram guardadas em relicário confirmou a origem caucasiana de Napoleão desmentindo uma possível ascendência árabe do imperador. Bonaparte ganhou destaque no âmbito da Primei­ra República Francesa e liderou com sucesso campanhas contra a Primeira Coligação e a Segun­da Coligação. Em 1799, liderou um golpe de Estado e instalou­-se como primeiro cônsul.Cin­co anos depois, o senado fran­cês o proclamou imperador. Na primeira década do século XIX, o império francês sob coman­do de Napoleão se envolveu em uma série de conflitos com to­das as grandes potências euro­peias, as Guerras Napoleônicas. Após uma sequência de vitórias, a França garantiu uma posição dominante na Europa continen­tal, e Napoleão manteve a esfera de influência da França, através da formação de amplas alianças e a nomeação de amigos e fami­liares para governar os outros países europeus como depen­dentes da França. As campanhas de Napoleão são até hoje estuda­das nas academias militares de quase todo o mundo.

1808–D. João VI funda o Ban­co do Brasil. Foi criado o primei­ro Banco do Brasil, sendo igual­mente o primeiro banco em território do Império Português, por Alvará de 12 de outubro de 1808, pelo então Príncipe-regen­te Dom João de Bragança (futu­ro Rei Dom João VI de Portugal), por sugestão do Conde de Linha­res, Rodrigo de Sousa Coutinho, num conjunto de ações que visa­vam a criação de indústrias ma­nufatureiras no Brasil, incluindo isenções de impostos para impor­tação de matérias-primas e de ex­portação de produtos industriali­zados.Instalou-se inicialmente na rua Direita, esquina com rua de São Pedro, no Rio de Janeiro, com 1200 contos de réis de capital, ini­ciando as suas atividades a 11 de dezembro de 1809. Foi o quar­to banco emissor do mundo, de­pois do Banco da Suécia (1668), Banco da Inglaterra (1694) e Ban­co da França (1800). Funcionan­do como uma espécie de Banco Central misto, de depósitos, des­contos e emissão, dotado ainda do privilégio da venda dos pro­dutos de que a Coroa Portuguesa tinha o seu monopólio: pau-bra­sil, diamantes, marfim e urzela. Forçado a emitir papel-moeda conversível sem o devido lastro (ouro), no intuito de custear as despesas da família Real, ficou desfalcado de seus fundos, devi­do às vultosas quantias sacadas pelos membros da Corte e a re­moção das jóias reais que consti­tuíam sua garantia, quando do re­torno de D. João VI e sua comitiva para Portugal, e logo depois, no­vamente obrigado a emitir para a consolidação da Independên­cia, foi o Banco acusado de ter contribuído para a má situação financeira do país. Por lei de 23 de setembro de 1829, foi ordena­do a liquidação do primeiro Ban­co do Brasil.

1835–Diogo Feijó assume a regência do Império do Brasil. Período regencial é como ficou conhecido o decênio de 1831 a 1840 na História do Brasil, com­preendido entre a abdicação de D. Pedro I e a “Declaração da Maioridade”, quando seu filho D. Pedro II teve a maioridade proclamada. Nascido a 2 de de­zembro de 1825, Pedro II conta­va, quando da renúncia paterna, 5 anos e 4 meses, não poden­do portanto assumir o governo que, por força da lei, seria diri­gido por uma regência integrada por três representantes. Durante esta década sucederam-se qua­tro regências: A Provisória Tri­na, a Permanente Trina, a Una do Padre Feijó e a Una de Araú­jo Lima. Foi um dos mais im­portantes e agitados períodos da História brasileira; nele se firma­ram a unidade territorial do país e a estruturação das Forças Ar­madas, além de serem discutidos o grau de autonomia das pro­víncias e a centralização do po­der. Ocorre nesta fase uma série de rebeliões localizadas, como a Cabanagem, no Grão-Pará, a Balaiada no Maranhão, a Sabi­nada na Bahia e a Guerra dos Farrapos, no Rio Grande do Sul, a maior e mais longa–que mos­travam descontentamento com o poder central e as tensões so­ciais latentes da nação recém­-independente–o que provocou o esforço conjunto de opositores por manter a ordem; sobre o pe­ríodo registrou Joaquim Nabuco que “No Brasil, porém, a Regên­cia foi a república de fato, a re­pública provisória…” Tratava-se de se construir um arranjo polí­tico que garantisse aos grupos a preservação de seus interesses.

1901–Santos Dumont, com seu Balão nº 6, dá a volta em tor­no da Torre Eiffel, percorrendo onze quilômetros. Alberto San­tos Dumont foi um aeronauta, es­portista e inventor brasileiro. San­tos Dumont projetou, construiu e voou os primeiros balões dirigí­veis com motor a gasolina. Esse mérito lhe é garantido interna­cionalmente pela conquista do Prêmio Deutsch em 1901, quan­do em um voo contornou a Tor­re Eiffel com o seu dirigível Nº 6, transformando-se em uma das pessoas mais famosas do mundo durante o século XX.Com a vitó­ria no Prêmio Deutsch, ele tam­bém foi, portanto, o primeiro a cumprir um circuito pré-estabe­lecido sob testemunho oficial de especialistas, jornalistas e popu­lares.[4]Santos Dumont também foi o primeiro a decolar a bordo de um avião impulsionado por um motor a gasolina. Em 23 de outubro de 1906 voou cerca de sessenta metros a uma altura de dois a três metros com o Oiseau de Proie’, no Campo de Bagatelle, em Paris. Menos de um mês de­pois, em 12 de novembro, diante de uma multidão de testemunhas, percorreu 220 metros a uma altu­ra de 6 metros com o Oiseau de Proie III. Esses voos foram os pri­meiros homologados pelo Aero­clube da França de um aparelho mais pesado que o ar, e possivel­mente a primeira demonstração pública de um veículo levantan­do voo por seus próprios meios, sem a necessidade de uma ram­pa para lançamento. Apesar de os brasileiros considerarem San­tos Dumont como o responsável pelo primeiro voo num avião, na maior parte do mundo o crédito à invenção do avião é dado aos irmãos Wright. Uma excepção é a França, onde o crédito é dado a Clément Ader que efectuou o primeiro voo de um equipamen­to mais pesado que o ar propul­sionado a motor e levantando voo pelos seus próprios meios em 9 de outubro de 1890.

 

NASCIMENTO

1928–Luiz Vieira, radialista, cantor e compositor. Seu nome foi uma homenagem ao avô. Perdeu a mãe com apenas dois anos de ida­de. Antes dos dez anos mudou-se para o Rio de Janeiro, sendo criado pelo avô em Alcântara, município de São Gonçalo. Na ex-capital fede­ral exerceu diversas atividades antes de ingressar na vida artística. Foi cho­fer de caminhão, motorista de táxi, guia de cego, engraxate e lapidário. Em criança cantou em circos e par­ques de diversão. Aos oito anos, pro­duziu sua primeira composição. No início da sua carreira cantava músi­cas românticas, valsas e samba-can­ções. No programa de Renato Mur­ce, no Rio, imitou Vicente Celestino. Foi crooner de orquestra num caba­ré do bairro da Lapa, no Rio de Janei­ro, RJ, Brasil. Conseguiu ser contrata­do pela rádio Tupi, por intermédio de Paulo de Grammont. Em 1950, aca­bou sendo contratado pelas rádios Tupi e Record, de São Paulo, que per­tenciam às Emissoras Associadas. A canção Menino de Braçanã, de 1953, foi seu primeiro sucesso, na voz de Roberto Paiva e, em seguida, o can­tor Ivon Curi gravou-a.

1949–Ilich Ramírez Sánchez, líder revolucionário venezuelano. É um autodenominado revolucioná­rio de esquerda e mercenário. Sua alcunha foi-lhe dada pela impren­sa depois que foi encontrada no seu quarto de Hotel, após o assassinato de dois policiais, uma cópia da no­vela de Frederick Forsyth “ O Dia do Chacal”.Em 1975, leva a cabo um dos mais espetaculares atos milita­res: sequestrou onze ministros de países-membros da Organização dos Países Exportadores de Petró­leo (OPEP) que estavam reunidos em Viena, Áustria. Acabam por mor­rer três pessoas. Nas décadas de 1970 e 1980 era o homem mais procura­do do mundo, por todos os serviços secretos ocidentais. A 23 de Dezem­bro de 1997 recebeu a sentença de prisão perpétua. Durante o seu jul­gamento, Carlos foi defendido por vários advogados. O principal foi o advogado francês Jacques Vergès, retratado no filme O Advogado do Terror (2007), que figura no filme numa entrevista dada por telefone da prisão. Outro detalhe apresen­tado no filme foi o seu relaciona­mento com Magdalena Kopp, com quem teve uma filha. Em 15 de de­zembro de 2011, Ilich Ramírez Sán­chez recebeu nova sentença, agora pela justiça francesa, pelas mortes de 11 pessoas em atentados terroris­tas ocorrido na década de 1980. Sua pena foi uma nova prisão perpétua.

1970–Cláudia Abreu, atriz de teatro, televisão e cinema. Em 1986, fez sua estreia na Rede Globo, ao participar de um episódio da série Tele Tema. Em seguida, foi escala­da para a novela Hipertensão, in­terpretando Luzia, personagem que morria por volta do capítulo 100. Logo depois, integrou o elenco da novela O Outro. Cláudia Abreu fi­cou popular por uma série de pa­péis marcantes em novelas, minis­séries, seriados e especiais da TV Globo. Em 1988, apresentou o mu­sical Globo de Ouro, substituindo a atriz Isabela Garcia, que acabara de dar à luz. Sua carreira na TV é entre­meada por breves interrupções ou participações esporádicas em sé­ries e especiais, períodos em que se dedicou ao teatro, ao cinema e à maternidade. Em 1999, seu retor­no às grandes produções da televi­são vem no papel da escrava branca Olívia Xavier, em Força de um De­sejo. Em 2001, apareceu no cinema como a baronesa Maria Luísa, no filme O Xangô de Baker Street. Foi um ano que se destacou especial­mente em sua vida pelo nascimento de Maria Maud, sua filha com o ci­neasta José Henrique Fonseca, de­vido ao que reduziu seus compro­missos profissionais e iniciou outro período sabático. Importantes, nes­sa fase, são as filmagens do longa O Homem do Ano. O filme, emble­mático para o casal, pois foi dirigi­do por seu marido, teve roteiro pre­miado de Rubem Fonseca, sogro de Cláudia. Em 2002, fez uma partici­pação na minissérie O Quinto dos Infernos, como a imperatriz Amé­lia de Leuchtenberg, segunda espo­sa do imperador brasileiro Dom Pe­dro I. Também filmou O Caminho das Nuvens, um road movie brasi­leiro sobre uma família de nordesti­nos que, de bicicleta, atravessa toda a distância até o Rio de Janeiro, em busca de uma vida melhor.

 

 

MORTES:

O músico Ray Conniff morreu em 12 de outubro de 2002

2002 — Ray Conniff, músico norte-americano (n. 1916). Joseph Raymond “Ray” Conniff (Attlebo­ro, Massachusetts, 6 de novembro de 1916 — Escon­dido, Califórnia, 12 de Outubro de 2002) foi um líder de banda e arran­jador norte-ame­ricano, conside­rado o rei do easy listening. Filho de pai trombonista e mãe pianis­ta, foi natural que ele seguisse o caminho da carreira musi­cal. Conforme Ray contava em suas entrevistas, fez um curso por correspondência, com um único dólar, que o introduziu na arte da teoria musical. For­mou o seu primeiro grupo ar­tístico ainda adolescente.Anos mais tarde, aperfeiçoou-se de forma profunda na carreira, ao se tornar discípulo da Juil­liard School. Depois de atuar e formar uma sólida base mu­sical como trombonista e ar­ranjador nas Big Bands, como as de Artie Shaw, Harry James e outros, Ray passou a escre­ver arranjos para Johnny Ma­this, Guy Mitchell, Johnnie Ray, mas devido a seu talen­to, teve a oportunidade de for­mar sua própria orquestra em 1955, a convite de Mitch Mil­ler, da CBS.

 

 

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