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Hoje na História

diario da manha
anarquista espanhol Buenaventura Durruti combateu na Guerra Civil Espanhola

EVENTOS HISTÓRICOS

1534 – Caso dos cartazes: cartazes criticando as doutri­nas da Igreja Católica são afixa­dos nas ruas da França. O caso dos cartazes foi um incidente en­volvendo a afixação de cartazes anti-católicos na noite de 17 para 18 de Outubro de 1534 em Pa­ris. Este incidente marcou o fim das políticas conciliadoras do rei Francisco I da França, que pas­sou a perseguir os protestantes. Cartazes de 37 por 25 cm que criticam a celebração da missa tal como ela é feita oficialmente pela Igreja católica são afixados em vários locais. É particular­mente atacada a repetição ceri­monial da morte de Cristo, sim­bólica, no altar. Se o sacrifício já foi consumado, por que se apo­deram os sacerdotes católicos deste ritual simbólico? Os argu­mentos teológicos dos protes­tantes fundamentam-se na Epís­tola de São Paulo aos Hebreus. A propaganda protestante preten­de transmitir a ideia de que a eu­caristia é uma blasfémia, uma vez que a morte de Cristo não se deixa repetir. Esta demanda foi o resultado da acção de An­toine Marcourt, Pastor de Neu­châtel, também ele um natural da Picardia. A situação tornou­-se particularmente crítica e des­cambou numa reacção brutal por parte da Igreja católica e do estado francês.

  • 1685 – Revogação do Édi­to de Nantes. O Édito de Nan­tes ou Edito de Nantes foi um documento histórico assinado em Nantes a 30 de abril de 1598 pelo rei da França Henrique IV. O édito concedia aos hugueno­tes a garantia de tolerância reli­giosa após 36 anos de persegui­ção e massacres por todo o país, com destaque para o Massacre da noite de São Bartolomeu de 1572. Com este édito ficava esti­pulado que a confissão católica permanecia a religião oficial do Estado mas era agora oferecida aos calvinistas franceses a liber­dade de praticarem o seu pró­prio culto. Nos séculos XVI e XVII o édito ficou conhecido como “édito de pacificação. Em 23 de outubro de 1685, o rei Luís XIV da França revogaria o Édito de Nantes com o Édito de Fontaine­bleau – contrariando a vontade do Papa Inocêncio XI e da Cúria Romana. Os huguenotes volta­riam a ser perseguidos e muitos deles fugiriam para o estrangei­ro: para a Prússia, para os Esta­dos Unidos e África do Sul. A mi­gração dos huguenotes causou problemas econômicos ao país.
  • 1807 – Tropas francesas do general Junot invadem a Espa­nha (v. Guerra Peninsular). A Guerra Peninsular (1807–1814) foi um conflito militar entre o Primeiro Império Francês e a aliança do Reino Unido da Grã­-Bretanha e Irlanda, do Impé­rio Espanhol e do Reino de Por­tugal e Algarves pelo domínio da Península Ibérica durante as Guerras Napoleónicas. O con­flito teve início quando os exér­citos franceses e espanhóis in­vadiram e ocuparam Portugal em 1807, tendo voltado em 1808 após a França se ter voltado con­tra a Espanha, sua aliada até en­tão. A guerra prolongou-se até à derrota de Napoleão pela Sexta Coligação em 1814, sendo vista como uma das primeiras guerras de libertação nacional e signifi­cativa na emergência da guerri­lha em grande escala. A guerra peninsular coincide com o que os historiadores hispanófonos denominam “Guerra de Inde­pendência Espanhola”, que teve início com o levantamento de dois de maio de 1808 e terminou em 17 de abril de 1814. A ocupa­ção francesa destruiu o governo da Espanha, que se fragmentou em diversas juntas provinciais que se disputavam entre si. Em 1810, o reconstruído governo de nacional, as Cortes de Cádis, fortificou-se em Cádis, embora não tenha conseguido reorga­nizar o exército devido ao cer­co de mais de 70.000 soldados franceses. Por fim, as forças bri­tânicas e portuguesas assegu­raram o controlo de Portugal, usando o país como ponto de partida de campanhas contra o exército francês e para o abas­tecimento das tropas espanho­las. Ao mesmo tempo, o exér­cito e as guerrilhas espanholas empatavam um número consi­derável de tropas napoleónicas. As forças aliadas, tanto regulares como irregulares, impediram os marechais franceses de subjugar as províncias espanholas rebel­des ao restringir o domíno terri­torial francês, fazendo com que a guerra se prolongasse por vá­rios anos de empate.
  • 1867 – A posse sobre o Alas­ca é oficialmente transferida do Império Russo para os Es­tados Unidos. Por mais de uma década, os Estados Unidos pou­co se importaram com o Alas­ca. O território não teria um go­verno local próprio nos 17 anos que se seguiriam à compra, sen­do administrado por diversos ór­gãos federais, tais como o Depar­tamento de Defesa dos Estados Unidos, de Economia e da Ma­rinha norte-americana. Tais ór­gãos federais demonstraram pouco interesse em governar e resolver problemas da região. Foi apenas em 1884 que o governo americano instalou uma admi­nistração territorial no Alasca. Ao longo da década de 1880 e de 1890, diversas grandes reservas de ouro foram encontradas no Alasca. Esta descoberta atraiu milhares de pessoas à região, que instalaram-se na região esperan­do melhorar suas condições de vida. Em apenas uma década, entre 1890 e 1900, a população do Alasca praticamente dobrou, tendo cerca de 33.400 habitan­tes em 1890 e 63.000 em 1900. A corrida do ouro terminou no início do século XX, e o cresci­mento populacional do Alasca estagnar-se-ia durante as déca­das seguintes.
  • 1934 – Guerra Civil Espa­nhola: capitulação da Comu­na das Astúrias pelas tropas de Franco. A Revolução Espanhola foi o conjunto de mudanças eco­nômicas e sociais que ocorreram nas cidades e povoados durante a guerra civil espanhola (1936– 1939), majoritariamente, nas regiões controladas pelos anar­cossindicalistas da CNT/FAI, es­pecialmente e importante na Ca­talunha e Aragão. Nessas regiões, a maior parte da economia in­dustrial e agrária foi coletiviza­da e administrada em regime de autogestão pelos trabalhadores, o desemprego abolido, os salá­rios igualados, e, na maioria das regiões da Espanha, o dinhei­ro e a propriedade privada fo­ram abolidos, sendo substituídos por uma economia solidária e por modos de organização anar­quistas (comunismo libertário). A Revolução aconteceu princi­palmente nas regiões onde as capitanias hereditarias possuía maior influência, isto é, na Cata­lunha e em Aragão. Outras partes da Espanha onde o golpe militar fracassou foram menos afetadas. Mais importante, entretanto, é que as regiões menos industria­lizadas da Espanha caíram em poder dos militares golpistas, e a partir daí estes, pouco a pouco, foram vencendo a guerra civil, ajudados ativamente pelos paí­ses já em poder do fascismo (Ale­manha, Itália e Portugal) e passi­vamente pelas potências aliadas, que fizeram um bloqueio comer­cial à Espanha Republicana. As decisões do congresso da CNT em Saragoça, em 1936, recomen­davam que a confederação sin­dical colaborasse com os outros partidos para derrotar o fascismo e realizar a Revolução.
  • 2004 – Iniciam-se as trans­missões do canal temático SIC Comédia. A SIC Comédia foi um canal temático da cadeia televi­siva SIC, especialmente desen­volvido para a rede cabo/satélite, cujas emissões se iniciaram no dia 18 de outubro de 2004, ter­minando a 31 de dezembro de 2006. Este canal surgiu em subs­tituição do SIC Sempre Gold. As sitcoms que este último canal emitia transitaram para a SIC Comédia. Relativamente a ou­tras sitcoms, cuja transmissão já tinha terminado nos canais SIC Radical e SIC Mulher, essas iniciaram a sua repetição na SIC Comédia. Além destas sitcoms, o canal também transmitia brit­coms já emitidas noutros canais de televisão portugueses. Algu­mas produções antigas da SIC li­gadas ao humor foi também re­transmitidas neste canal.Quanto a programação inédita em Por­tugal, o canal emitiu dois talk­-shows norte-americanos, The Tonight Show with Jay Leno e Late Night with Conan O’Brien, e ainda emissões antigas do pres­tigiado Saturday Night Live, an­tes disponíveis apenas em ca­nais de língua estrangeira e sem legendas em português (inicial­mente no canal NBC Europe e posteriormente no CNBC Euro­pe).A SIC Comédia contou tam­bém com as prestigiadas sitcoms ‘Allo ‘Allo!, ALF, Everybody Loves Raymond, Cheers, Frasier, Caro­line in the City, Whoopi e Sein­feld, bem como algumas produ­ções próprias.

 

 

 

NASCIMENTO

Autor de obras sobre filosofia, Bobbio abordou em suas
obras o nazi-fascismo e participou da resistência
contra o regime de Mussolini

1909 – Noberto Bobbio, filó­sofo italiano. Norberto Bobbio nas­ceu em Turim capital de Piemonte, filho de um médico-cirurgião, Luigi Bobbio, neto de António Bobbio, pro­fessor primário, depois diretor esco­lar, católico liberal que se interessava por filosofia e colaborava, periodica­mente, nos jornais. Viveu durante a infância e adolescência em uma fa­mília abastada, com criadas e moto­rista. Inicia-se no gosto da leitura com George Bernard Shaw, Honoré de Balzac, Stendhal, Percy Bysshe Shel­ley, Benedetto Croce, Thomas Mann e vários outros. Foi amigo de infância de Cesare Pavese com quem convi­veu e aprendeu o inglês através da lei­tura de alguns clássicos. Lia, depois traduzia e comentava. Bobbio foi um ator importante no combate intelec­tual que conduziu ao confronto entre as três principais ideologias do século XX: o nazi-fascismo, o comunismo e a democracia liberal. Confronto que é responsável, em grande parte, pela arquitectura do sistema internacio­nal e pela divisão do mundo em dois blocos políticos, militares e ideológi­cos que subsistiu até 1989. No século XX, a Itália conhecera famosos pen­sadores, ao redor dos quais se deram os enfrentamentos ideológicos e cul­turais. Um deles era o filósofo Giovan­ni Gentile (1875-1944), que apoiou o regime fascista; outro fora o historia­dor Benedetto Croce (1866-1952), se­nador vitalício e personagem maior do liberalismo italiano; o outro era o pensador marxista Antonio Grams­ci (1891-1937), líder do partido co­munista. Bobbio, ao colocar-se ao lado da Resistência antifascista, re­jeitando Gentile, de certo modo ten­tou realizar a síntese entre os outros dois: Croce e Gramsci.

 

MORTES:

1926 – Chuck Berry, músico norte-americano. É um dos pionei­ros do rock and roll, embora não se possa garantir que criou o rock and roll sozinho, já que o estilo foi produ­to de um contexto do pós-guerra nos Estados Unidos e da mistura de jump blues erhythmand blues que era fei­ta por vários músicos afro-america­nos até durante a época. Chuck Berry é considerado um dos pioneiros do estilo justamente por ter feito a mis­tura funcionar. De uma forma geral se pode afirmar que o rock androll foi criado pelos seus pioneiros, o que in­clui vários músicos. Foi eleito pela re­vista Rolling Stone o 5º maior artista da música de todos os tempos, e foi considerado o sétimo melhor guitar­rista do mundo pela mesma revistaA polícia e os para médicos do condado de St. Charles, no Missouri, atende­ram uma chamada da casa de Chuck Berry, onde o encontraram incons­ciente. Os paramédicos não conse­guiram reanimá-lo e ele foi declara­do morto, em 18 de março de 2017, às 13:26 (UTC-6).

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