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Decisão para valer

diario da manha
Técnico Claudio Tencati minimiza o fato do Figueirense ter um desempenho ruim jogando em Florianópolis(foto:PAULO MARCOS/ATLÉTICO C.G)

Mais do que nunca, o Atlé­tico tem uma espécie de decisão na tarde de hoje. Na confirmação do clichê de que todo jogo nas últimas rodadas de um campeonato é uma final, o Dra­gão terá pela frente o Figueirense, às 16h30, no Estádio Orlando Scarpel­li, em Florianópolis. Caso vença, o rubro-negro se manterá na briga pelo G-4 e afastará as chances do adversário, assim como o Figueira ficaria a um ponto do Atlético em caso de vitória e entraria na dispu­ta por uma vaga à Série A.

Para o confronto de hoje, o téc­nico Claudio Tencati vai ter apenas um desfalque para escalar o seu time. O atacante André Luís, com problema no púbis, segue fora do time e sequer viajou para o Sul do país – já havia ficado fora da der­rota por 1 a 0 para o Juventude, na última rodada. A única mudança na escalação deve ser a entrada do centroavante Thiago Santos no lu­gar do meia Tomas Bastos.

O Figueirense, adversário de hoje, é o terceiro pior mandante da Série B e não vence na compe­tição há quatro jogos. Nos últimos 10, venceu apenas dois confrontos. Mas, para o treinador rubro-negro, o retrospecto não conta muito nes­ta parte da competição.

“Todas as equipes estão se mo­bilizando, buscando os objetivos. Nesse momento, então, não vamos poder dizer sobre pior mando de campo ou outra coisa. Por exemplo, o Juventude vinha em uma situa­ção ruim, o Atlético não perdia no Accioly, mas infelizmente as coisas escaparam de nós e fomos derrota­dos. O que vai valer neste momen­to, na reta final, é nível de con­centração, organização e controle emocional. Está tudo igual. Tere­mos que mostrar força e equilíbrio”, avaliou o técnico Claudio Tencati.

Com experiência de Série B há dois anos consecutivos, pelo Lon­drina, Tencati já viveu o suficiente na competição para saber as ar­madilhas e principais desafios. No ano passado, por pouco não subiu. O Tubarão ficou na quin­ta posição com 62 pontos e não subiu por dois – Paraná, 4º colo­cado, conseguiu o acesso com 64 pontos. Para o treinador, o dife­rencial é a parte emocional.

“O atleta tem que estar bem para executar tudo aquilo que tem que ser feito dentro de campo. O emo­cional é que vai fazer tudo aconte­cer, parte física, técnica e tática. A equipe que ter foco o tempo todo não vai desistir, e conseguirá o aces­so, vai lutar”, decretou Tencati.

FIGUEIRENSE

Tentando se mobilizar para vol­tar a vencer depois de 4 jogos, o téc­nico Rogério Micale decidiu fechar os portões para a imprensa no últi­mo treino antes de pegar o Dragão – em três jogos no comando do al­vinegro, Micale construiu dois em­pates e uma derrota. Para o duelo desta tarde, o certo é que o treina­dor não terá os meias Zé Antônio, Renan Mota e Pereira, assim como o goleiro Alissos. Todos estes estão en­tregues ao departamento médico.

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