Opinião

Homofobia

diario da manha

 

A questão do preconceito contra homossexuais é entendida como tratar todas as pessoas de forma igual. Isto não quer dizer que toda a sociedade tem que apoiar as bandeiras do movimento dos homossexuais. Nem que os que discordam devam apoiar propaganda de homossexualismo para crianças em nossas escolas. Uma coisa é não ter preconceito, outra coisa é apoiar o movimento. Para evitar confusões que já chegaram a nível de Congresso Nacional, vamos aceitar e não apoiar as ideias homossexuais. Assim o respeito a todos será importante no diálogo na sociedade. Eu não apoio, mas respeito a causa!

(Paulo Roberto Girão Lessa, via e-mail)


 

Lá se foi a bandeira vermelha

O governo petista, que sem sombra de dúvidas pode ser considerado o mais corrupto e ineficiente dos governos republicanos, jogou o Brasil no buraco. Arrependo-me de ter chorado de emoção no dia 1º janeiro de 2003, data em que o senhor Luiz Inácio Lula da Silva recebeu do senhor Fernando Henrique Cardoso o comando do País. Eu nunca tive admiração pelo Partido dos Trabalhadores, mas naquele dia, Lula demonstrava tanta humildade que mexeu com a minha sensibilidade e, por incrível que pareça, depositei nele um voto de confiança. Redução da carga tributária, criação do imposto único, responsabilidade com gasto público, taxas de juros mais baixas, controle da inflação, serviços públicos mais eficientes, valorização do trabalhador, combate à corrupção, tudo isto eu esperava que fosse acontecer, estes itens sempre estiveram presentes nos discursos dos petistas. Pura balela. O que vimos nesse período de administração petista foi a destruição de tudo que ia bem no nosso País, basta ver o que fizeram com a nossa economia. Apraz-me saber que muita gente que antes era apaixonada pela sigla, depois de tanto descalabro, jogou fora a bandeira vermelha que exibia com tanto orgulho.

(Jeovah Ferreira, via e-mail)

 


 

Os políticos se superam

A mídia divulgou que um deputado que é relator da reforma política propôs que os deputados e senadores tenham mandatos ampliados para 5 e 10 anos, respectivamente, bem como ampliar todos os mandatos atuais de 4 para 5 anos. Não sei classificar tal proposta como séria, debochada, piada, irresponsável, ou qualquer outro desqualificativo. O principal ele não se preocupou, que é o fim da reeleição. Este é o grande mal da política brasileira. Mandato de 4 anos é o suficiente para qualquer político que trabalha do primeiro ao último dia do seu mandato fazer ou pensar alguma coisa útil para o País. Atualmente ao se eleger só pensam na reeleição e perpetuação no poder e, infelizmente, para se locupletarem. Não é à toa que o País vive sempre em situação pré-falimentar.

(Paulo Henrique Coimbra de Oliveira, via e-mail)

 

 


 

Greve dos professores

Conforme noticiado,  27 unidades da Federação enfrentam greves e reivindicações com os professores da rede pública de ensino básico. Por que  o projeto de lei regulamentando  o direito de greve do servidor público está parado no Congresso há mais de 24 anos, apesar da apresentação de novo  projeto de lei apresentado pelo senador Aloysio Nunes (PSDB-SP) em 2011? Greve é direito constitucional, mas onde está a segurança jurídica para os direitos da população que paga uma enormidade de impostos?

(Edgard  Gobbi, via e-mail)

 


 

Saúde e amor

A solução para a saúde do povo não é somente importar médicos. A saúde é algo integral e educar para a saúde é sublime e belo. A doença é uma exceção! O normal é a saúde. Médicos de qualquer nacionalidade têm que receber apoio para o diagnóstico, tratamento e cura das doenças. Vamos investir em treinamento e capacitação de todos os profissionais da saúde. Nos postos de saúde, Upas e nos hospitais teremos que ver a saúde de modo holístico. Um todo deve ser estudado e praticado. A saúde depende do amor com que tratamos os pacientes.

(Paulo Roberto Girão Lessa, via e-mail)

 


 

Choque de realidade

Sem entrar no mérito da conveniência ou da necessidade das MPs 664 e 665 – editadas recentemente pelo governo do PT – fico imaginando um militante petista que tivesse entrado em coma no dia 1º de janeiro de 2003 e só recobrado a consciência neste dia 14 de maio de 2015. Certamente esse hipotético cidadão ficaria desconcertado e julgaria estar delirando, já que, ao ler os matutinos do dia para se inteirar do que está acontecendo no País, constataria que seu PT, o mesmo partido político que sempre jurou “lutar pela classe trabalhadora” e que jamais admitiu em sua história qualquer retrocesso nos “direitos dos trabalhadores” –  acabou de aprovar, de forma quase unânime,  medidas que restringem, como nunca antes, direitos trabalhistas e previdenciários. Ficaria ainda mais surpreso ao ver que o arquirrival PSDB votou de forma praticamente unânime contra as tais MPs. Sabendo-se que as medidas fiscais visam  a  “descolar algum” para ajudar no equilíbrio das contas públicas, mais precisamente para pagar parte dos juros da dívida pública  – aquele dinheirinho que, segundo petistas, vai para o “bolso dos banqueiros” – não ficaria surpreso se nosso militante recém-desperto, ao ver semelhante guinada “neoliberal” de sua grei, pedisse aos médicos para voltar ao coma.

(Silvio Natal, via e-mail)

Comentários

Mais de Opinião

27 de outubro de 2018 as 21:44

A estratégia de Pedro

27 de outubro de 2018 as 21:18

Bom dia, Brasil

26 de outubro de 2018 as 21:35

As propostas de Bolsonaro

26 de outubro de 2018 as 21:34

Ensaio sobre a criação do espaço

26 de outubro de 2018 as 21:33

Um amor de Goiânia

26 de outubro de 2018 as 21:32

Brasil e totalitarismo

26 de outubro de 2018 as 21:07

Esses corregedores do CNJ são uma piada

26 de outubro de 2018 as 21:00

O voo do DM

26 de outubro de 2018 as 20:57

Casos de câncer de mama sobem no País

26 de outubro de 2018 as 20:53

O Brasil pede socorro à CNBB!

26 de outubro de 2018 as 20:49

O direito de sonhar

26 de outubro de 2018 as 20:47

O STF legisla demais