Opinião

Luz da verdade

diario da manha

 

Meu desejo é esse, que a verdade apareça como a luz do sol aparece para o mundo. E essa luz irá mostrar toda podridão e toda sujeira e mentiras do mundo. Vai mostrar toda hipocrisia que esse povo vomita, e toda sua arrogância será como nada. Mostrará a podridão desse povo maldito que venda os olhos para a verdade e estão em todas as classes sociais e em todos os setores da vida. Sim, esse é o meu desejo. Que venha a luz da verdade, essa mesma verdade que sempre lhes escrevi. E essa luz será tão forte que cegará os que já estão espiritualmente cegos e cegará todos os hipócritas, bandidos, mentirosos e arrogantes. A luz da verdade. A luz da verdade que sempre lhes falo, a luz da verdade de Cristo quando veio ao mundo. A luz da verdade, que é a luz da justiça. Sim. Esse é o meu desejo. Bem aventurados os que se arrependem de seus pecados e vivem na verdade, na justiça e no amor, pois estes também herdarão o Reino dos Céus.

(Daniel de Melo Costa, 36 anos, www.manifesto177.com.br, servidor público, via e-mail)

 

 


 

Deixar de fumar

Eu, como ex-fumante, sei que o cigarro faz mal e deve ser combatido. Fumar é um hábito que pode ser evitado! Para deixar de fumar, o primeiro passo é evitar o primeiro cigarro. Nunca desistir! Pedir a Deus forças para não se maltratar e maltratar as pessoas que convivem com o fumante. Livres do fumo readquirimos autoestima, paladar, olfato e saúde física e espiritual. O fumo faz mal espiritualmente! O movimento antifumo é universal e até os jovens consideram “careta” fumar hoje em dia. O fumante não é obrigado a deixar o cigarro. Mas deve conscientizar-se da importância de vencer este vício com ajuda de outros que hoje vivem melhor sem o fumo. Todos estão convocados a ajudar o fumante. Filhos, cônjuges e amigos. Ninguém muda ninguém. Mas podemos ser facilitadores da libertação dos amigos desta droga que já matou muitos. Por uma vida melhor sem o fumo!

(Paulo Roberto Girão Lessa, via e-mail)

 


 

Os dez anos do mensalão

Ontem 14 de maio fez exatamente 10 anos que Mauricio Marinho, funcionário dos Correios,  foi flagrado recebendo R$ 3 mil de propina. Na ocasião, o funcionário explicou que o esquema montado nos Correios para desviar dinheiro de contratos com empresas tinha o dedo de Roberto Jefferson, deputado federal (PTB). Um mês depois, Jefferson abriu o jogo e espalhou areia no ventilador do Congresso Nacional. A partir daí, todos ficaram sabendo da existência do mensalão, que o presidente Lula na época disse ter sido traído e chegou a  pedir desculpas à nação,  Lula só negou a existência do mensalão, mesmo com a prisão de vários políticos e empresários. Passados dez anos eis que o país é sacudido com o maior rombo já visto na Petrobras, onde os valores roubados estão na casa de bilhões de dólares. Triste ver que, em duas décadas, os brasileiros não aprenderam a lição, pois em diversos pleitos, a quadrilha que saiu voltou, outros ameaçam voltar e o País segue saqueado. E a presidente Dilma, incompetente que foi na sua primeira gestão, tem mandado a conta aos brasileiros, cortou direitos trabalhistas justificando a necessidade imperiosa de promover ajustes na economia. Deveria haver uma pena muito severa para governantes que são corruptos e desonestos. Mas no Brasil, poucas pessoas se lembram desse fato.

(Izabel Avallone, via e-mail)

 


 

Fachin?!

Luiz E. Fachin honrará com  a mesma independência de Joaquim Barbosa? Ou será mais um.

(Tania Tavares, via e-mail)

 


 

Indisponibilidade de bens

Todo homem/mulher eleito, concursado, indicado ou qualquer outra forma de investidura e que ocupe cargo ou função de destaque de poder de decisão no serviço público deveria, para assumir, disponibilizar seus bens pessoais, de seus dependentes e parentes até terceiro grau enquanto durasse seu mandato. É uma providência simples de se tomar e os órgãos públicos de controle assim o fariam. Com certeza malfeitos como desvio de dinheiro público e outras corrupções teriam a garantia da indisponibilidade dos bens. Se tal prática já existisse, tenho certeza que os grandes escândalos não teriam existido ou pelo menos sido minimizados. Não sei é se os atuais ocupantes aceitariam tais condições, pois 99% deles estão envolvidos direta ou indiretamente em falcatruas das mais diversas. A ideia está lançada.

(Paulo Henrique Coimbra de Oliveira, via e-mail)

 

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