Opinião

PMDB revisto

Militante do partido prega a expulsão de Júnior Friboi e de outros considerados traidores e de quem desafiou a liderança de Iris Rezende

diario da manha

A assessora parlamentar Flávia Calil defende, com insistência, a expulsão do empresário Júnior Friboi do PMDB e de outros integrantes da legenda, que tenham se insurgido contra a liderança de Iris Rezende. Defensora de primeira hora da candidatura de Iris à Prefeitura de Goiânia, nas eleições municipais de 2016, ela se diz “preocupada e angustiada” com o que pode se suceder com as candidaturas do partido no próximo ano.

“Queremos que o PMDB seja passado a limpo e que Iris, com sua liderança, seja confirmado como o nosso representante na disputa do próximo ano, isso será a nossa salvação”, comenta ela. Além de defender Iris como candidato a prefeito, ela diz que se dispõe a disputar uma cadeira de vereadora pelo partido e que, para isto, já colocou seu nome à disposição da sigla.

Flávia vê Iris como o único a reunir as qualidades para ser prefeito de Goiânia e é o único nome do PMDB com condições de vencer o pleito. “Júnior Friboi é um traidor que se vendeu ao apoiar um nome diferente do que estava apresentado pelo PMDB para o governo de Goiás e por isto deve ser expulso do partido. Não podemos conviver com quem trai da forma que ele fez”.

O processo ético disciplinar, que tramita no Conselho de Ética do PMDB, é lembrado por Flávia Calil como a possibilidade de recolocar o partido em um rumo que todos os militantes queiram para voltar a sonhar com o Palácio das Esmeraldas. Para ela, com a expulsão de Júnior Friboi, o partido poderá passar por um processo de depuração em suas fileiras. “Precisamos passar o PMDB a limpo e tirar dos quadros o que nos faz mal”.

Para isto, ela defende maior celeridade no processo de expulsão de Júnior para que o trabalho na reorganização partidária seja colocado como prioridade. “O que me preocupa é essa morosidade com a expulsão do Júnior Friboi do PMDB. Penso que isso deveria ser feito de forma mais rápida para podermos reorganizar o partido em Goiânia e no interior, sem os traidores que ele e outros fizeram proliferar em nossas fileiras”.

A decisão do Conselho de Ética deverá atingir outros nomes do partido, no entendimento da assessora, que também devem ser considerados traidores. A próxima reunião do Conselho está marcada para o mês de junho, como adiantou o relator do pedido de expulsão de Júnior Friboi. Até lá, o processo terá tramitação normal, segundo os demais integrantes do Conselho.

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