Opinião

Trindade – Que cidade queremos?

diario da manha

O aniversário de uma cidade é sempre uma data especial a ser comemorada. Não é diferente no caso das pessoas, que no dia do aniversário se sentem felizes ao serem lembradas e reverenciadas. É também o momento em que levamos o pensamento ao passado, às experiências vividas, às lições acumuladas pelos anos e nos projetamos no futuro, naquilo que podemos construir e deixar como legado de nossa passagem neste plano terreno.

A data natalícia nos reporta ao berço, ao nascimento, à própria origem. Traz um simbolismo forte a identificar nossas crenças, valores e a nos fazer pensar em tudo aquilo que nos rodeia: nossa família, amigos, vizinhos, o mundo, mas, de maneira especial, a nossa cidade. Aquela que nos acolhe, que nos dá o teto e onde nossas raízes estão fincadas.

É com esse espírito de gratidão e júbilo que comemoro o aniversário da emancipação política de Trindade, efetivada em 31 de agosto de 1920, quando o então vilarejo se emancipou de Campinas das Flores, atual bairro de Campinas, na capital goiana.

Que presente podemos dar a uma cidade a que se ama, se respeita e agradece, se não o de reafirmar os votos de amor, fidelidade e compromisso para com seu futuro e o das gerações que ali edificaram suas vidas? Como não refletir sobre o destino da cidade que queremos, onde criamos nossos filhos e onde viverão nossos netos e bisnetos? Assim como os de nossos amigos, vizinhos e concidadãos?

O que Trindade espera hoje de nós é que tenhamos responsabilidade para com seu futuro e o de sua gente. Um século depois de quando tudo começou, lá nos idos da década de 20, projetar a cidade que queremos é um exercício de cidadania que se faz necessário nesse momento de comemoração.

Precisamos pensar a cidade conseguindo pontuar seus bens materiais, morais, tangíveis e intangíveis, para agirmos no caminho de um desenvolvimento sustentado, ordenado e contínuo. Capaz de projetar nosso valor no contexto do desenvolvimento de Goiás, a Terra Mãe, e de fazer com que esses frutos se revertam na melhoria da qualidade de vida de seus habitantes.

 

(Antônio Carlos Caetano, deputado estadual)

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