Opinião

País corrupto só regride

diario da manha

O Brasil, como legado petista, é considerado hoje um dos países mais corruptos do mundo. Pelos cálculos da Polícia Federal, nesta Operação Lava Jato foram desviados das nossas estatais US$ 13,9 bilhões ou R$ 50 bilhões. Somente em bancos suíços foram bloqueados US$ 800 milhões de contas de brasileiros políticos, empresários, etc. envolvidos na Operação Lava Jato. Recursos estes que alavancariam investimentos importantes em pesquisas de ciência e tecnologia, em escolas profissionalizantes, saneamento básico, saúde, educação, etc. Ou seja, áreas estas determinantes para aumento da produtividade e bem-estar social. Além da criação de milhares de empregos… E num recente artigo da economista Maria Cristina Pinotti, no Estadão, com o título “Consequências econômicas da corrupção”, ela cita dois bons exemplos de investimentos em infraestrutura em dos países: um corrupto como a Itália, e outro a França, que combate este mal pela raiz. Na Itália, a construção de 125 km, de linha de trem de alta velocidade entre Milão e Turim, iniciada em 2002 e concluída em 2009, custou 7,8 bilhões de euros, ou 62 milhões de euros por km. Já na França, para construção de 300 km, de um trem também de alta velocidade, ligando Paris à Alsácia, com início também 2002, e entregue dois anos antes do prometido, custou aos cofres públicos 5 bilhões de euros, e o km construído saiu por apenas 16,6 milhões de euros. Ou seja, enquanto os franceses pela boa e responsável governança, além do percurso ser maior em 175 km, zelaram os recursos dos contribuintes, o projeto entregue com atraso na Itália custou por um percurso bem menor 4,9 bilhões de euros a mais, ou R$ 20 bilhões que dos franceses! Isto posto, assim como na Itália, a sua economia só regride, o Brasil vem perdendo muito também nesta era petista, como nos superfaturamentos nas obras públicas, recessão econômica com PIBs negativos, inflação alta, desemprego em massa, pífios índices em investimentos em infraestrutura, etc. Já que infelizmente o Lula e seus camaradas optaram pela corrupção…
(Paulo Panossian, via e-mail)


 

 

Olimpíadas & SUS

Benone Augustro de Paiva

Enquanto esse desgoverno gasta irresponsavelmente R$ 38 bilhões para fazer uma simples olimpíada mal organizada e em águas sujas da Baía da Guanabara para sustentar os corruptos encarregados de repassar essa grana, o SUS TO e os hospitais públicos não têm recursos para atender a demanda dos beneficiários públicos, ocorrendo até parto de senhoras na rua em frente a hospitais por falta de capacidade de atendimento e muitos outros cidadãos(ãs) jogados pelos corredores dos hospitais neste imenso Brasil mal administrado. Isto é uma realidade do governo petista.
(Benone A. de Paiva, via e-mail)


 

 

Resistência

Paulo Roberto Gotaç

Com o esgarçamento da justiça brasileira – resultado da reação frequente de importantes figuras públicas que se manifestam sempre que as decisões e as investigações contrariam seus projetos e objetivos de poder – é preocupante a convergência de um número excessivo de questões litigiosas para o âmbito do Supremo Tribunal Federal (STF), mesmo as que, pela magnitude e relevância, poderiam ser resolvidas em instâncias inferiores. Além de representar para seus ministros uma sobrecarga de trabalho que pode influenciar a qualidade de suas decisões, transforma a Corte numa espécie de extintor de incêndios para as emergências geradas pelas distorções do nosso sistema presidencialista manco, clamando por uma reforma que dificilmente será debatida por contrariar os propósitos dos encarregados de formulá-la e pelo anacronismo dos códigos em vigor. Caberia então ao Legislativo, hoje também esfacelado, a elaboração de leis dedicadas ao interesse público, capazes de tornarem a mediação do STF mais eficiente e justa. Como hoje há pouca esperança de que o Congresso possa se debruçar com honestidade sobre tal tarefa, só nos resta torcer para que nossos magistrados máximos sejam iluminados e disponham de resistência física e psicológica suficientes para continuar a cumprir sua missão com a isenção que sempre os caracterizou.
(Paulo R. Gotaç, via e-mail)

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