Opinião

Fake news do PT

diario da manha

Fer­nan­do Had­dad, acu­se o seu ad­ver­sá­rio, Bol­so­na­ro, do que vo­cê faz, cha­me-o do que vo­cê é. E, quem sa­be o re­sul­ta­do a ser ob­ti­do no TSE po­de­rá ser a seu fa­vor, des­de que não ha­ja do ou­tro la­do uma dou­to­ra Ja­naí­na pas­cho­al pa­ra des­tru­ir a ar­gu­men­ta­ção pe­tis­ta e de­mons­trar que foi o PT que uti­li­zou “ro­bos” no What­sAp.

(Be­no­ne Au­gus­to de Pai­va, via e-mail)

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Alo­pra­dos 2!

Es­sa tá­ti­ca de im­pu­tar a Bol­so­na­ro “fake news pa­go por em­pre­sá­rios”, sen­ti­mos de lon­ge o chei­ro de “alo­pra­dos 2”. O PT tem di­nhei­ro su­fi­ci­en­te pa­ra com­prar tes­te­mu­nhas, for­jar do­cu­men­tos, etc. Só sa­be­mos que a no­va len­ga-len­ga do PT es­tá em cur­so tam­bém o “gol­pe 2”. Ater­ro­ri­zar o elei­tor com a vol­ta de uma di­ta­du­ra mi­li­tar, o ris­co de ter­mos um mi­li­tar em ca­da es­qui­na pa­ra nos pa­tru­lhar não deu cer­to, sen­do que Had­dad não su­biu um pon­ti­nho se­quer nas pes­qui­sas. Uma coi­sa é cer­ta, os tra­di­cio­nais par­ti­dos não es­ta­vam pre­pa­ra­dos pa­ra en­fren­tar uma elei­ção pra­ti­ca­men­te fei­ta sem di­nhei­ro e de gra­ça pe­la po­pu­la­ção que não quer mais o PT. A in­ter­net che­gou pa­ra fi­car, en­quan­to os per­de­do­res fi­ca­ram ven­do a ban­da pas­sar!

(Be­a­triz Cam­pos, via e-mail)

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Histriônico

Os car­de­ais do PT, quan­do de­nun­ci­am a cam­pa­nha do can­di­da­to Ja­ir Bol­so­na­ro co­mo ile­gal por  ter si­do su­pos­ta­men­te ca­ta­pul­ta­da pe­las re­des so­ci­ais atra­vés da ação de agen­tes que atuam no “sub­ter­râ­neo da in­ter­net” – ex­pres­são em­pre­ga­da em re­cen­te pro­nun­ci­a­men­to pe­la pre­si­den­te do par­ti­do, se­na­do­ra Glei­si Hoffmann (PT-PR) -, apro­xi­mam-se da fron­tei­ra tê­nue en­tre a ar­ro­gân­cia, por não se­rem ca­pa­zes de re­co­nhe­cer to­do o mal de na­tu­re­za eco­nô­mi­ca, po­lí­ti­ca e mo­ral que o par­ti­do pro­du­ziu en­quan­to es­te­ve, por mais de tre­ze anos en­cas­te­la­do no po­der, dan­do ori­gem à po­la­ri­za­ção das atu­ais dis­pu­tas elei­to­ra­is, e o ri­dí­cu­lo, por exi­bir um com­por­ta­men­to his­tri­ô­ni­co, di­an­te da pro­vá­vel mai­or der­ro­ta que, des­de que seu íco­ne má­xi­mo, ho­je con­de­na­do e pre­so por cor­rup­ção, su­biu a ram­pa do Pla­nal­to, nu­ma on­da de es­pe­ran­ça que ra­pi­da­men­te fe­ne­ceu.

(Pau­lo R Go­taç, via e-mail)

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Brasil, campeão mundial

 

Se hou­ves­se uma com­pe­ti­ção  mun­di­al, ti­po cam­pe­o­na­to, de de­so­nes­ti­da­de dos po­lí­ti­cos com man­da­to e dos ju­di­ci­á­rios e a im­pu­ni­da­de dos cri­mi­no­sos-  o Bra­sil  que eles nos ti­ra­ram rou­ban­do os al­tos im­pos­tos pa­ra os pró­prios bol­sões, se­ria cam­pe­ão mun­di­al e pas­sa­ria a ser re­co­nhe­ci­do nos no­ti­ci­á­rios com des­ta­que mai­or do que a  má­fia, a co­sa nos­tra e os paí­ses pro­du­to­res de dro­gas.

(Má­rio A. Den­te, via e-mail)

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O WhatsApp virou o vilão?

 

Controlar o WhatsApp? Era o que faltava, censura agora? O choro do PT é de desespero. É a resposta do eleitor por esse anos de corrupção e roubos sem precedentes que tirou a esquerda da cadeira confortável que vinha ocupando. Agora as fakenews estao preocupando?  A televisão perdeu espaço para as redes sociais e por isso os meios de comunicação não lidam bem com essa realidade. Incrível o sucesso da campanha de Bolsonaro, que sem dinheiro foi capaz dominar as redes sociais. Essa ferramenta veio para ficar, porém essa experiência também mostra que o fundo partidário pode ser extinto e o dinheiro aplicado na saúde, educação e segurança. Que tal?

(Izabel Avallone, via e-mail)

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Povo aguarda um posicionamento do ex-presidente FHC sobre os dois candidatos à presidência do Brasil

 

Acre­di­to que mui­tos bra­si­lei­ros es­te­jam de­cep­cio­na­dos com a  isen­ção do ex-pre­si­den­te Fer­nan­do Hen­ri­que so­bre o se­gun­do tur­no das elei­ções pa­ra pre­si­den­te do Bra­sil en­tre Had­dad e Bol­so­na­ro. In­con­ce­bí­vel que nos­so pre­si­den­te por 8 anos, cri­a­dor do pla­no re­al e pen­sa­dor ati­vo so­bre o Bra­sil aja com dis­pli­cên­cia e pou­co ca­so em um mo­men­to cru­ci­al da de­mo­cra­cia. Por ou­tro la­do é bom lem­brar que FHC nun­ca se po­si­cio­nou con­tra a des­cri­mi­na­li­za­ção das dro­gas en­quan­to pre­si­den­te, mas as­sim que dei­xou o car­go as­su­miu ser fa­vo­rá­vel a le­ga­li­za­ção de to­das as dro­gas. Apro­vei­to pa­ra res­sal­tar a car­ta aber­ta es­cri­ta por his­to­ri­a­do­res e ci­en­tis­tas so­ci­ais do mun­do in­tei­ro que ad­mi­ram e es­tu­dam as obras de Fer­nan­do Hen­ri­que, pe­din­do que ele as­su­ma uma po­si­ção e não ig­no­re o pe­ri­go re­pre­sen­ta­do por Ja­ir Bol­so­na­ro pa­ra a de­mo­cra­cia, as ins­ti­tu­i­ções, a li­ber­da­de de pen­sa­men­to e pes­qui­sas ci­en­tí­fi­cas. So­ci­e­da­de bra­si­lei­ra aguar­da o seu po­si­cio­na­men­to jun­ta­men­te com os de­mais in­te­lec­tu­ais, ar­tis­tas e for­ma­do­res de opi­ni­ão pa­ra ex­pli­ca­rem as con­se­quên­cias de nos­sas es­co­lhas pa­ra pre­si­den­te.

(Da­ni­el Mar­ques, via e-mail)

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