Opinião

Tributo ao Missionário Redentorista Padre Ângelo Licati

diario da manha
Foto: divulgação

A Província Redentorista de Goiás e todo o povo goiano, estão em luto pela perda de Padre Ângelo Licati, que faleceu aos 91 anos, no dia 27 de setembro. Em meio a tantas homenagens ao nosso querido Padre Ângelo, não poderia deixar de fazer aqui minha homenagem especial ao Padre, que fez história em Goiás, se tornou personalidade goianiense, por gratidão e por merecimento do título, pelo trabalho, pela dedicação e devoção.

O legado que Padre Ângelo nos deixou foi trilhado por caminhos de muito trabalho e dedicação. Fez da sua vida um sacerdócio de fé e de muito amor ao próximo. Um visionário político, com temperamento de luta e coragem, enfrentava os problemas sociais em benefício dos menos favorecidos com bravura. Uma característica marcante dele era sua voz inconfundível, jovial, firme e decisiva.

Todos esses atributos o fizeram professor no Seminário Santo Afonso e no Santuário Nacional de Aparecida – São Paulo, onde foi prefeito da igreja e reitor; dentre tantos outros trabalhos, foi Superior vice-Provincial da então vice-Província de Brasília por cerca de 10 anos; em Goiás, foi missionário itinerante; Superior Vice-Provincial da Congregação dos Redentoristas; Reitor do Santuário do Divino Pai Eterno por 17 anos e vigário paroquial no Santuário Nossa Senhora do Perpétuo Socorro, a Igreja Matriz de Campinas, em Goiânia.

Com espírito jovem acolhia as pessoas sempre sorrindo e com brincadeiras. Ele construiu um universo de amigos por ter se dedicado mais de 50 anos na organização da Festa do Pai Eterno. Amante da natureza, tanto que sempre que terminavam as festividades de Trindade, ele em companhia dos amigos, se refugiava no Rio Araguaia para descansarem.

Padre Ângelo, o Estado de Goiás te agradece por todos os seus feitos, não só evangelizando, mas lutando em outras instâncias, construindo espaços de humanização, de cidadania e de meios para a valorização das pessoas. Sua voz espalhou carinho, consolo e fé por todo Brasil, quiçá no mundo, quando peregrinava como missionário e pelos meios de comunicação.

Muito obrigada pela sua amizade em todos os momentos que te busquei! Obrigada pela sua vida! Que os anjos do céu possam se alegrar com seu bom humor, espaço em que o Senhor continuará

dando “Viva ao Divino Pai Eterno”! Que o eco desse “viva” seja ouvido e perpetuado pelas gerações devotadas ao Pai Eterno.

Texto: Célia Valadão Superintendente de Habitação e Regularização Fundiária, Cantora e Bacharel em Direito

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