Opinião

“Não tenham medo”

diario da manha

Em seu dis­cur­so de der­ro­ta­do, Fer­nan­do Had­dad não se­guiu a prá­ti­ca que vi­go­ra nos paí­ses on­de im­pe­ra a de­mo­cra­cia e que con­sis­te em de­se­jar boa sor­te ao ven­ce­dor na ta­re­fa que te­rá pe­la fren­te.  Além dis­so, ter­mi­nou a alo­cu­ção em tom de pros­se­gui­men­to de com­ba­te, ao afir­mar que de­fen­de­rá a li­ber­da­de dos 45 mi­lhões de elei­to­res que lhe con­ce­de­ram o vo­to, fi­na­li­zan­do-a com o gri­to de qua­se guer­ra: “não te­nham me­do”. Com is­so, mos­trou ine­qui­vo­ca­men­te que não es­tá dis­pos­to a tra­ba­lhar pe­lo Pa­ís e aju­dá-lo, me­di­an­te opo­si­ção co­o­pe­ra­ti­va, a  so­lu­ci­o­nar os afli­ti­vos pro­ble­mas que ator­men­tam a po­pu­la­ção, a mai­o­ria de­les cho­ca­da e de­sen­vol­vi­da nos go­ver­nos de seu par­ti­do, mas de­ter­mi­na­do a man­ter ace­sas as cha­mas da dis­cór­dia que mar­ca­ram a cam­pa­nha mais po­la­ri­za­da dos úl­ti­mos tem­pos e que ter­mi­na de for­ma tão pou­co ca­va­lhei­res­ca. É la­men­tá­vel.

(Pau­lo R. Go­taç, via e-mail)

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Bom-dia, Brasil!

Salto no escuro

 

Não con­cor­do com a opi­ni­ão do Es­ta­dão di­zen­do em seu edi­tal do dia 19/10/18 di­zen­do que a elei­ção de Ja­ir Mes­si­as Bol­so­na­ro à pre­si­dên­cia do Bra­sil te­nha si­do um sal­to no es­cu­ro. Eu acre­di­ta­va ne­le há mais tem­po, ape­sar que não po­de­ria sa­ber se ven­ce­ria o plei­to elei­to­ral. Ven­ceu e com mui­to bri­lho apoi­a­do por 58 mi­lhões de ou­tros bra­si­lei­ros co­mo eu, que ti­ve­ram um com­por­ta­men­to nun­ca vis­to nes­te pa­ís. Sem o uso do fa­mi­ge­ra­do re­cur­so pú­bli­co (Fun­do Par­ti­dá­rio), sem a mí­dia, sem apoio dos po­lí­ti­cos cor­rup­tos, sem um gran­de par­ti­do e en­fren­tan­do tan­ta má von­ta­de dos po­de­ro­sos e até dos ins­ti­tu­tos de pes­qui­sas, caiu na sim­pa­tia do po­vo, hos­pi­ta­li­za­do por agres­são dos opo­si­to­res, viu os seus apoi­a­do­res fa­zer a mais lin­da cam­pa­nha elei­to­ral de to­dos os tem­pos e ser con­tem­pla­do com a vi­tó­ria. Sal­to no es­cu­ro foi os go­ver­nos an­te­rio­res que le­va­ram es­te pa­ís a sua mai­or cri­se eco­nô­mi­ca da sua his­tó­ria, de­pre­ci­a­ção ex­tre­ma de to­dos os seus ser­vi­ços es­sen­ci­ais e com­ple­ta des­tru­i­ção dos bons cos­tu­mes mo­ra­is e cul­tu­ra­is dos bra­si­lei­ros.

(Be­no­ne Au­gus­to de Pai­va, via e-mail)

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Sal­to em di­re­ção
à luz

To­mo a li­ber­da­de de dis­cor­dar do tom do edi­to­ri­al do Es­ta­dão de 29/11 já no pró­prio ti­tu­lo “Sal­to no es­cu­ro”. Es­sa te­se foi ado­ta­da pe­la mai­o­ria dos tu­ca­nos que pre­fe­ri­ram o vo­to nu­lo ou em bran­co a es­co­lher um dos dois can­di­da­tos, e o pre­tex­to pa­ra não vo­tar em Bol­so­na­ro era jus­ta­men­te es­se: pa­re­cer ser um sal­to no es­cu­ro mui­to ar­ris­ca­do. Dis­cor­do. Nas tre­vas , na es­cu­ri­dão, fi­ca­mos por 16 anos se­gui­dos com a má­qui­na do PT no co­man­do , e o re­sul­ta­do des­tas su­ces­si­vas es­co­lhas er­ra­das es­ta­mos a co­lher e nos cus­tou ca­rís­si­mo. Por­tan­to, vo­tar em Bol­so­na­ro foi um vo­to de es­pe­ran­ça de di­as me­lho­res, e to­da es­pe­ran­ça é lu­mi­no­sa e cla­ra. De­mos um sal­to em di­re­ção à luz . Es­pe­ro que ele con­si­ga fa­zer as re­for­mas ne­ces­sá­rias pa­ra o pro­gres­so des­ta Na­ção, e que os pe­tis­tas se com­por­tem co­mo uma opo­si­ção res­pon­sá­vel, di­fe­ren­te da­que­la que vi­mos nos go­ver­nos de FHC. A me­nos que o que lhes im­por­te se­ja so­men­te vol­tar ao po­der fa­zen­do o di­a­bo e o fu­tu­ro dos bra­si­lei­ros que se li­xe das os­tras.

(Ma­ra Mon­te­zu­ma As­saf, via e-mail)

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Bom-dia, Brasil!

Mais do mesmo

Du­ran­te a co­ber­tu­ra das pre­sen­tes elei­ções, ên­fa­se mai­or foi di­re­cio­na­da à dis­pu­ta pre­si­den­ci­al. Não ob­stan­te, os mei­os de co­mu­ni­ca­ção, com cer­ta fre­quên­cia, des­ta­ca­ram a im­por­tân­cia dos vo­tos pa­ra go­ver­na­do­res de es­ta­dos e res­pec­ti­vas as­sem­blei­as le­gis­la­ti­vas, e pa­ra se­na­do­res e de­pu­ta­dos que com­po­rão o fu­tu­ro con­gres­so. Es­tes é que mol­da­rão o no­vo for­ma­to den­tro do qual a má­qui­na do po­der de­mo­crá­ti­co, co­mo um to­do, vai fun­cio­nar pa­ra, co­mo es­pe­ra­do, aten­der as de­man­das do in­te­res­se pú­bli­co. Tu­do in­di­ca po­rém que tal pers­pec­ti­va é com­pre­en­di­da so­men­te por pe­que­na par­te dos elei­to­res, fa­to evi­den­ci­a­do pe­la pre­fe­rên­cia, já in­di­ca­da nas pes­qui­sas, por ca­ci­ques ou pre­pos­tos que, en­tão, con­ti­nu­a­rão a di­tar o rit­mo da po­lí­ti­ca bra­si­lei­ra, im­pe­din­do a ne­ces­sá­ria re­no­va­ção. Mais do mes­mo.

(Pau­lo R. Go­taç, via e-mail)

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Bom-dia, Brasil!

Haddad visitará Lula?

 

Per­gun­ta que não quer ca­lar: “Quan­do for vi­si­tar o de­lin­quen­te pre­so em Cu­ri­ti­ba, Had­dad o se­gun­do pos­te, vai ga­nhar co­li­nho em con­so­lo ou apa­nhar”? Afi­nal de­pois da vi­tó­ria de Bol­so­na­ro, o sol con­ti­nu­a­rá nas­cen­do qua­dra­do pa­ra o pa­i­nho Lu­la ain­da por mui­to tem­po.

(Be­a­triz Cam­pos, via e-mail)

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Bom-dia, Brasil!

 

No­va era! No­vas pers­pec­ti­vas! No­vas es­pe­ran­ças e lu­tas!

Que nos­so pre­si­den­te elei­to de­mo­cra­ti­ca­men­te te­nha a pon­de­ra­ção e a sa­be­do­ria ne­ces­sá­rias pa­ra ser pre­si­den­te de to­dos os bra­si­lei­ros. Pa­ra is­so o co­lo­ca­mos lá. E dis­so se­rá co­bra­do. In­ces­san­te­men­te.

Que­re­mos um Pa­ís li­vre de vi­o­lên­cias de qual­quer es­pé­cie e se­re­no pa­ra a re­cons­tru­ção da­qui­lo que foi des­tru­í­do pau­la­ti­na­men­te: nos­sa eco­no­mia, nos­sa con­fi­an­ça, nos­sos va­lo­res.

Che­ga de ma­lan­dra­gens. De men­ti­ras. De ma­ni­pu­la­ção e po­pu­lis­mo ba­ra­to. De sus­ten­tar mar­man­jos cor­rup­tos no Par­la­men­to com su­as es­can­da­lo­sas re­ga­li­as. De des­res­pei­to com a coi­sa pú­bli­ca. De ‘nós con­tra eles’.

Exi­gi­mos ati­tu­des con­cre­tas em prol do po­vo. Ver­da­dei­ras. Ho­nes­ti­da­de e jus­ti­ça a pau­tar nos­so dia a dia. Mui­ta ho­nes­ti­da­de! Mui­ta Jus­ti­ça!

A ho­ra é ago­ra, sr. pre­si­den­te!!!

Con­cla­mo a to­dos os pa­tri­o­tas do pu­jan­te ver­de e ama­re­lo pa­ra, jun­tos, re­er­guer­mos nos­sa Na­ção, dan­do ao no­vo co­man­dan­te su­por­te pa­ra bem go­ver­nar, mas, eter­na­men­te vi­gi­lan­tes pa­ra con­ser­tar des­vi­os e fa­lhas que pos­sam vir a ocor­rer.

Ao tra­ba­lho, Bra­sil!!!

Bo­ra lá!!!

(Myri­an Ma­ce­do, via e-mail)

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