Política & Justiça

Marcha  faz comício e show em Goiânia

Da redação

diario da manha

 

Enquanto a Marcha pela Liberdade, organizada pelo Movimento Brasil Livre, caminha de São Paulo a Brasília, com chegada prevista no dia 27 de maio, a coordenação do movimento vem somando a cada dia mais apoio ao movimento.

Com o intuito de protocolar em Brasília, uma pauta com 10 reinvindicações surgidas das maiores manifestações populares, o movimento assiste à consolidação de sua principal meta: o pedido de impeachment da presidente Dilma Rousseff. Com o apoio dos juristas Ives Gandra Martins, Dalmo de Abreu Dallari e José Eduardo Alckmin e seus pareceres favoráveis por violação da probidade da administração pública e crime de responsabilidade e irregularidades ocorridas na Petrobras e em outros órgãos públicos.

Além dos juristas, a tese de impeachment tem a simpatia dos líderes na Câmara Carlos Sampaio (PSDB), Rubens Bueno (PPS) e Mendonça Filho (DEM), Paulinho da Força (Solidariedade). Além dos senadores Antonio Anastasia, Lasier Martins, Ricardo Ferraço, Ronaldo Caiado entre outros para protocolar o pedido de impeachment no dia da chegada da Marcha pela Liberdade no Congresso Nacional, dia 27 de maio de 2015.

Outros movimentos populares, como União BR integrada por Movimento Brasil Livre, Revoltados On-Line, Acorda Brasil, Quero Me Defender, Avança Brazil, Foro de Brasília já manifestaram o apoio à marcha e ao documento a ser entregue no Congresso.

Inspirada em grandes movimentos populares, como a “Marcha de Washington”, liderado por Martin Luther King, a “Marcha pela Liberdade”, organizada pelo  Movimento Brasil Livre (MBL) vai percorrer 1.007 km em 33 dias, para entregar ao congresso uma pauta de reivindicações contra corrupção, fim da fraude orçamentária e a principal, o pedido de impeachment da presidente Dilma Rousseff.

O MBL é uma entidade apartidária que visa mobilizar cidadãos em favor de uma sociedade mais livre, justa e próspera. Tem sido um dos principais organizadores dos protestos contra o governo que levaram milhões de pessoas às ruas em diversas cidades do Brasil, em 15 de março e 12 de abril. Agora, a ideia é fazer um grande ato no Centro do Poder dia 27 de maio.

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