Política & Justiça

“Base na Câmara pode chegar a 24 vereadores

diario da manha
Romário Policarpo (PTC) e lideranças do SindGoiânia. Sindicato representa vários servidores municipais(foto:divulgação)

No seu primeiro mandato como vereador, Romário Policarpo (PTC) tem origem sindical. Servi­dor da Guarda Municipal, ele par­ticipa da direção do SindGoiânia, sindicato que tem representação em várias categorias dos servido­res públicos municipais. O verea­dor destaca o acordo que permi­tiu o aumento de 100% no valor do cartão alimentação para os servi­dores municipais da saúde – cujo benefício passou de R$ 7,50 para R$ 15,00 –, e revela que outros plei­tos estão sendo negociados com o prefeito.” Existe um excelente diá­logo com a administração. É claro que tem problemas, discordâncias em pontos de vista, mas à medida em que a prefeitura tem avança­do na arrecadação, tem sinalizado benefício aos servidores”, ressalta.

Uma das demandas que estão na mesa de negociação trata do pa­gamento das progressões dos ser­vidores, que não são feitas desde 2014. Segundo Romário Policarpo, o diálogo tem avançado e o prefeito está sensível a esta demanda, jun­tamente com outra, relativa aos ad­ministrativos da Educação. Segun­do o vereador, o principal foco de sua atuação é o pagamento da da­ta-base. “A prefeitura sinaliza que neste mês de março já pode será feito o pagamento da data-base do ano de 2017, e que a gente espe­ra negociar o 2018 também”, reve­la. Ele comenta ainda que o pre­feito sinalizou com mudanças no Imas, que passará a ter autonomia plena de gestão, que vai garantir o pagamento aos prestadores de ser­viço e, consequentemente, melho­ria no atendimento aos servidores.

SUSTENTAÇÃO

Membro da base de sustenta­ção do governo, Romário Policarpo avalia que o grupo, que atualmen­te é composto de 19 vereadores, de­verá ser ampliado em breve para 24. “Esta base foi construída pelo amor à Goiânia. Acho que o prefei­to tomou uma decisão sábia de não dividir a prefeitura, pelo contrário, ele buscou ter na base os vereado­res que realmente tem responsabi­lidade com Goiânia. Esta base eu diria que tem compromisso com o bem-estar da Capital. É uma base que ainda está se formando, e eu acredito que deverá chegar em 24 vereadores”, avalia.

Jovem, com 30 anos recém com­pletados, Romário Policarpo diz que tem sido gratificante a experiência de ser vereador durante a gestão do prefeito Iris Rezende. Ele considera que a experiência política e admi­nistrativa do prefeito proporciona um aprendizado para ele e outros vereadores. tem. “Iris tem amor pelo que faz. A cada diz que a gente passa com o prefeito a gente aprende uma coisa nova. Para mim é uma honra muito grande ser vereador ao lado daquele que para mim é o maior político da história de Goiás”, frisa.

Policarpo conta que foi aprovado no concurso público para a Guar­da Municipal em 2005, na segun­da administração de Iris na Capi­tal, e depois de empossado no cargo, participou da equipe da GCM que prestava segurança ao prefeito. “Me tornar vereador na sua gestão é para mim um orgulho. O prefeito Iris Re­zende tem uma história que se mis­tura com a história de Goiânia. On­tem ele contou uma história sobre a Avenida Paranaíba. Há um proje­to para construir um prédio no local onde é o Mercado Aberto. Ele falou que o projeto era inviável, porque descaracterizaria o projeto original de Goiânia, pois a Paranaíba, junta­mente com a Tocantins, a Araguaia e a Avenida Goiás compõe o chama­do “Manto de Nossa Senhora”, que foi idealizado pelo arquiteto Atílio Correia Lima. Ou seja, ele é um pre­feito que tem compromisso com a história da nossa cidade”, observa.

De acordo com o vereador, o pre­feito expressa preocupação com o crescimento ordenado da cida­de. Policarpo revela que na ques­tão do Plano Diretor o prefeito de­monstra que é contra a expansão desordenada da cidade. “Enquan­to em todo o Brasil o pensamento é de ampliar a área urbana, Iris de­fende que se trabalhe para acabar com os vazios urbanos dentro dos limites atuais. Isto é uma visão de quem pensa a cidade a longo pra­zo. Para que crescer mais se a cida­de está cheia de vazios?”, finaliza.

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