Cotidiano

Suposto aumento do preço excessivo da gasolina é apurado pela polícia, em Goiânia

Redação DM

Publicado em 21 de setembro de 2022 às 17:53 | Atualizado há 4 anos


Uma nova operação da Polícia Civil e do Procon Goiás é realizada para investigar o suposto aumento exagerado do preço da gasolina em postos da capital e da Região Metropolitana nesta terça-feira, 20. Um posto foi autuado e outros dois serão investigados nesta quarta-feira, 21.

Segundo o titular da Delegacia do Consumidor, Webert Leonardo, a Operação Pente Fino tem como objetivo investigar a alta dos preços ocorrida recentemente na gasolina e no etanol.

“Preliminaramente, foi instaurado inquérito policial para apurar crime contra as relações de consumo e publicidade enganosa”, afirmou o titular.

Na ação de terça-feira, foi notado um aumento de mais de R$ 0,70 no litro do etanol em um dos postos. No outro, o litro da gasolina teve disparada de mais de R$ 1.

O superintendente do Procon Goiás, Levy Rafael, suspeita que haja “formação de cartel” devido ao aumento repentino dos preços no valor do litro dos combustíveis.

O Sindicato do Comércio Varejista de Derivados do Petróleo no Estado de Goiás (Sindiposto) nega a suposta formação de cartel e que apoia a fiscalização em postos que pratiquem irregularidades, e que não compactua com tal atitude.

Confira a nota na íntegra

O Sindicato do Comércio Varejista de Derivados de Petróleo no Estado de Goiás (Sindiposto) esclarece, como já foi amplamente divulgado, que não exerce qualquer tipo de interferência nos preços praticados pelos empresários em seus respectivos estabelecimentos.

O sindicato repete que já estão esgotadas as investigações sobre cartelização de preços em Goiânia, as quais foram realizadas, tanto pelo CADE quanto pela ANP, justamente com o objetivo de averiguar alinhamento de preços e que não encontraram qualquer prática ilícita nesse sentido.

Ademais, a entidade reforça seu apoio a quaisquer ações de fiscalização com vistas à apuração de irregularidades, praticadas por quem quer que seja, já que não compactua com atitudes que possam gerar concorrência desleal entre os estabelecimentos.

Sobre notícias mentirosas que circulam na internet e aplicativos de mensagens, insinuando conluio entre o sindicato e órgãos governamentais, o Sindiposto informa que já tomou as medidas cabíveis para identificar e responsabilizar os autores, tanto civil quanto criminalmente.

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