Evangélicos, militares e ruralistas à frente dos atos bolsonaristas
Redação DM
Publicado em 6 de setembro de 2021 às 17:09 | Atualizado há 5 anos
PT e centrais sindicais organizam Grito dos Excluídos e Fora Bolsonaro
Os partidos de esquerda, tendo à frente o PT, e as centrais sindicais, convocaram a população para sair às ruas, neste 7 de Setembro, para engrossar as fileiras do Grito dos Excluídos e também o Fora Bolsonaro.
Criado pela Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), o Grito ocorre desde 1994 e reúne, sempre no Dia da Independência, pessoas, grupos, entidades, igrejas e movimentos sociais comprometidos com as causas dos excluídos.
Neste ano, a manifestação ganhou a adesão da Campanha Fora Bolsonaro, que definiu o dia 7 como a próxima data de lutas contra o governo de Jair Bolsonaro.
A presidenta do PT, Gleisi Hoffmann pede para que os militantes e a população em geral organizem a participação nos em todas as cidades onde ocorrer o Grito dos Excluídos. “ Nós precisamos mostrar que o Brasil tem jeito e que tem gente lutando pelo povo.
A nossa pauta não é da violência, não é da escalada autoritária, não é contra instituições, não é pelo voto impresso. A nossa pauta é a vida do povo, e o povo está precisando muito de nós, do Partido dos Trabalhadores e das Trabalhadoras. Então, não esqueça: dia 7 estaremos nas ruas em todo o Brasil. Participe”, convida.
Governadores agem para evitar PM da ativa em eventos
O risco de que policiais da ativa se envolvam nas manifestações convocadas pelo presidente Jair Bolsonaro e seus apoiadores para o dia 7 de Setembro levou os governadores a montar esquemas para tentar afastar dos atos os PMs e diminuir o risco de conflitos no dia da Independência. Promoções, mobilização de efetivos extras que estariam de folga e o planejamento de operações para controlar a disciplina da tropa estão entre as medidas tomadas nas duas últimas semanas.
As ações envolvem Estados que registraram, recentemente, episódios de indisciplina dentro das PMs, a maioria ligada à ação de políticos bolsonaristas, como o Ceará, Rio Grande do Norte, o Espírito Santo e São Paulo. Nos dois primeiros, os governadores promoveram um número maior de agentes de segurança, fenômeno também registrado no Distrito Federal como forma de driblar o congelamento de salários do funcionalismo público.
Ambos foram sacudidos pelas duas mais recentes greves de PMs no País entre 2018 e 2020. Cada uma das 27 Polícias Militares do Brasil tem seu próprio regulamento disciplinar, e há diferenças entre eles. O comportamento de agentes de segurança pública estaduais é regido, portanto, pelo estatuto de cada estado.
Pecuaristas acorrem em peso para manifestação em Brasília
Lideranças da agropecuária goiana articulam a participação no dia 7 de Setembro, em apoio ao presidente Jair Bolsonaro, em Brasília.
Dona Valéria Guimarães é uma das coordenadoras da manifestação dos agropecuaristas em Brasília na data independência brasileira.
Segundo ela, uma católica praticante, “é difícil garantir o número de pessoas”. Presume, no entanto, que sejam milhares. Dona Valéria é de família de pecuaristas em Goiás e Mato Grosso. Dezenas de ônibus, caminhões e tratores já se deslocam para o DF. Milhares de cartazes e bandeiras brasileiras ornamentarão a marcha.
Valéria e Carmen Bruder, criadora no Vale do Araguaia, que articulam a organização estrutural, criaram um fundo financeiro para custear despesas com instalação de tendas e de banheiros químicos, compra de alimentos, carvão, água etc.
Há caravanas de diferentes municípios goianos que se dispõem a sair pela madrugada para estar em Brasília antes das 7 horas do dia 7 de Setembro. Outras delegações pretendem permanecer em tendas e hotéis, onde as reservas são inusitadas na rede hoteleira para um fim de semana.
PT e centrais sindicais organizam Grito dos Excluídos e Fora Bolsonaro
Os partidos de esquerda, tendo à frente o PT, e as centrais sindicais, convocaram a população para sair às ruas, neste 7 de Setembro, para engrossar as fileiras do Grito dos Excluídos e também o Fora Bolsonaro.
Criado pela Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), o Grito ocorre desde 1994 e reúne, sempre no Dia da Independência, pessoas, grupos, entidades, igrejas e movimentos sociais comprometidos com as causas dos excluídos.
Neste ano, a manifestação ganhou a adesão da Campanha Fora Bolsonaro, que definiu o dia 7 como a próxima data de lutas contra o governo de Jair Bolsonaro.
A presidenta do PT, Gleisi Hoffmann pede para que os militantes e a população em geral organizem a participação nos em todas as cidades onde ocorrer o Grito dos Excluídos. “ Nós precisamos mostrar que o Brasil tem jeito e que tem gente lutando pelo povo.
A nossa pauta não é da violência, não é da escalada autoritária, não é contra instituições, não é pelo voto impresso. A nossa pauta é a vida do povo, e o povo está precisando muito de nós, do Partido dos Trabalhadores e das Trabalhadoras. Então, não esqueça: dia 7 estaremos nas ruas em todo o Brasil. Participe”, convida.
Governadores agem para evitar PM da ativa em eventos
O risco de que policiais da ativa se envolvam nas manifestações convocadas pelo presidente Jair Bolsonaro e seus apoiadores para o dia 7 de Setembro levou os governadores a montar esquemas para tentar afastar dos atos os PMs e diminuir o risco de conflitos no dia da Independência. Promoções, mobilização de efetivos extras que estariam de folga e o planejamento de operações para controlar a disciplina da tropa estão entre as medidas tomadas nas duas últimas semanas.
As ações envolvem Estados que registraram, recentemente, episódios de indisciplina dentro das PMs, a maioria ligada à ação de políticos bolsonaristas, como o Ceará, Rio Grande do Norte, o Espírito Santo e São Paulo. Nos dois primeiros, os governadores promoveram um número maior de agentes de segurança, fenômeno também registrado no Distrito Federal como forma de driblar o congelamento de salários do funcionalismo público.
Ambos foram sacudidos pelas duas mais recentes greves de PMs no País entre 2018 e 2020. Cada uma das 27 Polícias Militares do Brasil tem seu próprio regulamento disciplinar, e há diferenças entre eles. O comportamento de agentes de segurança pública estaduais é regido, portanto, pelo estatuto de cada estado.
Haverá concentrações em todas as capitais e principais cidades do interior; Já a Campanha Fora Bolsonaro, fórum que reúne grupos e partidos majoritariamente de esquerda, protestará contra o presidente país afora, em eventos organizados pelo PT e por partidos e movimentos de esquerda
Os atos em defesa do presidente Jair Bolsonaro (sem partido), marcados para o feriado de 7 de Setembro, deverão reeditar grande parte da coalizão de direita que o elegeu em 2018, apesar dos interesses fragmentados dos diversos grupos participantes.
Estarão presentes evangélicos, ruralistas, policiais, militares, caminhoneiros, monarquistas e ativistas em geral, que têm em comum o apoio à reeleição de Bolsonaro e o repúdio à volta da esquerda ao poder, representada pelo ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
Haverá concentrações em todas as capitais e principais cidades do interior. As maiores deverão ocorrer na praça dos Três Poderes, em Brasília, pela manhã, e na avenida Paulista, em São Paulo, à tarde. Bolsonaro é esperado em ambas.
Já a Campanha Fora Bolsonaro, fórum que reúne grupos e partidos majoritariamente de esquerda, protestará contra o presidente na mesma data, também durante a tarde, no vale do Anhangabaú.
Protagonistas
Os protagonistas do 7 de Setembro do presidente Jair Bolsonaro:
Ruralistas: Sindicatos rurais, associações de produtores, movimentos nacionais como o Brasil Verde e Amarelo.
Caminhoneiros: lideranças regionais e caminhoneiros autônomos independentes, sem coordenação unificada.
Policiais: associações de policiais militares da reserva, além de alguns da ativa que devem ir à paisana. Militares; Associações de pessoal da reserva, como Clube Militar.
Evangélicos: puxados pelo pastor Silas Malafaia, lideranças como Estevam Hernandes (Renascer em Cristo), César Augusto (Fonte da Vida) e Rina (Bola de Neve) convocaram fiéis a ocupar as ruas em várias capitais.
Ativistas: grupos nacionais, como Nas Ruas, Avança Brasil e Foro Conservador, além de dezenas de movimentos regionais. Outros: grupos díspares, como motociclistas, monarquistas, integralistas e liberais econômicos.
Pecuaristas acorrem em peso para manifestação em Brasília
Lideranças da agropecuária goiana articulam a participação no dia 7 de Setembro, em apoio ao presidente Jair Bolsonaro, em Brasília.
Dona Valéria Guimarães é uma das coordenadoras da manifestação dos agropecuaristas em Brasília na data independência brasileira.
Segundo ela, uma católica praticante, “é difícil garantir o número de pessoas”. Presume, no entanto, que sejam milhares. Dona Valéria é de família de pecuaristas em Goiás e Mato Grosso. Dezenas de ônibus, caminhões e tratores já se deslocam para o DF. Milhares de cartazes e bandeiras brasileiras ornamentarão a marcha.
Valéria e Carmen Bruder, criadora no Vale do Araguaia, que articulam a organização estrutural, criaram um fundo financeiro para custear despesas com instalação de tendas e de banheiros químicos, compra de alimentos, carvão, água etc.
Há caravanas de diferentes municípios goianos que se dispõem a sair pela madrugada para estar em Brasília antes das 7 horas do dia 7 de Setembro. Outras delegações pretendem permanecer em tendas e hotéis, onde as reservas são inusitadas na rede hoteleira para um fim de semana.
PT e centrais sindicais organizam Grito dos Excluídos e Fora Bolsonaro
Os partidos de esquerda, tendo à frente o PT, e as centrais sindicais, convocaram a população para sair às ruas, neste 7 de Setembro, para engrossar as fileiras do Grito dos Excluídos e também o Fora Bolsonaro.
Criado pela Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), o Grito ocorre desde 1994 e reúne, sempre no Dia da Independência, pessoas, grupos, entidades, igrejas e movimentos sociais comprometidos com as causas dos excluídos.
Neste ano, a manifestação ganhou a adesão da Campanha Fora Bolsonaro, que definiu o dia 7 como a próxima data de lutas contra o governo de Jair Bolsonaro.
A presidenta do PT, Gleisi Hoffmann pede para que os militantes e a população em geral organizem a participação nos em todas as cidades onde ocorrer o Grito dos Excluídos. “ Nós precisamos mostrar que o Brasil tem jeito e que tem gente lutando pelo povo.
A nossa pauta não é da violência, não é da escalada autoritária, não é contra instituições, não é pelo voto impresso. A nossa pauta é a vida do povo, e o povo está precisando muito de nós, do Partido dos Trabalhadores e das Trabalhadoras. Então, não esqueça: dia 7 estaremos nas ruas em todo o Brasil. Participe”, convida.
Governadores agem para evitar PM da ativa em eventos
O risco de que policiais da ativa se envolvam nas manifestações convocadas pelo presidente Jair Bolsonaro e seus apoiadores para o dia 7 de Setembro levou os governadores a montar esquemas para tentar afastar dos atos os PMs e diminuir o risco de conflitos no dia da Independência. Promoções, mobilização de efetivos extras que estariam de folga e o planejamento de operações para controlar a disciplina da tropa estão entre as medidas tomadas nas duas últimas semanas.
As ações envolvem Estados que registraram, recentemente, episódios de indisciplina dentro das PMs, a maioria ligada à ação de políticos bolsonaristas, como o Ceará, Rio Grande do Norte, o Espírito Santo e São Paulo. Nos dois primeiros, os governadores promoveram um número maior de agentes de segurança, fenômeno também registrado no Distrito Federal como forma de driblar o congelamento de salários do funcionalismo público.
Ambos foram sacudidos pelas duas mais recentes greves de PMs no País entre 2018 e 2020. Cada uma das 27 Polícias Militares do Brasil tem seu próprio regulamento disciplinar, e há diferenças entre eles. O comportamento de agentes de segurança pública estaduais é regido, portanto, pelo estatuto de cada estado.
Haverá concentrações em todas as capitais e principais cidades do interior; Já a Campanha Fora Bolsonaro, fórum que reúne grupos e partidos majoritariamente de esquerda, protestará contra o presidente país afora, em eventos organizados pelo PT e por partidos e movimentos de esquerda
Os atos em defesa do presidente Jair Bolsonaro (sem partido), marcados para o feriado de 7 de Setembro, deverão reeditar grande parte da coalizão de direita que o elegeu em 2018, apesar dos interesses fragmentados dos diversos grupos participantes.
Estarão presentes evangélicos, ruralistas, policiais, militares, caminhoneiros, monarquistas e ativistas em geral, que têm em comum o apoio à reeleição de Bolsonaro e o repúdio à volta da esquerda ao poder, representada pelo ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
Haverá concentrações em todas as capitais e principais cidades do interior. As maiores deverão ocorrer na praça dos Três Poderes, em Brasília, pela manhã, e na avenida Paulista, em São Paulo, à tarde. Bolsonaro é esperado em ambas.
Já a Campanha Fora Bolsonaro, fórum que reúne grupos e partidos majoritariamente de esquerda, protestará contra o presidente na mesma data, também durante a tarde, no vale do Anhangabaú.
Protagonistas
Os protagonistas do 7 de Setembro do presidente Jair Bolsonaro:
Ruralistas: Sindicatos rurais, associações de produtores, movimentos nacionais como o Brasil Verde e Amarelo.
Caminhoneiros: lideranças regionais e caminhoneiros autônomos independentes, sem coordenação unificada.
Policiais: associações de policiais militares da reserva, além de alguns da ativa que devem ir à paisana. Militares; Associações de pessoal da reserva, como Clube Militar.
Evangélicos: puxados pelo pastor Silas Malafaia, lideranças como Estevam Hernandes (Renascer em Cristo), César Augusto (Fonte da Vida) e Rina (Bola de Neve) convocaram fiéis a ocupar as ruas em várias capitais.
Ativistas: grupos nacionais, como Nas Ruas, Avança Brasil e Foro Conservador, além de dezenas de movimentos regionais. Outros: grupos díspares, como motociclistas, monarquistas, integralistas e liberais econômicos.
Pecuaristas acorrem em peso para manifestação em Brasília
Lideranças da agropecuária goiana articulam a participação no dia 7 de Setembro, em apoio ao presidente Jair Bolsonaro, em Brasília.
Dona Valéria Guimarães é uma das coordenadoras da manifestação dos agropecuaristas em Brasília na data independência brasileira.
Segundo ela, uma católica praticante, “é difícil garantir o número de pessoas”. Presume, no entanto, que sejam milhares. Dona Valéria é de família de pecuaristas em Goiás e Mato Grosso. Dezenas de ônibus, caminhões e tratores já se deslocam para o DF. Milhares de cartazes e bandeiras brasileiras ornamentarão a marcha.
Valéria e Carmen Bruder, criadora no Vale do Araguaia, que articulam a organização estrutural, criaram um fundo financeiro para custear despesas com instalação de tendas e de banheiros químicos, compra de alimentos, carvão, água etc.
Há caravanas de diferentes municípios goianos que se dispõem a sair pela madrugada para estar em Brasília antes das 7 horas do dia 7 de Setembro. Outras delegações pretendem permanecer em tendas e hotéis, onde as reservas são inusitadas na rede hoteleira para um fim de semana.
PT e centrais sindicais organizam Grito dos Excluídos e Fora Bolsonaro
Os partidos de esquerda, tendo à frente o PT, e as centrais sindicais, convocaram a população para sair às ruas, neste 7 de Setembro, para engrossar as fileiras do Grito dos Excluídos e também o Fora Bolsonaro.
Criado pela Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), o Grito ocorre desde 1994 e reúne, sempre no Dia da Independência, pessoas, grupos, entidades, igrejas e movimentos sociais comprometidos com as causas dos excluídos.
Neste ano, a manifestação ganhou a adesão da Campanha Fora Bolsonaro, que definiu o dia 7 como a próxima data de lutas contra o governo de Jair Bolsonaro.
A presidenta do PT, Gleisi Hoffmann pede para que os militantes e a população em geral organizem a participação nos em todas as cidades onde ocorrer o Grito dos Excluídos. “ Nós precisamos mostrar que o Brasil tem jeito e que tem gente lutando pelo povo.
A nossa pauta não é da violência, não é da escalada autoritária, não é contra instituições, não é pelo voto impresso. A nossa pauta é a vida do povo, e o povo está precisando muito de nós, do Partido dos Trabalhadores e das Trabalhadoras. Então, não esqueça: dia 7 estaremos nas ruas em todo o Brasil. Participe”, convida.
Governadores agem para evitar PM da ativa em eventos
O risco de que policiais da ativa se envolvam nas manifestações convocadas pelo presidente Jair Bolsonaro e seus apoiadores para o dia 7 de Setembro levou os governadores a montar esquemas para tentar afastar dos atos os PMs e diminuir o risco de conflitos no dia da Independência. Promoções, mobilização de efetivos extras que estariam de folga e o planejamento de operações para controlar a disciplina da tropa estão entre as medidas tomadas nas duas últimas semanas.
As ações envolvem Estados que registraram, recentemente, episódios de indisciplina dentro das PMs, a maioria ligada à ação de políticos bolsonaristas, como o Ceará, Rio Grande do Norte, o Espírito Santo e São Paulo. Nos dois primeiros, os governadores promoveram um número maior de agentes de segurança, fenômeno também registrado no Distrito Federal como forma de driblar o congelamento de salários do funcionalismo público.
Ambos foram sacudidos pelas duas mais recentes greves de PMs no País entre 2018 e 2020. Cada uma das 27 Polícias Militares do Brasil tem seu próprio regulamento disciplinar, e há diferenças entre eles. O comportamento de agentes de segurança pública estaduais é regido, portanto, pelo estatuto de cada estado.