Rede Sustentabilidade reativa diretório em Anápolis
Redação DM
Publicado em 21 de junho de 2021 às 15:44 | Atualizado há 5 anos
A Rede Sustentabilidade volta à atividade em Anápolis, presidida pelo advogado Leopoldo Garcia. Um grupo de 35 pessoas participou de ato que marcou a nova fase do partido na cidade.
“É um partido que conversa muito com a população, que tem uma pegada ambiental, com políticos honestos e dispostos a discutir a sociedade”, resumiu o dirigente, em entrevista à Rádio Manchester.
Leopoldo Garcia deixa o PV para assumir a Rede. Ele foi candidato a vereador pelo Partido Verde em 2020, alcançando 902 votos, o quinto mais bem votado na chapa.
O advogado disse que a Rede contará com profissionais liberais em seus quadros e que o direcionamento é estar na oposição ao prefeito Roberto Naves (PP) e ao governador Ronaldo Caiado (DEM). “Algo consciente, sem ataques, mas em defesa do povo”, explicou.
Para 2022, Leopoldo revelou que a Rede de Anápolis lançará candidato a deputado estadual. E se os planos de agora derem certo, o objetivo é também ter um nome da cidade na disputa de deputado federal.
Apesar de ter tido 50 candidatos a deputado estadual em 2018, a Rede passou longe de eleger um nome para a Assembleia Legislativa de Goiás – a primeira colocada dessa lista, Lessandra da Aspaan, teve 3.339 votos, um quantitativo de eleição de vereador.
A Rede é um partido criado a partir da liderança da ex-senadora Marina Silva. Seu registro definitivo foi concedido pelo TSE em setembro de 2015.
O partido participou da eleição municipal de Anápolis em 2016, apoiando o então estreante na disputa para prefeito Roberto Naves, na época no PTB (hoje no PP).
A Rede lançou oito nomes para vereador naquele pleito, que juntos somaram 1.344 votos. O primeiro da lista, que não conseguiu eleger ninguém, foi o Policial Federal Suender, com 453 votos, e que quatro anos depois, na eleição de 2020, já no PSL, acabou conquistando uma cadeira de vereador.
Leopoldo Garcia disse que o partido promete se manter ativo nos debates públicos, como a questão do orçamento municipal e, sobretudo, em relação a temas ligados ao meio ambiente. A principal liderança da sigla, Marina Silva, foi ministra da área entre 2003 e 2008.
Em seu estatuto a Rede se descreve assim: “uma associação de cidadãos e cidadãs dispostos a contribuir voluntária e de forma colaborativa para superar o monopólio partidário da representação política institucional, intensificar e melhorar a qualidade da democracia no Brasil e atuar politicamente para prover todos os meios necessários à efetiva participação dos brasileiros e brasileiras nos processos decisórios que levem ao desenvolvimento justo e sustentável da Nação, em todas as suas dimensões”