Política

“A igreja será parceira no nosso projeto de mudar Goiás”, diz Caiado

Redação DM

Publicado em 1 de junho de 2018 às 02:56 | Atualizado há 8 anos

O senador Ronaldo Caiado (Democratas), ao lado su­plente Luiz Carlos do Car­mo, participou, ontem, da 45ª AGE da Convenção Nacional das Assem­bleias de Deus (Conamad), em Bra­sília. E agradeceu pelo apoio dado pelo bispo primaz mundial das As­sembleias de Deus, Manoel Ferrei­ra, e pelos bispos Samuel Ferreira, Abner Ferreira, Abigail Carlos, Oí­des do Carmo e todos que lideram e compõem as Assembleias de Deus.

O bispo Oídes José do Carmo disse que é uma honra receber o “amigo Ronaldo Caiado” na Co­namad. “Combativo, que honra nosso Estado. Há quatro anos fi­zemos uma aliança, Goiás abra­çou Ronaldo Caiado e agora faz essa visita e merece todos os nos­sos aplausos”, recepcionou Oídes.

O bispo Samuel Ferreira, que é fi­lho do bispo primaz Manoel Ferrei­ra, disse que Ronaldo Caiado é um amigo da igreja, que respeita valores e que merece todo o carinho da As­sembleia de Deus. “Ronaldo Caiado é um homem de Deus, que honra a palavra e a confiança que todos de­positam nele. Deus tem um proje­to muito importante para ele”, disse.

O senador Ronaldo Caiado, que chegou acompanhado de seu su­plente Luiz Carlos do Carmo, agra­deceu pelo apoio do bispo primaz Manoel Ferreira, e dos bispos Abner, Abigail e Oídes. “São amigos e res­peitados pela população de Goiás e do Brasil. A igreja tem um papel de destaque em nosso projeto”, disse.

Ronaldo Caiado afirmou que a igreja tem o poder de curar almas. “Nós médicos sabemos fazer o tra­tamento e a prescrição. Mas quem pode resgatar a vida de quem prati­cou desvios é a igreja, que é um hos­pital de almas. A igreja é parceira em nosso projeto de mudar Goiás”, disse.

UNIDADE, UNIÃO E COMUNHÃO

Ronaldo Caiado disse ainda que o tema do encontro–Unida­de, União e Comunhão–tem tudo a ver com o momento pelo qual o Brasil passa. “Nada mais forte e representativo que reflete o mo­mento do Brasil. Precisamos bus­car a união. O brasileiro sempre buscou harmonia, recebe bem quem vem de fora, respeita as di­ferenças. Mas infelizmente ten­taram dividir o Brasil nos últimos anos. Tentaram jogar um segmen­to contra outro. Isso não leva a construção de um País. É só ver a Venezuela. Preservamos as re­gras democráticas do País. Preci­samos arrefecer o clima. Criar o sentimento de irmandade, soli­dariedade e compaixão. A igreja tem esse poder e capital de unir o País e diminuir essa cizânia”, disse.

 

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