“Daniel será o nosso futuro governador”
Redação DM
Publicado em 6 de abril de 2018 às 02:36 | Atualizado há 8 anos
O presidente da Câmara de Goiânia, Andrey Azeredo (MDB), não concorda com a declaração de apoio que prefeitos e lideranças do MDB fizeram em relação à pré-candidatura do senador Ronaldo Caiado (DEM) ao governo do Estado. “Isso deve ser respeitado num processo democrático, embora eu discorde com veemência”, declarou em entrevista à imprensa esta semana.
Andrey endossa seu apoio à pré-candidatura do presidente estadual do MDB, Daniel Vilela, e acredita que o nome do deputado será o escolhido na convenção para representar a legenda. “O MDB tem um excelente pré-candidato, um jovem brilhante, o Daniel Vilela. Ele será homologado na convenção do partido e será, com a vontade do povo e as bênçãos de Deus, o nosso futuro governador”, ressaltou.
Para o emedebista ainda é cedo para se definir alianças, mas Andrey acredita que as oposições para disputar as eleições em outubro devem se unir e Daniel deve ser o cabeça de chapa. “Os demais partidos, nesse momento, devem se aliar ao MDB indicando outros membros da chapa encabeçada por Daniel Vilela”.
O presidente da Câmara ressaltou que os que estão insatisfeitos dentro do partido devem ter “a hombridade de pedir para sair, mas antes é necessário evitar atitudes extremas, buscar o diálogo e fazer alianças”. Andrey ainda completou: “Concordo plenamente com o ex-governador Maguito Vilela quando ele diz que os que querem minar a candidatura de Daniel não conseguirão”.
PLANO DIRETOR
Além de eleições, outro pontoabordadopor Andreydurante a entrevista foi a respeito do Plano Diretor de Goiânia (PDG), que deve ser encaminhado o mais rápido possível ao Legislativo municipal. O presidente reforçou a necessidade de um trabalho maduro e responsável por parte dos vereadores para criação do Plano. “Não podemos errar, temos que agir com muita maturidade, responsabilidade e visão de futuro para gerarmos um documento viável, prático e com soluções realistas para Goiânia”, destacou.
Como o documento tem sido discutido desde a gestão passada, Andrey afirmou que os vereadores não devem se delongar para aprovação e posterior sanção do prefeito, mas ressaltou que o texto será analisado com profundidade. O presidente também justificou a demora para que o PDG chegue ao Legislativo: “Não foi em razão de uma falha ou omissão da Câmara que o projeto ainda não chegou aqui, ao contrário, eu, pessoalmente, participei de mais de 80% das audiências feitas pela Seplanh com técnicos e com a sociedade, desdeafase deelaboração do texto, contribuí desde o início. Mas, infelizmente, essarevisão ainda não foi concluída e a estamos aguardando”, destacou.