Militares goianos assumiram a direção do Partido Pátria Livre – PPL
Redação DM
Publicado em 29 de março de 2018 às 02:46 | Atualizado há 8 anos
Buscando fortalecimento político, lideranças e representantes classistas dos policiais militares, bombeiros militares e pensionistas de Goiás, se uniram para fortalecimento da categoria através do processo político.
Como primeiro objetivo do projeto, os militares goianos assumiram a direção do Partido Pátria Livre – PPL, tendo como atual presidente o coronel RR João Batista de Oliveira, onde pretendem lançar inicialmente seus candidatos para deputado federal e deputados estaduais.
Ainda de forma independente e sem definição de coligações o PPL em Goiás está analisando um projeto ousado de inclusive lançar candidatos a governador, vice-governador e senador.
É notório! A consciência política dos quase 30.000 (trinta mil) militares ativos, da reserva remunerada e pensionistas em Goiás, que nos últimos anos tiveram vários embates na manutenção dos direitos e prerrogativas.
A prova que estamos no rumo certo é o número de políticos militares com mandato e sem mandato que foram ungidos pelas urnas e escolhidos por todas 246 cidades de nosso Estado. Somam-se mais de 350 (trezentos e cinquenta) políticos militares que estão ou estiveram com mandato eleitoral. Se juntarem tornam-se a terceira força política partidária no estado e a maior força classista no Brasil.
As associações representativas dos militares e pensionistas, percebendo o grande papel dos militares exercido na sociedade enquanto cidadãos provedores de direitos e deveres, sobretudo, emanados do poder de mudar a realidade, busca a cada dia construir uma consciência política para assim se tornarem fortes. Existe um ditado no seio da tropa que: “Os militares são um grande elefante amarrado num pé de alface com um fio de cabelo, prontos para se libertarem”. Chegou o grande momento de demonstração de força para implementação de novos projetos que visem e acima de tudo a construção de uma sociedade moralmente constituída com pilares da legalidade, transparência, probidade administrativa e combate à corrupção.