Política

Daniel diz que PMDB vai ampliar alianças para a sucessão estadual

Redação DM

Publicado em 28 de novembro de 2017 às 01:41 | Atualizado há 9 anos

Faltando apenas dois encontros regionais – Buriti Alegre e Goiânia – para o o fim das agendas de dis­cussões do partido em 2017, o de­putado federal Daniel Vilela, pre­sidente do PMDB em Goiás, não tem dúvida da união da sigla em torno de uma candidatura própria ao governo do Estado. “Em nenhu­ma das nossas reuniões houve ma­nifestação contrária, apenas o aler­ta para a necessidade de ampliar as alianças partidárias. Algo que con­cordamos plenamente”, declarou, ontem, em entrevista à Rádio Bons Ventos (107,3 FM). O deputado é o pré-candidato da sigla ao governo.

Daniel Vilela enumerou outros argumentos utilizados por lideran­ças peemedebistas de praticamen­te 200 municípios ao longo dos úl­timos 10 meses. “O PMDB lidera a oposição há 20 anos, tem mais ca­pacidade de aglutinar outras siglas e conta com uma militância aguer­rida, motivada a promover a mu­dança nos rumos da política goia­na”, ressaltou, acrescentando que a colocação em pesquisas deixou de ser critério fundamental para defini­ção de candidaturas. “Lideramos as pesquisas nas últimas cinco eleições e não fomos bem sucedidos. O que importa agora é o resultado final”.

O presidente do diretório regio­nal do PMDB voltou a frisar a pos­sibilidade de aliança com todos os demais partidos no Estado, menos o PSDB. “Tenho conversado inten­samente com praticamente todas as siglas, buscando a convergência em torno de um novo projeto polí­tico e de governo”. Sobre o Demo­cratas, comandado pelo senador Ronaldo Caiado, Daniel destacou que em determinado momento “todos irão sentar numa mesa e discutir o projeto para promover as mudanças que Goiás precisa”. Em 2014, lembrou ele, o PMDB foi fun­damental para a eleição de Caiado ao Senado da República e mantém desde então uma boa relação com o DEM. “Acredito que nada impe­de que haja uma retribuição a esse apoio em 2018”, afirmou.

Indagado pelo apresentador Alípio Nogueira e participantes Emerson Vargas e Álvaro Alexan­dre sobre os seus planos para go­vernar Goiás, Daniel Vilela citou a necessidade de desenvolver uma gestão contemporânea, alicerça­da em mais resultados, mais dis­crição. “Vivemos um divisor de águas. Só mesmo novos quadros administrativos, eficiência e mo­dernidade poderão mudar a cara deste governo acomodado, que mal consegue administrar, por exemplo, o problema crônico da falta d’água no Estado”, criticou.

 

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