Reencontro que vale título
Redação DM
Publicado em 2 de julho de 2017 às 01:11 | Atualizado há 1 ano
Mesmo sem contar com suas principais estrelas, a Alemanha chega com força para a final da Copa das Confederações. Hoje, a seleção comandada por Joachim Löw enfrenta o Chile, atual bicampeão da Copa América, às 15h (de Brasília), na Zenit Arena, São Petersburgo, na Rússia.
Frente a frente ainda estarão o melhor ataque e a melhor defesa do torneio. Em quatro jogos disputados, a Alemanha marcou 11 gols, contra apenas quatro anotados pelo rival. Defensivamente, no entanto, o Chile aparece empatado com Portugal, com apenas dois gols sofridos. Os atuais campeões mundiais, por outro lado, cederam cinco gols na competição.
Para a decisão, Löw não espera uma partida fácil. O treinador da Alemanha ressaltou a qualidade do adversário e relembrou do empate por 1 a 1 com os chilenos na segunda rodada da fase de grupos da Copa das Confederações.
“No primeiro jogo os primeiros 15 minutos foram fora do normal. Não conseguimos controlar o Chile, eles foram muito agressivos e fortes. Depois conseguimos nos reorganizar bem e equilibrar as ações. No segundo tempo pudemos ser mais audaciosos, houve mais espaços. Depois do início do jogo estivemos bem. Ganhamos um ponto, fomos bem em 80 minutos e não demos mais tantas chances ao Chile. Eles são excelentes, flexíveis. Temos que estar aptos a controlar nossa própria partida – declarou o treinador.
Do lado chileno, o atacante Alexis Sánchez está confiante de que sua seleção pode deixar a Rússia com o troféu. O jogador do Arsenal demonstrou respeito pela Alemanha, mas considerou o time sul-americano favorito para vencer a competição.
“Devemos ter respeito pela Alemanha, que tem uma grande equipe, com grandes jogadores, que correm o tempo inteiro. Porém, na nossa equipe, cada jogador se sente com a mentalidade de ganhar a final. Se não nos sentíssemos favoritos, era melhor que tivéssemos ficado no Chile. Os jogadores desta equipe têm uma mentalidade vencedora” afirmou o jogador.
Na decisão deste domingo, ainda vale para a Alemanha igualar-se a Brasil (1997 e 2005) e França (2001), únicos campeões mundiais em vigência que conquistaram também a Copa das Confederações. Para o Chile, que participa do torneio pela primeira vez, vale a conquista inédita e a chance de oferecer um legado às futuras gerações.
