Brasil

BNDES – um exemplo de gestão

Redação DM

Publicado em 19 de janeiro de 2017 às 00:54 | Atualizado há 2 anos

Muito bom o artigo de Vinicius Neder “Mudanças aceleradas ditam ritmo no BNDES” publicada no Estadão em 08/01/17. O artigo traz uma radiografia do Banco que esteve durante quase 14 anos nas mãos dos petistas que igualmente á Petrobras,  sofreu todo tipo de uso e abuso. A economista e presidente do banco Maria Silvia Bastos Marques, ao tomar posse tinha a missão de  estancar a sangria aberta no banco nos governos do PT e não é nenhuma novidade que as mudanças implementadas por ela venhsm gerando descontentamentos. Pelas mudanças no BNDES vê-se que a executiva escolhida para o cargo buscou entregar resultados. A presidente é um exemplo de gestora  bem sucedida. Em novembro fez a devolução antecipada de R$ 100 bilhões á União, foram criadas duas diretorias, duas áreas foram extintas, oito foram fundidas em quatro e uma foi criada. Também diminuiu o número de executivos que comandavam as áreas de 24 para 19. As mudanças de Maria Silvia não ficam apenas na questão financeira elas foram física também,  os superintendentes deixaram de ter mesas com divisórias de vidro e os próprios diretores perderam suas salas. Agora, estão num único salão e um andar inteiro foi liberado. Com isso, a nova diretoria abandonou a construção de um prédio, orçado em R$ 490 milhões, e transferiu para a sede empregados que ocupavam nove andares num edifício comercial.  Interessante notar que todo esse trabalho da executiva no BNDES não repercutiu no país consumido pela corrupção e nem teve o merecido destaque da imprensa.  Tudo que se ouve dizer é que quererem construir mais prédios, mais cargos e consequentemente mais despesas. Até o governo federal que disse iria diminuir ministérios teve dificuldades em cortar na própria carne. Maria Silvia é um exemplo de executiva que faz falta no Brasil. Tivéssemos mais Marias Silvias no BB, CEF, Anatel, ANS, Aneel, Anac etc, nosso país seria outro.

(Izabel Avallone, via e-mail)

 


 Falência do Estado

Paulo Panossian

Se os nossos governantes tampouco tem capacidade de dar proteção aos detentos que vivem confinados dentro dos nossos presídios, que até são mortos e decapitados, como mais estas 27 pessoas no Rio Grande do Norte, como nós contribuintes, sem cumplicidade com qualquer crime devemos nos sentir aqui fora?!…  Já que, a insegurança pública é visível e medíocre, o que torna cada cidadão brasileiro refém e ameaçado pela violência urbana, com a triste e assustadora estatística de mais de 60 mil assassinatos por ano?!  Se o Estado já faliu no atendimento a saúde, e na qualidade da educação que oferece aos nossos filhos, no quesito segurança pública é de total abandono…

(Paulo Panossian, via e-mail)

 


Crime organizado e política!

Beatriz Campos

Com tanta rebelião! Com tantas decapitações acontecendo em nossas penitenciárias, será que além do “crime organizado”, não existe “partido político organizado” por trás também não? São Paulo em 2006, quando o governador Alckmin (PSDB-SP) era candidato a presidência concorrendo com e ex-presidente Lulla (PT-SP),  sentiu na pele como o crime organizado parecia agir em consonância com a política. Acabado o pleito, acabaram as rebeliões. Estranho não? Hoje o foco seria desestabilizar o governo Temer? A conferir…

(Beatriz Campos, via e-mail)

 


O ser político

Paulo Henrique Coimbra de Oliveira

Quais seriam pela ordem os motivos de alguém querer ser político?  Em primeiro lugar o financeiro. São os melhores salários pagos no serviço público. Em segundo lugar o financeiro de novo. Pois além dos salários tem outras vantagens indiretas tais como verba de gabinete, verbas de locomoção assistência médica e tantos outros inimagináveis pelos seus eleitores. Em terceiro lugar o financeiro novamente pela liberação de verbas e suas vantagens escusas. E finalmente o idealismo. Mas ai não dá mais tempo pois o mandato acabou e ele já estão pensando na reeleição.

(Paulo Henrique Coimbra de Oliveira, via e-mail)

 


Degradação política brasileira

Veja o tamanho da humilhação que estão passando os funcionários públicos do Estado do Rio de Janeiro! Até a Polícia Militar e o Corpo de bombeiros sendo obrigados procurar ajudas para continuar vivendo e mantendo os seus familiares. Isso fez o desespero tomar conta dos cariocas, gaúchos e mineiros. O Brasil não tem poderes públicos regulares e responsáveis para tomar as medidas cabíveis e disciplinares a conduta dos políticos indignos de participar das administrações públicas ou estão todos compactuados? Para que serve o atual Poder Judiciário? Que saudade do governo militar! Como os atuais políticos corruptos sentem uma dor incrível em ouvir isto!

(Benone A. de Paiva, via e-mail)

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