Esportes

Com Griezmann fora, time tem laterais brasileiros

Redação DM

Publicado em 10 de janeiro de 2017 às 00:53 | Atualizado há 9 anos

A Fifa premiou ontem, em cerimônia que aconteceu em Zurique, na Suíça, o “Time dos Sonhos” da temporada de 2016. Com os laterais brasileiros Daniel Alves e Marcelo, a lista dos 11 melhores jogadores não contou com o francês Antoine Griezmann, um dos finalistas ao prêmio de melhor jogador do mundo.

Com cinco jogadores, o Real Madrid dominou a lista, que ainda contou com quatro jogadores do Barcelona, além de um atleta do Bayern de Munique e um da Juventus.

A lista contou com o Neuer (Bayern de Munique e Alemanha), Daniel Alves (Barcelona/Juventus e Brasil), Piqué (Barcelona e Espanha), Sergio Ramos (Real Madrid e Espanha), Marcelo (Real Madrid e Espanha), Modric (Real Madrid e Croácia), Toni Kroos (Real Madrid e Alemanha), Iniesta (Barcelona e Espanha), Messi (Barcelona e Argentina), Suárez (Barcelona e Uruguai) e Cristiano Ronaldo (Real Madrid e Portugal).

A principal ausência da noite foi dos jogadores do Barcelona. Premiados pela Fifa, os atletas Messi, Iniesta, Piqué e Suárez não compareceram à premiação. O clube catalão divulgou em comunicado oficial avisando que os jogadores não compareciam devido ao jogo contra o Atlético Bilbao, que acontece na próxima quarta-feira, pela Copa do Rei.

Um dos finalistas ao prêmio de melhor jogador da temporada, o francês Antoine Griezmann, atacante do Atlético de Madrid e da França, e que chegou à final da Liga dos Campeões e da Eurocopa no último ano, não esteve entre os 11 eleitos da entidade maior do futebol.

Já o prêmio para melhor jogadora do mundo em 2016 foi mais uma vez para a americana Carli Loyd, que venceu pelo segundo ano consecutivo. A brasileira Marta ficou na segunda posição. Figurando entre as três melhores jogadoras do mundo pela 12ª vez em um intervalo de 13 anos, não sendo finalista somente em 2015, Marta prefere olhar para toda a sua contribuição na modalidade: ““Acho que temos que partir, primeiramente, do nosso país, do Brasil, para que possamos dar este exemplo a outros países. O Brasil tem uma liga feminina forte, mas está tentando se aproximar das outras potências ainda. Tem que partir do nosso país, dar o exemplo, trazer oportunidades para as meninas para explorar isso em outros países”, completou.

 


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