Lúcia Vânia aperta para desafios de novos prefeitos
Redação DM
Publicado em 29 de dezembro de 2016 às 00:57 | Atualizado há 10 anosA senadora Lúcia Vânia (PSB)) avalia as mudanças no cenário político dos municípios como um período de renovação na esperança para os eleitores, diante da crise política e econômica. Ela chamou atenção para a importância do voto como ferramenta do cidadão para influenciar o poder público e alertou para os desafios dos novos prefeitos e vereadores em corresponder à expectativa dos eleitores.
Para a senadora goiana, é preciso manter o compromisso com um país justo, próspero e ambientalmente sustentável, mas assinalou que os administradores municipais terão trabalho para equilibrar as contas públicas. Segundo a senadora, a desaceleração econômica e a elevação do desemprego aumentam a demanda por serviços públicos. “As eleições de 2016 representaram um momento de inflexão para o Brasil. O resultado das ações dos gestores municipais será levado em conta nos futuros pleitos do país. Assim, a responsabilidade dos eleitos é grande, e queremos oferecer o nosso apoio nessa jornada”, declarou.
Lúcia Vânia sustenta que o quadro de crise sem precedentes a que a conjuntura política remeteu o país tornou as eleições municipais deste ano em algo crucial. “Apesar da descrença, da desconfiança do eleitorado, do pensamento de que nada adianta fazer porque estamos em um mar de corrupção, temos o direito de sonhar e nos comprometer com um país próspero, democrático, sem corrupção, socialmente igualitário, economicamente justo, ecologicamente sustentável, sem violência, sem discriminação, sem mentiras em, acima de tudo, com oportunidades iguais para todos.”
Ela lembrou que, apesar de altos índices de abstenção que ocorreu nas eleições deste ano, a população brasileira foi às urnas com esperança e os gestores que foram eleitos não podem e não devem decepcionar seus eleitores. “Mais do que nunca temos que pensar em gestões de qualidade, capazes de corresponder às expectativas da sociedade”.
Para Lúcia Vânia, os administradores municipais terão trabalho para equilibrar as contas públicas, já que, segundo a senadora, a desaceleração econômica e a elevação do desemprego ampliam a demanda por serviços públicos.