Cotidiano

Agrodefesa sai na frente no desempenho de vacinação

Redação DM

Publicado em 26 de novembro de 2016 às 01:29 | Atualizado há 10 anos

A Agrodefesa, em resposta à matéria publicada sexta-feira pelo Diário da Manhã, “IATF – Vacina contra aftosa põe em risco o desempenho”, esclarece alguns aspectos a respeito das informações dadas ao conhecimento da imprensa pelo Conselho Nacional de Pecuária de Corte. Segundo a Agência Goiana de Defesa Agropecuária, no processo a iniciativa pioneira no Centro-Oeste foi de sua autoria.

A Agrodefesa se manifestou ao DM, que “está sempre à disposição para colaborar com a imprensa, assim, nos causou estranhamento a citação da matéria onde menciona-se que “Em Goiás a Faeg ainda não se manifestou a respeito, nem a Agrodefesa”.

Bovinos e bubalinos

Ainda, no Estado, desde novembro de 2011, a instituição utiliza a estratégia de duas vacinações anuais de bovinos e bubalinos, sendo a primeira etapa, para animais de todas as idades contra febre aftosa em maio e, a segunda etapa destina-se a vacinação de animais de até 24 meses, que ocorre de 01 a 30/11. “Portanto, bem antes de outros estados, como corretamente citado para o Estado do Mato Grosso, que adotará esta estratégia a partir de 2017. Sendo que, em Goiás, estas decisões são sempre tomadas em parceria e compartilhamento com o setor produtivo, o que torna muito efetivo os resultados das vacinações”, expõe a diretoria.

A Agrodefesa, órgão executor de defesa sanitária animal no Estado, tem fiscalizado “diuturnamente por meio de procedimentos como a vacinação assistida, vacinação fiscalizada, vacinação oficial, fiscalizações em propriedades rurais, fiscalizações nas revendas de produtos biológicos, auditorias no Sistema Informatizado de Defesa Agropecuária de Goiás – SIDAGO a execução das medidas de erradicação da Febre Aftosa, bem como das demais doenças de controle oficial”, acrescenta a instituição.

Profilaxia da aftosa

A execução das medidas de profilaxia da febre aftosa em território goiano faz-se com base na execução de normas sanitárias rigorosas, atendidas pelo Serviço Veterinário Oficial Estadual e por toda a cadeia produtiva, em consonância com as normativas do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, as quais garantem a manutenção do status sanitário de livre da febre aftosa com vacinação em Goiás conquistado no ano 2000.

A vacinação contra a febre aftosa é a principal ferramenta utilizada pela defesa sanitária animal, a fim de resguardar e proteger o rebanho bovino e bubalino de Goiás, estimado em mais de 22 milhões de cabeças, contra esta enfermidade. Desta maneira, é prematuro afirmar que a vacinação contra a Febre Aftosa pode gerar prejuízos decorrentes de sua aplicação em rebanhos onde a vacinação é realizada no mês de novembro em animais menores que 24 meses, sendo que a maioria das fêmeas em idade reprodutiva encontra-se acima desta faixa etária.

 

 

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