Esportes

Zagueiro fala em clima de final e relembra duelo de 2002

Redação DM

Publicado em 5 de julho de 2018 às 01:39 | Atualizado há 8 anos

O encontro entre Brasil e Bélgi­ca pelas quartas de final da Copa se aproxima e, a dois dias de enfrentar a seleção brasileira, o zagueiro bel­ga Kompany falou com os jornalis­tas sobre o jogo. Reeditando as oita­vas de final de 2002, as lembranças daquela partida não são boas para o jogador do Manchester City, que, na época, tinha 16 anos e sofreu com a eliminação de seu país.

“A única coisa que todos os bel­gas lembram é do gol de Marc Wil­mots que foi anulado. Só lembra­mos disso. É difícil não lembrar. Claro que há muitas coisas que envolvem uma partida de futebol, mas quando você é criança, esse é o tipo de coisa que marca”, disse.

Kompany mostrou muito respeito pela equipe brasileira e falou sobre as caraterísticas do jogo de Tite. Além disso, ele afir­mou que a Bélgica não irá espe­rar o Brasil no campo de defe­sa. “Sabemos que é uma equipe forte. Seguimos fiéis ao nosso princípio, marcando gols, ten­tando ser o mais rápido possível. É um Brasil com equilíbrio, sen­do constante entre atacar e de­fender. Eles podem atacar com muitos jogadores e defender tranquilamente. É este o signo de uma boa equipe. Vamos ata­car, ser fiéis a nosso jogo. Jamais seremos kamikazes”, declarou.

Encarando um jogo como o mais importante para a geração belga, Kompany é mais um que gostaria de enfrentar o Brasil na final da Copa. “Eu preferiria que fosse a final, sendo honesto. Sabíamos que terminando em primeiro em nosso grupo, pega­ríamos o caminho mais duro. Prefe­riríamos que fosse na final, mas esta é a final para nós”, completou.

 


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